O tempo passa e com ele a erosão do vento, da água e do sol, afinal, água mole pedra dura tanto bate até que fura. O Csar já foi destituido pela própria natureza, graças ao bom Deus. Ficaram os príncipes, os mordomos, as prostitutas, os bobos da corte e o povo miserável na melhor das essências: a da liberdade. Em determinado momento, componentes do clero são chamados para conselhos. Eles estão ocupados com os fiéis mas sempre encontram um tempinho para o caminho serviçal do amo tão prontamente preparado a servir. No mesmo momento, insurgi-se a insatisfação inflamada pelo efeito da erosão inevitável. Os bobos sempre serão bobos. Muitos estão aflitos, morrendo de medo. Mas não têm apreensão pelo pão nem pelo circo, afinal estão interessados no próprio prato e no que nele há. E ai dos que queiram o que é certo. Seu bundão já tenta embriagar a plebe com o antídoto da ilusão pois já fora escolhido para estar no lado direito do el nuevo csar. Maria Joaquina tenta entrar nos quadros importantes, mostrando o título de nobreza que ela herdou. As prostitutas, "que são giletes que cortam de um lado ou do outro" e que dantes fingiam serem vermelhas não têm coragem nem dizer quem são na realidade. Csarinho nada mais é do que um fantoche, afinal, dentre o óbvio, tenta disfarçar o que a natureza do pecado o torna, isto é, eu sou o que não sou. Alguns soldados fiéis à moral, a verdade e aos bons costumes despertaram e sairam do palácio. Militam contra o sistema do império e exercem o que acreditam mesmo contra a vontade dos palacianos que ganham e não trabalham. Furiosos, estes não se conformam. Mas o capitão Aquarela faz questão de discursar para a plebe e dizer: esse dinheiro sempre foi meu. Os mordomos, coitados, servem e já são desprezíveis. Os principes estão virando sapo. Tentam comprar a consciência dos magos que rejeitaram o feitiço da cegueira. Marcam reuniões e já tentam distribuir brioches ao invés de pão. Tolos! Maria Antonieta, anos atrás, brincou com isso e foi degolada. Desvendem a história que se passa, em princípio, na velha Rússia pré-comunista e prepare-se para o ENEM. Ave!!! Csar, rogai por nós onde quer que você esteja. Ninguém é tão canalha quanto você, ó, mestre dos mestres. Os vermelhos querem a revolução e nós queremos manter os nossos brioches.
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
EU FALEI QUE ERA FEBRE...
Enviado em 11 de outubro de 2011, às 17h48min
Garibaldi teme que a base aliada fique "à deriva" se o governo diminuir os ministérios
Quem informa é Eugênia Lopes, repórter da Agência Estado:
Um dia depois de o presidente em exercício do PMDB, senador Valdir Raupp (RO), ter defendido o enxugamento do número de ministérios, o ministro da Previdência, Garibaldi Alves (PMDB-RN) afirmou que o governo precisa consultar a base aliada na Câmara e no Senado antes de decidir sobre a redução do número de pastas.
"O número de ministérios é realmente muito grande. Mas é preciso que se ouça a base parlamentar porque para o governo fazer isso e deixar a base à deriva pode trazer problemas para o próprio governo", afirmou o ministro.
"Vocês sabem que as bancadas só se sentem satisfeitas quando têm ministérios a reivindicar", completou. "O que acontece é que precisa haver expressividade maior do conjunto desses ministérios. Mas isso o governo vai ter de ouvir os parlamentares, não pode simplesmente fazer um enxugamento e a base parlamentar não ser ouvida".
Um dia depois de o presidente em exercício do PMDB, senador Valdir Raupp (RO), ter defendido o enxugamento do número de ministérios, o ministro da Previdência, Garibaldi Alves (PMDB-RN) afirmou que o governo precisa consultar a base aliada na Câmara e no Senado antes de decidir sobre a redução do número de pastas.
"O número de ministérios é realmente muito grande. Mas é preciso que se ouça a base parlamentar porque para o governo fazer isso e deixar a base à deriva pode trazer problemas para o próprio governo", afirmou o ministro.
"Vocês sabem que as bancadas só se sentem satisfeitas quando têm ministérios a reivindicar", completou. "O que acontece é que precisa haver expressividade maior do conjunto desses ministérios. Mas isso o governo vai ter de ouvir os parlamentares, não pode simplesmente fazer um enxugamento e a base parlamentar não ser ouvida".
FAÇA O QUE EU DIGO MAS...
Sob pressão, Alckmin diz que vai abrir mais dados de emendas
Encurralado pelo próprio PSDB, governo promete divulgar lotes de 2007 a 2009
11 de outubro de 2011 | 21h 34
Encurralado até pela bancada do PSDB na Assembleia Legislativa, que
enviou nesta terça-feira, 11, um ofício exigindo que o Palácio dos
Bandeirantes torne públicas todas as emendas parlamentares feitas por
seus deputados, o governo de São Paulo manifestou pela primeira vez a
intenção de divulgar a lista de adendos ao Orçamento feitos desde 2007
no Estado.
"A Casa Civil reitera seu compromisso com a transparência e
informa que já está preparando o levantamento de todos os convênios
originários de indicações de parlamentares desde 2007", afirmou por meio
de nota.
Desde a revelação pelo jornal O Estado de S. Paulo
das acusações feitas pelo deputado Roque Barbiere (PTB), de que
parlamentares negociam suas emendas com prefeitos e até com
empreiteiras, o governo vem sendo pressionado pela oposição. Nesta
terça, o Palácio dos Bandeirantes também passou a ser cobrado pela
própria bancada do partido do governador Geraldo Alckmin (PSDB). "Em
virtude dos acontecimentos noticiados pela imprensa nos últimos dias, a
bancada do PSDB vem a público demonstrar sua indignação e ao mesmo tempo
exigir a apuração rigorosa dos fatos", diz a nota, antes de pedir que
todas as emendas sejam divulgadas.
"Quem não deve não teme. Nossa bancada não conspira e não tem
plena convicção de que nunca usou métodos ilegais", afirmou o deputado
Orlando Morando, líder da sigla na Casa.
O governo divulgou até agora apenas os dados a 2011 e aos
restos a pagar de 2010. Para Morando, o pedido não acarretará em
desgaste com o Executivo, uma vez que o próprio governador foi o
primeiro a se colocar a favor da divulgação. Quem defendeu a mesma tese
foi o presidente estadual do PSDB, deputado Pedro Tobias. "Não irá
causar constrangimento, isso é bom para não deixar todos os deputados
como suspeitos", ponderou.
NOTA DO BLOG: SE NÃO HOUVER COERÊNCIA DA OPOSIÇÃO BRASILEIRA AO GOVERNO DO PT, SE CONTINUAREM A DISCURSAR COM VEEMÊNCIA EM BRASÍLIA E FALAR BAIXINHO EM SP E OUTROS ESTADOS, A TENDÊNCIA É PERDER MAIS UMA VEZ PARA OS TRABALHADORES . O POVO DESPERTOU, COMEÇOU A DESCOBRIR AS DELÍCIAS DOS BENEFÍCIOS QUE HÁ NUMA BOA ADMINISTRAÇÃO. DISCURSO VAZIO NÃO GANHA ELEIÇÃO. NEM NA TERRA DO EX-RUSSÃO.
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