terça-feira, 6 de dezembro de 2011

TOMARA QUE DÊ CERTO


Senado aprova texto-base do projeto que reforma Código Florestal


Por 59 votos contra 7, o Senado aprovou nesta terça-feira o texto-base do projeto que reforma o Código Florestal. Os senadores, no entanto, ainda precisam analisar mais de 40 emendas que foram apresentadas e que pedem mudanças no texto. Há um acordo de líderes para que as propostas sejam votadas ainda na noite de hoje. O PSOL foi o único a recomendar a rejeição do texto.Um dos relatores do projeto, o senador Jorge Viana (PT-AC) disse que mais da metade dessas emendas estão prejudicadas e serão derrubadas porque tratam da proposta aprovada pela Câmara, que já passou por modificações em três comissões do Senado. Os senadores devem discutir pelo menos duas mudanças significativas que foram negociadas com o governo antes da votação. A principal divergência é quanto a manutenção de parte dos manguezais como áreas de proteção permanente. Nesse bioma, ocorre a produção de camarão. A bancada do Nordeste, que tem apoio dos ruralistas, defende que os mangues não sejam considerados áreas de preservação, o que livraria a produção de regras rígidas. Uma emenda deve permitir que autorizações seja concedidas quando houver interesse social. Pelos cálculos de técnicos do governo, 65% dos mangues terão que ser preservados.
Antonio Cruz/Agência Brasil
Ativistas do Greenpeace protestam em frente ao Congresso Nacional, em Brasília, contra votação do Código Florestal
Ativistas do Greenpeace protestam em frente ao Congresso, em Brasília, contra votação do Código Florestal

Outra questão polêmica é em relação às atividades rurais nas bacias hidrográficas mais ameaçadas. O senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) propõe que comitês de bacia tenham prerrogativa para decidir o aumento de percentuais de proteção dessas áreas. Os ruralistas dizem que isso dá poder demais para os comitês. A alternativa em discussão é permitir que os governadores decidam sobre a proteção especial após ouvir os comitês. Uma proposta que chama atenção é a emenda do senador Valdir Raupp (PMDB-RO), que propõem desmatamento zero por dez anos na Amazônia. Ele reuniu apoio de 11 colegas.

ANISTIA

Peça-chave da legislação ambiental brasileira, o Código Florestal impõe limites ao avanço da produção agrícola e da pecuária no país ao definir quais áreas podem ser ocupadas pelos proprietários rurais e quais devem ser obrigatoriamente preservadas. A proposta poupa a presidente Dilma de desgaste ao excluir a anistia explícita a desmatadores embutida no projeto da Câmara dos Deputados. O texto da Câmara regularizava toda a produção agropecuária nas áreas de preservação permanente, deixando sem recuperação 55 milhões de hectares de florestas desmatadas até 22 de julho de 2008 --uma área do tamanho da França. Os desmatadores ficariam livres de multa. Os senadores obrigam os fazendeiros a recompor de 15 metros a 100 metros de mata ciliar. Propriedades até quatro módulos são isentas. Na volta do texto para Câmara, esse ponto deve ser rediscutido. O projeto mantém 2008 como data-limite para a regularização, livrando de multa os proprietários que aderirem a planos de regularização a serem implantados em um ano. A proposta agrada ao governo que avalia que os senadores melhoraram e avançaram na proposta encaminhada pela Câmara. A ministra Izabela Teixeira (Meio Ambiente) e assessores participaram ativamente das negociações, permitindo, por exemplo, a anulação de multas aplicadas a fazendeiros que desmataram sem autorização áreas que podiam ser exploradas, mas só com licença ambiental. O projeto estabelece ainda que o Brasil poderá impor barreiras comerciais a produtos agrícolas de países que não adotem legislações ambientais "compatíveis" com a brasileira. Foram mais de cinco horas de discussão. O tema dividiu os senadores. Parlamentares alinhados aos ambientalistas fizeram discurso contra a matéria. Argumentam que a proposta deixa brecha para novos desmatamentos e fragiliza a legislação ambiental. 0 senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) afirmou que o texto prejudica especialmente a Mata Atlântica e fragiliza a legislação amebiental. "O Brasil precisa e pode ser uma potência ambiental. Nós precisamos e podemos ser uma potência utilizando os recursos que temos nas nossas florestas. Nós não podemos e não precisamos de legislações que relativizem a proteção ambiental brasileira." Presidente da CNA, a senadora Kátia Abreu (PSD-TO) disse que esse é o texto possível, que os produtores não saem 100% satisfeitos. Ela lembrou que essa discussão dura mais de 15 anos no Congresso e afirmou que a proposta vai permitir a recuperação de 30 milhões de hectares e representa uma redução de US$40 bilhões no agronegócio. "É um prejuízo. Isso não é qualquer coisa. É um forte impacto na produção, no PIB e na geração de empregos. Agora, não é um texto ideal para todos, mas o texto possível." Estremecido com os movimentos ambientalistas, Viana voltou a alfinetar os segmentos. "Tem alguns que não vivem sem problemas." E completou: "Isso não trás alvore de volta, não ajuda o Brasil. as condições estão dadas.' Para Márcio Astrini, do Greenpeace, o Senado produziu um texto com uma série de dúvidas que poderão ser enfrentadas na Justiça. "São várias as inseguranças que podem chegar na Justiça. Como essa interpretação da anistia. O Ministério Público, técnicos do Senado, cientistas todos apontam que há anistia, menos o governo que adotou um discurso diferente". A Polícia do Senado adotou um sistema mais rígido de controle para acesso às dependências da Casa durante a votação. Os protestos de estudantes ocorreram no local de desembarque dos parlamentares. Como a proposta sofreu mudanças no Senado, se aprovada, terá que passar por uma nova avaliação dos deputados.

FHC RECOMENDA TIRO NO PÉ À OPOSIÇÃO

Oposição tem que dizer ‘o que é contra e o que é a favor’, afirma FHC

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirmou que o seu partido, o PSDB, deve dizer “o que é contra e o que é a favor” para marcar suas posições em relação governo federal, em entrevista nesta segunda-feira, 5, ao programa Roda Viva, da TV Cultura. Durante sua participação no programa, FHC falou sobre política, economia e a sociedade brasileira, entre outros temas. Ele admitiu que seu partido não soube “deixar uma marca” nas políticas sociais, apesar dos esforços do seu governo nessa área, e atribuiu a isso a imagem mais associada às parcelas ricas da população. FHC lembrou também que, durante a sua Presidência, ocorreram algumas crises econômicas e “a situação da população era objetivamente pior”. “A política depende muito das circunstâncias”, observou. Ao ser questionado o slogan em inglês “Yes, we care”, que sugeriu para o PSDB em recente evento partidário, FHC esclareceu que não pretendia ser interpretado literalmente. “Imagine se eu iria falar isso pro povo. Só se fosse um débil mental”, disse. O ex-presidente comentou a atual situação da economia nacional, que avançou muito nos últimos anos, e afirmou que, segundo ele, “o Brasil está saindo de uma fase de escassez para um começo de prosperidade”. Sobre a nova classe média, ele disse que hoje ela é apenas uma “classe de  renda”. FHC prevê que no futuro, a nova classe vai superar a busca pelo acesso e vai querer mais qualidade. “É essa hora que entra a questão do valor.” Além do jornalista Mario Sergio Conti, que apresenta o programa, participaram da bancada o diretor de Conteúdo do Grupo Estado, Ricardo Gandour; o editor-executivo do jornal Folha de S. Paulo, Sérgio Dávila; o colunista do jornal O Globo, Ancelmo Góis; a psicanalista e escritora Maria Rita Kehl, e a historiadora e antropóloga, professora titular de Antropologia da USP, Lilia Schwarcz. Redes sociais. FHC destacou mais de uma vez durante o programa o papel importante que atribui às novas formas de comunicação, como os sites de relacionamento e outras plataformas da internet. “Acho que hoje em dia que está fora do Facebook não está na vida real”, disse logo no início da transmissão. “Esse mundo me fascina”, admitiu o ex-presidente, que aos 80 anos estreou nesta segunda-feira sua página na rede social criada pelo norte-americano Mark Zuckerberg. FHC destaca que não é “usuário habitual” desses meios, mas já apresenta uma  visão pessoal sobre sua utilização. O ex-presidente criticou a exposição pessoal através da rede e disse não achar que o espaço deve ser usado para dizer “fiz isso, fiz aquilo, estive com fulano”.

Veja como foi:

23h43 - Termina o programa Roda Viva.
23h40 - Ao comentar sua estreia no Facebook, FHC afirma que “o mundo novo é um mundo que tem essa discussão direta” e admite: “Esse mundo me fascina.” Ele diz não ser “usuário habitual” das redes sociais, mas afirma ter “interesse pelo que acontece”. O ex-presidente critica a exposição de si mesmo através da rede e diz que não achar que o espaço deve ser usado para dizer “fiz isso, fiz aquilo, estive com fulano”. Para resumir seu sentimento sobre os novos meios, afirma: “Tem muita coisa boa no mundo.”
23h32 - Estimulado a comentar a criação da Comissão da Verdade pelo governo Dilma, FHC afirma ser “totalmente favorável” ao projeto. “As vitimas têm o direito de saber o que aconteceu”, ressalta. Ele diz ter sido vítima da ditadura e ter visto pessoas que foram torturadas. “Pra mim não é uma questão retórica, é uma questão existencial.” Ele conclui indicando que acredita que o modo como a Comissão da Verdade foi feita é “equilibrada”.
23h25 - Gandour questiona se o modelo chinês seria perigoso, por unir desenvolvimento econômico e falta de democracia. Para FHC, pode ser uma tentação para “atrasar” determinadas ações. Ele afirma que o governo “hesita  entre modelos” e cita como exemplo a privatização dos aeroportos. “Não se assume.”
O ex-presidente afirma que considera a Educação um setor “essencial”. “O mundo mudou muito e nos continuamos ensinando a mesma coisa”, afirma. “Acho que tem que ir mais fundo, não adianta só dar mais.” Ele diz se assustar com um dado sobre as escolar: “A evasão escolar estava ocorrendo pela falta de interesse do aluno no que estava sendo lecionado.”
Sobre a economia, diz que o mundo “só vai sair” da situação atual quando “abrir novas frentes de investimento”. Segundo FHC, “tanto a China como os Estados Unidos sabem disso e estão se preparando”.
23h10 - Após pergunta pré-gravada do ex-governador de São Paulo José Serra sobre as diferenças entre o governo FHC e o governo Lula, o tucano destaca a atual situação da economia. “Pela primeira vez a definição de desindustrialização cabe”, diz o ex-presidente. “Quando saí, a indústria era 60% e a os commodities 40%, e agora se inverteu”, afirma FHC, que atribui a mudança ao cenário externo.
O ex-presidente critica a criação de cargos de confiança e diz que há clientelismo demais no governo federal. É um “botim do Estado, vou repartir o Estado e assim tenho uma maioria”, diz FHC ao descrever a mentalidade atual. Ele afirma que, se pudesse dar um conselho à presidente Dilma Rousseff, diria que “não precisa de uma maioria tão grande”. “Se você quiser uma maioria  absoluta, 80%, você vai ter que negociar com todo mundo.”
22h59 - Sobre a crise europeia, FHC afirma que faltou capacidade política e que isso é “preocupante”. O ex-presidente aponta a “falência dos partidos” europeus como uma das causas da crise política que acompanhou os problemas econômicos. Ao ouvir uma comparação com o Plano Real, ele diz que a Europa terá que fazer os seus sacrifícios e se reorganizar, como ocorreu no Brasil para superar a hiperinflação. FHC destaca que a falta de punição aos grandes banqueiros norte-americanos é um problema. “Houve crime, mas não houve castigo.”
22h49 - Ricardo Gandour lembra que ele tem escrito sobre a predominância do mercado e pergunta se, no âmbito econômico, não é mais difícil fazer oposição devido aos avanços do País nos últimos anos. “Na pratica hoje, o que orienta é o mercado”, responde FHC. “Está todo mundo obcecado com o mercado.” Ele diz que, na Europa, os governos “de esquerda e de direita” caem porque o mercado “está lá embaixo”.
Para o ex-presidente, a crítica à corrupção pode ser vista como um “estilo UDN”, mas destaca que os jovens “nem sabem o que é UDN hoje em dia”. O partido tem que dizer “o que é contra e o que é a favor”, opina. Questionado se foi isso que faltou na campanha de 2010, ele responde. “Não posso falar da ultima, mas falta em geral.” Segundo o ex-presidente, nas redes sociais não existe “individualismo possessivo” e as pessoas “querem ser pessoas, querem opinar”.
Sobre as novas classes médias, ele diz que hoje são apenas “classes de  renda”. FHC prevê que no futuro, a nova classe vai superar a busca pelo acesso e vai querer mais qualidade. “É essa hora que entra a questão do valor.”
22h39 - Lilia Schwarcz lembra de posição sobre a ação afirmativa e compara àquela expressa pelo ex-presidente sobre a descriminalização da maconha. “Equidade é o principal problema para mim. É preciso ter equidade”, diz FHC sobre as ações afirmativas para negros.
Sobre a questão das drogas, ele diz que a “preocupação veio pela desmoralização das instituições”. FHC cita número de mortos na guerra contra o narcotráfico no México e compara aos mortos dos EUA no Vietnã. “O país que mais progrediu nesta matéria foi Portugal, que conseguiu diminuir o consumo e descriminalizar.”
FHC diz que, com base em estudos que leu, sabe que “a maconha faz menos dano do que o álcool e do que o cigarro” e pergunta: “Porque não fazer com a maconha o que fizeram com o cigarro?”
22h34 - Após ouvir pergunta pré-gravada do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, sobre o grande número de partidos no País, FHC diz que temos “legendas, não partidos”. O ex-presidente lembra que as “poucas tentativas” de alterar esse quadro, “como a cláusula de barreira”, foram derrubadas na Justiça.
22h28 - Maria Rita Kehl lembra declarações de FHC sobre a impossibilidade de incluir todos na economia e sobre “quebrar a espinha” dos petroleiros em greve durante seu governo. Sobre a primeira, FHC diz: “Nos vivemos no regime capitalista. O regime capitalista raramente dá pleno emprego.” Ele destaca que não queria dizer que era “impossível” a inclusão de todos, mas que naquele momento não ocorreria. O ex-presidente lembra que, durante seu governo, havia a hiperinflação e diz que na atualidade “dá pra incluir”.
“O Brasil está saindo de uma fase de escassez para um começo de prosperidade”, analisa FHC. Sobre a segunda declaração, o ex-presidente  afirma que a greve era política e a frase foi “uma força de expressão”. Ele lembra que, na década de 1980, participou das greves no ABC e do início da Força Sindical. Sobre a greve na refinaria, diz que os grevistas queriam “criar condições de inviabilidade do governo”.
22h19 - Conti lembra critica de FHC a Lula, na qual o compara aos stalinistas. O ex-presidente afirma que é um exagero, mas destaca que o Congresso perdeu importância durante o governo petista e diz que Lula tem um discurso que deixa a entender que “começou tudo”.
22h15 - Sérgio Dávila lembra do slogan “Yes, we care” e pergunta se acha que isso funciona. “Imagine se eu iria falar isso pro povo. Só se fosse um débil mental”, responde FHC. Ele diz que usou a expressão em inglês em evento político para exemplificar o que acredita ser o discurso certo para o partido, mas ressalta que não espera que o slogan seja usado em inglês.
22h13 - FHC destaca o papel das novas tecnologias e diz que falta ao partido a capacidade de se apresentar nesses meios. “O povo muda”, diz ele, indicando que o partido deve seguir essas mudanças.
22h10 - Ao iniciar o programa, o apresentador lembra de uma pesquisa que mostra que o PSDB é um partido mais identificado com os ricos e o PT, com os pobres. Ele pergunta se é um problema de comunicação. Para FHC, “dizer que não consegue se comunicar é colocar toda a culpa na comunicação”. O ex-presidente afirma que seu partido não soube “deixar uma marca” nas políticas sociais e apresentar os esforços do governo nesta área. FHC lembra que, durante sua presidência, ocorreram crises e “a situação da população era objetivamente pior”. “É muito difícil para quem melhorou e antes economicamente era pior que antes era melhor.” O ex-presidente conclui que “política depende muito das circunstâncias”.
22h00 - Antes do início do programa, Mario Sérgio Conti lembra que Fernando Henrique Cardoso lança nesta segunda-feira, 5, o seu perfil no Facebook. Ao ser questionado sobre o motivo da adesão à rede social, afirma: “Acho que hoje em dia que está fora do Facebook não está na vida real.”

NOTA DO BLOG: ACASO A OPOSIÇÃO DIGA O QUE É CONTRA E O QUE É A FAVOR  A SUA SITUAÇÃO SÓ VAI PIORAR. VÃO DIZER QUE É A FAVOR DA LEGALIZAÇÃO DAS DROGAS E PERDERÃO PARTE DOS EVANGÉLICOS AMIGOS. DIRÃO QUE NÃO ACHAM "TÃO IMPORTANTE O VOTO ABERTO NO CONGRESSO" E PERDERÃO AINDA MAIS A CLASSE MÉDIA COMO ELEITORES. TERÃO QUE DIZER QUE CONTINUARÃO OS PROJETOS: BOLSA-FAMÍLIA, PROUNI, MINHA CASA, MINHA VIDA, EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA, PAC, TRANSNORDESTINA, NORTE-SUL, SAMU, FAMÁCIA POPULAR, REDE CEGONHA E SÓ EXALTARÃO O ATUAL GOVERNO. CONCLUSÃO: COM MUITA CERTEZA, O PSDB VAI CONTINUAR ENROLANDO OS ELEITORES E ADOTANDO A TESE DO DENUNCISMO PARA DERRUBAR MINISTROS EM ESCALA. CONFORME DISSEMOS, OUTROS VIRIAM NO RODÍZIO DE MINISTROS. A VELHA MÍDIA QUER MOSTRAR QUE AINDA TEM FORÇA E FAZ A TABELINHA. AGORA NESTA SEMANA O ALVO DA VEZ É O MINISTRO FERNANDO PIMENTEL. ESTÃO QUERENDO CHEGAR MAIS PERTO DA PRESIDENTA. ATENTEM BEM!

QUEM DERA TIVESSEM ELES OS ARGUMENTOS QUE A OPOSIÇÃO DE JOSÉ DA PENHA TEM PARA SUGERIR MUDANÇAS. CERTAMENTE O PSDB, OS DEMOS E DEMAIS TERIAM MUITOS E PLAUSÍVEIS MOTIVOS PARA SEREM ALTERNATIVAS. O PT INCOMODA MESMO.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

O MEDO DOS REACIONÁRIOS

A “fortaleza tucana” na mira

A eleição municipal de 2012 tornou-se um pouco mais a preliminar da batalha eleitoral para a Presidência em 2014. Embora a escolha de prefeitos e vereadores tenha impacto reduzido na disputa presidencial, dois competidores, PT e PSDB, travam um confronto iniciado com a vitória de FHC em 1994, que completará duas décadas no fim do atual mandato de Dilma Rousseff. Para os tucanos, na vanguarda de uma oposição debilitada eleitoralmente, o resultado da competição municipal pode ter um efeito desastroso caso o PT, ou até mesmo um aliado dos petistas, conquiste a prefeitura paulistana. Em consequência, o PSDB se enfraqueceria muito para a disputa do governo estadual e poderia, assim, perder a principal base político-eleitoral do partido, cujo poder se projeta nacionalmente. Sem ela só restará, como expressão política influente, o enclave mineiro comandado por Aécio Neves. A eleição municipal de 2012 tornou-se um pouco mais a preliminar da batalha eleitoral para a Presidência em 2014. Embora a escolha de prefeitos e vereadores tenha impacto reduzido na disputa presidencial, dois competidores, PT e PSDB, travam um confronto iniciado com a vitória de FHC em 1994, que completará duas décadas no fim do atual mandato de Dilma Rousseff. Para os tucanos, na vanguarda de uma oposição debilitada eleitoralmente, o resultado da competição municipal pode ter um efeito desastroso caso o PT, ou até mesmo um aliado dos petistas, conquiste a prefeitura paulistana. Em consequência, o PSDB se enfraqueceria muito para a disputa do governo estadual e poderia, assim, perder a principal base político-eleitoral do partido, cujo poder se projeta nacionalmente. Sem ela só restará, como expressão política influente, o enclave mineiro comandado por Aécio Neves. Lula tem trabalhado firmemente na preparação desse assalto final, em 2014, ao governo paulista. É uma “fortaleza tucana”, guarnecida por poderoso batalhão de prefeitos vitoriosos na última eleição municipal, em 2008. Dos 645 municípios paulistas, o PSDB domina mais de 31%, seguido de longe pelo DEM e pelo PMDB. E, mais distante ainda, pelo PT (tabela). Esses números ainda não refletem a revoada de tucanos para o PSD do prefeito Kassab. Esse sólido reduto eleitoral, no entanto, possui pontos vulneráveis. O mais importante deles é o desentendimento entre o governador Geraldo Alckmin e o ex-governador José Serra. Eles têm visão diferente quanto à melhor maneira de enfrentar os petistas em 2012. Serra tem especial preferência pelo nome de Guilherme Afif Domingos. Só que ele é vice-governador de São Paulo, foi articulador da campanha vitoriosa de Kassab à prefeitura em 2008 e, mais complicado ainda, é coautor do PSD. Na segunda-feira 28 de novembro, Alckmin acabou com essa conversa. Reunido com os pré-candidatos tucanos à prefeitura da capital, o deputado federal Ricardo Tripoli, os secretários estaduais Andrea Matarazzo, José Anibal e Bruno Covas, ele não só reafirmou que o PSDB terá candidato próprio como marcou para março as prévias para a definição do nome.

Como Lula se prepara para as eleições municipais de 2012 contra o PSDB fragilizado

Vereadores eleitos em 2008 por partido

 Mas a disputa em São Paulo ainda tem algumas incógnitas: Serra não quer participar diretamente da eleição? Com que finalidade o ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles se filiou ao PSD? Ainda convalescendo do tratamento de quimioterapia para combater um tumor maligno na glote, o ex-presidente Lula deve estar inquieto para voltar à ativa e terminar a costura que começou. Depois de incentivar a candidatura de Gabriel Chalita (PMDB), abrindo caminho para aliança no quase inescapável segundo turno, Lula afastou a desgastada candidatura de Marta Suplicy e, mais uma vez, “inventou” um candidato novo: Fernando Haddad. Ao falar da eleição para a prefeitura paulistana, o ex-presidente mostrou o objetivo que tem com uma frase, quase uma palavra de ordem eleitoral: “Precisamos tirar mais musculatura deles”. Para isso pretende botar o pé na estrada, em 2012, para reforçar algumas candidaturas estratégicas considerando fortalecer o PT e aliados e enfraquecer os adversários em algumas capitais e em várias cidades no ranking das que formam os maiores colégios eleitorais do País.

A FORÇA DO GUERREIRO

Lula pretende voltar ao trabalho em seu instituto nesta semana

Lula avisou seus auxiliares mais próximos que pretende despachar nesta semana em seu instituto. Ele passa bem depois da segunda sessão de quimioterapia. No dia 12, começa a terceira dose do tratamento. O sabor dos alimentos continua um problema. Lula comprou recentemente um balde de sorvete de limão para testar sua sensibilidade. É que o picolé deste sabor é ao mesmo tempo doce, azedo e gelado. Provou. E nada sentiu. Beber água tem sido um problema. Lula precisa ingerir três litros por dia, para evitar desidratação. Diagnosticado com um tumor de laringe de agressividade média, no dia 29 de outubro, Lula tem permanecido em casa após as duas sessões de quimioterapia, a primeira iniciada dois dias depois da descoberta da doença, em 31 de outubro, e a segunda, no dia 21 de novembro. O diagnóstico foi feito em exame realizado no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Lula reclamava de rouquidão há algumas semanas. Na mesma semana, ele havia comemorado 66 anos. Na quarta-feira (30), a equipe médica que cuida do ex-presidente festejou o fato de sua voz ter melhorado desde que ele começou a quimioterapia, há quase um mês. 

NOTA DO BLOG: CERTAMENTE SEUS ADVERSÁRIOS ESTÃO TORCENDO PELO SEU INSUCESSO OU, NA MELHOR DAS CRISTANDADES, QUE ELE NÃO SAIA A CAMPO NAS ELEIÇÕES DO PRÓXIMO ANO. MAS QUEM CONHECE O BARBUDO, SABE QUE SUA LUTA PELA VITÓRIA DE SEUS ALIADOS NAS PRINCIPAIS CIDADES DO PAÍS SERÁ INTENSA E INCESSANTE. ESPERAR PARA VER. É UMA PENA QUE SÓ TENHAMOS UM EX-PRESIDENTE COM PRESTÍGIO ENTRE A POPULAÇÃO. NEM OS FERNANDOS, NEM SARNEY TÊM NENHUMA IDENTIFICAÇÃO POPULAR. ANTES, PELO CONTRÁRIO, AS PESSOAS MAJORITARIAMENTE OS ENOJAM. LULA É DIFERENTE. LULA É UMA ESTRELA QUE BRILHA. QUE PENA, ÁLVARO DIAS!

domingo, 4 de dezembro de 2011

FHC: O MELHOR, O CAMPEÃO

Políticos brasileiros aparecem em lista de 'maiores bobagens'

Declarações de três políticos brasileiros integram o "livro das maiores bobagens da história" (Book of All-Time Stupidest: Top 10 Lists) feita por dois autores americanos. Aparecem na coletânea, lançada em outubro, os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso (1995-2002) e João Figueiredo (1979-1985) e o ex-deputado João Alves.  As frases estão em grupos diferentes no livro dos irmãos Ross e Kathryn Petras, dividido em listas de "dez mais". FHC figura na parte sobre "coisas mais inacreditavelmente ditas por pessoas ricas" com um comentário de agosto de 1998, feito a moradores de uma favela no Rio. "Não vamos prometer o que não dá para fazer. Não é para transformar todo mundo em rico. Nem sei se vale a pena, porque a vida de rico, em geral, é muito chata", disse o tucano, em meio à campanha para se reeleger. Na lista das "mais idiotas repetições ideológicas" está Figueiredo com a frase: "Vou fazer deste país uma democracia, e, se alguém for contra, eu prendo e arrebento". Essa declaração, porém, não foi dita pelo último presidente do regime militar (Figueiredo morreu em 1999). A primeira parte ("vou fazer deste país uma democracia") data de janeiro de 1979, mas a segunda ("se alguém for contra, eu prendo e arrebento") é de outubro de 1978, na primeira entrevista após ser declarado presidente e anunciar a abertura política. Em "a defesa mais espantosamente plausível e horrivelmente razoável", está o depoimento do então deputado João Alves (1919-2004) à CPI do Orçamento, em 1993. Questionado sobre o enriquecimento, disse: "Fácil. Ganhei tudo na loteria. Ganhei 125 vezes nos últimos dois anos". Descobriu-se que ele lavava dinheiro na loteria. 



sábado, 3 de dezembro de 2011

NINGUÉM SE ILUDA

São Paulo: Dilma influenciará eleições de 2012

A avaliação é do presidente do UP, Sidney Kuntz, especialista em marketing político e analista de pesquisas eleitorais e administrativas

A avaliação positiva do governo da presidente Dilma Rousseff (PT) na Região Metropolitana de Campinas (RMC), num porcentual mais elevado do que o do governo do Estado, administrado pelo tucano Geraldo Alckmin, conforme pesquisa divulgada nesta quinta (1) pelo Instituto Unidade de Pesquisa (UP), indica que a petista poderá ter influência nas eleições municipais do ano que vem. A avaliação é do presidente do UP, Sidney Kuntz, especialista em marketing político e analista de pesquisas eleitorais e administrativas.

De acordo com Kuntz, a mostra, realizada em 19 municípios da Região Metropolitana de Campinas, para o "Jornal Todo Dia", é um indicativo do peso político que a presidente terá nas eleições do ano que vem. "Isso porque a despeito da herança que a presidente Dilma recebeu do governo Lula, inclusive a pecha de afilhada política, a população vem identificando o seu governo com vida própria e sabe que os problemas que ela vem enfrentando, no tocante às denúncias envolvendo alguns ministros, são fatos remanescentes do governo anterior. Isso é muito significativo."

A sondagem aponta que a administração da presidente é avaliada como "ótima" ou "boa" por 51,8%, como "regular" por 28,8% e como "ruim" ou "péssima" por 16,5% dos entrevistados, sendo que 2,9% não souberam responder. A gestão do governador de São Paulo, por sua vez, é considerada "ótima" ou "boa" por 49,7%, "regular" por 33,1% e "ruim" ou "péssima" por 11,%, sendo que 5,6% não souberam responder. O levantamento foi promovido entre os meses de outubro e novembro, com mais de 7 mil entrevistados e tem margem de erro de 1,1 ponto porcentual, para mais ou para menos.

Kuntz destaca que a presidente Dilma Rousseff teve no Estado de São Paulo, nas eleições 2010, 45% dos votos. E hoje, tem de aprovação 51,8% na Região Metropolitana de Campinas. No entender do analista, essa avaliação é um indicativo que a força política de Dilma não pode ser desconsiderada pelos adversários, sobretudo pelos tucanos. "Até seis meses atrás, falava-se apenas na influência de Lula em alavancar as candidaturas do PT e aliados nas eleições 2012. Mas, a presidente vem demonstrando que pode também ocupar este cenário, pois se situa no meio termo entre o conservadorismo e o populismo", emendou.

EM NOME DA REPRESENTATIVIDADE

Antagônicos, deputados oposicionistas tentam união representativa na Assembleia Legislativa


Um novo bloco partidário poderá ser criado na Assembleia Legislativa. O PT, do deputado Fernando Mineiro, e o PSD, com os deputados Gesane Marinho e José Dias, poderão formar um grupo para, com isso, ganharem direito a representação no colégio de líderes do Legislativo. Isoladamente, como estão agora, nenhuma das duas legendas pode usufruir de voto no colégio de líderes. As articulações dos dois partidos ainda não foram concluídas, mas já deflagradas pelos três deputados. Os deputados do PSD são egressos do PMN, cuja bancada continua com assento entre os líderes. Nessa composição PT-PSD o que ainda não foi definido é quem será o líder da bancada.  A estratégia que os dois partidos tentam é semelhante a que foi feita pelo PTB, de Ezequiel Ferreira, o PV, de Gilson Moura, e PSDB, de Gilson Moura. Com representantes únicos eles não teriam como ocupar vaga no colégio de líderes, se uniram e estão agora com assento. A preocupação dos partidos em terem direito a voto no colégio de líderes ocorre porque é esse grupo de deputados que define quais projetos terão dispensa de tramitação. Para representação nesse colegiado, o partido ou bloco precisa de, pelo menos, três deputados. As propostas só seguem com regime de urgência se tiverem unanimidade na votação do colégio de líderes. Atualmente, o grupo de líderes na Assembleia tem representantes do PSB, deputada Márcia Maia; PMN, deputado Raimundo Fernandes; PMDB, Walter Alves, e PTB, Ezequiel Ferreira. Se prosperar a articulação PT-PSD o colégio de líderes ganhará um representante da oposição ao Governo Rosalba Ciarlini. Nesse momento, o colégio de líderes está em discussão porque o Governo quer dispensa de tramitação para o projeto do Import RN, que oferecerá vantagens para as exportações. Mas o PSB ainda não concordou com o regime de urgência. Na próxima quarta-feira ocorrerá uma reunião dos líderes onde a bancada governista tentará a liberação da tramitação do projeto. 

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

RIQUEZAS POTIGUARES

Apesar da maioria dos nossos políticos envergonharem-nos, temos bons motivos para comemorar

Ainda não se tem informações se na camada do pré-sal existe petróleo no Rio Grande do Norte com a mesma abundância que tem se revelado no litoral de São Paulo e Rio de Janeiro. Entretanto, não temos do que reclamar. O diretor geral do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE), Jean Paul Prates falou neste sentido já em 2008. Em entrevista, Prates, que na época era o Secretario Estadual de Energia e Gás disse que o Rio Grande do Norte tinha “um pré-sal de energia eólica".  Como secretário de Estado, Jean Paul Prates arregaçou as mangas e caiu em campo para garantir nosso 'presal'. Usou o conhecimento que tem que não é pouco e fez acontecer. Depois de uma articulação bem feita, o RN disparou nos leilões realizados pela ANEEL. Em 2010 foi um pouco menor, mas a semente já estava plantada. Bastava apenas regar. De modo que a expectativa é que até 2014/2015, o RN já esteja produzindo pelo menos 3 vezes a energia que consome, ou seja, vai está exportando para outros estados. E o mais importante: exportando energia limpa, o nosso pré-sal. Só que este nosso presal se não for bem aproveitado, poderemos desperdiçar. Esperamos que o atual secretário de Desenvolvimento Econômico, Benito Gama, saiba o que está fazendo. 

NOTA DO BLOG: TEMOS SOL COM ALTA PREVISIBILIDADE O ANO INTEIRO, VENTOS CONSTANTES, PETRÓLEO E GÁS, ALÉM DA PROVÁVEL CAMADA PRÉ-SAL NO LITORAL NORTE (COSTA BRANCA E GUAMARÉ ATÉ TOUROS). LOCALIZAÇÃO ESTRATÉGICA NO PAÍS, POPULAÇÃO PEQUENA, BELEZAS NATURAIS, UM NOVO AEROPORTO VEM AI, UMA CAPITAL ENCANTADORA, TERRA PARA PLANTAR MAMONA E GERAR ENERGIA VERDE, FRUTICULTURA NO VALE DO ASSU, RESORTs PRAIANOS COMO PIPA, TIBAU,  BARRA DO CUNHAÚ E OUTROS. O QUE NOS FALTA? VARRER DEMOCRATICAMENTE ESSE ESTADO COMO FIZEMOS NO BRASIL. AI, IREMOS ADIANTE.

BOM TRABALHO



Já está na justiça a denúncia criminal do Ministério Público contra 34 acusados de participar do esquema fraudulento identificado na Operação Sinal Fechado. Entre os acusados estão os ex-governadores Wilma de Faria e Iberê Ferreira, além do suplente do senador José Agripino, o ex-deputado federal João Faustino Ferreira Neto. A ação foi ajuizada na tarde de ontem e o Ministério Público aguarda agora a manifestação do Poder Judiciário se recebe ou não a denúncia.


Na opinião dos promotores de Justiça, as provas são tão contundentes da existência do esquema que, mesmo tendo analisado apenas 1/6 de todo o material apreendido durante a Operação, já foi suficiente para embasar a denúncia. 

Como a denúncia traz novas citações de interceptações telefônicas, telemáticas e informações bancárias, a íntegra do documento não pôde ser divulgada pois aguarda posicionamento da Justiça para definição se será decretado sigilo ou não dessas informações.

Além da denúncia, os promotores de Justiça apresentaram dez pedidos de prisão preventiva, dos quais cinco foram deferidos. Além dos quatro acusados que já tinham prisão preventiva decretada (George Olímpio, Alcides Fernandes Barbosa (SP), Carlos Zafred (SP) e Marcus Vinícius Furtado da Cunha), foram decretadas as prisões preventivas de Caio Biagio Zuliani, Nilton José de Meira (PR), Flávio Ganem Rillo (PR), Fabiano Romeiro e Edson Cézar Cavalcanti Silva.

Os denunciados e os crimes pelos quais são acusados

1. George Olímpio: formação de quadrilha, extorsão, peculato, fraude em licitação, dispensa ilegal de licitação e corrupção ativa.

2. João Faustino: formação de quadrilha, extorsão, peculato, corrupção passiva, tráfico de influência e fraude em licitação.

3. Wilma de Faria: formação de quadrilha, peculato, corrupção passiva, tráfico de influência e fraude em licitação.

4. Iberê Ferreira: formação de quadrilha, peculato, corrupção passiva, tráfico de influência, dispensa ilegal de licitação e fraude em licitação.

5. Lauro Maia: formação de quadrilha, peculato, tráfico de influência, corrupção passiva e fraude em licitação.

6. Alcides Fernandes Barbosa: formação de quadrilha, peculato, corrupção ativa, tráfico de influência e fraude em licitação.

7. Marcus Vinícius Furtado da Cunha: formação de quadrilha, peculato, dispensa ilegal de licitação e fraude em licitação.

8. Carlos Theodorico de Carvalho Bezerra: formação de quadrilha, peculato, dispensa ilegal de licitação e fraude em licitação.

9. Marcus Vinicius Saldanha Procópio: formação de quadrilha, extorsão, peculato, tráfico de influência e corrupção ativa.

10. Eduardo de Oliveira Patrício: formação de quadrilha, peculato, tráfico de influência, corrupção ativa, lavagem de dinheiro e fraude em licitação.

11. Marco Aurélio Doninelli Fernandes: formação de quadrilha, peculato, corrupção ativa e fraude em licitação.

12. José Gilmar de Carvalho Lopes: formação de quadrilha, peculato, tráfico de influência, lavagem de dinheiro e corrupção ativa.

13. Edson Cézar Cavalcante Silva: formação de quadrilha, peculato, corrupção ativa e fraude em licitação.

14. Carlos Alberto Zafred Marcelino: formação de quadrilha, peculato e fraude em licitação.

15. Luiz Antônio Tavolaro: formação de quadrilha, peculato e fraude em licitação.

16. Jailson Herikson Costa da Silva: formação de quadrilha, peculato, corrupção ativa e fraude em licitação.

17. Caio Biagio Zuliani: formação de quadrilha, peculato e fraude em licitação.

18. Fabiano Lindenberg Santos Romeiro: formação de quadrilha, peculato, corrupção ativa e dispensa ilegal de licitação.

19. Cézar Augusto Carvalho: formação de quadrilha, peculato, lavagem de dinheiro e fraude em licitação.

20. Nilton José de Meira: formação de quadrilha, peculato, dispensa ilegal de licitação e fraude em licitação.

21. Flávio Ganem Rillo: formação de quadrilha, peculato, corrupção ativa, lavagem de dinheiro, dispensa ilegal de licitação e fraude em licitação.

22. Marluce Olímpio Freire: formação de quadrilha, peculato e corrupção ativa.

23. Edson José Fernandes Ferreira: formação de quadrilha, peculato e fraude em licitação.

24. Jean Queiroz de Brito: formação de quadrilha, peculato, dispensa ilegal de licitação e fraude em licitação.

25. Luiz Cláudio Morais Correia Viana: formação de quadrilha, peculato, dispensa ilegal de licitação e fraude em licitação.

26. Benevenuto Pereira Guimarães: formação de quadrilha, peculato, corrupção ativa e lavagem de dinheiro.

27. José Confessor de Moura: formação de quadrilha, peculato, corrupção ativa, lavagem de dinheiro e fraude em licitação.

28. Priscilla Lopes de Aguiar: formação de quadrilha, peculato, dispensa ilegal de licitação e fraude em licitação.

29. Eliane Beraldo Abreu de Souza: formação de quadrilha, peculato e fraude em licitação.

30. Harald Peter Zwetkoff: formação de quadrilha, peculato e fraude em licitação.

31. Érico Vallério Ferreira de Souza: formação de quadrilha e fraude em licitação.

32. Cíntya Kelly Delfino: lavagem de dinheiro.

33. Maria Selma Maia de Medeiros Pinheiro: peculato e fraude em licitação.

34. Ruy Nogueira Netto: extorsão.



NOTA DO BLOG: NA ÉPOCA DE ELEIÇÃO, LEMBREM-SE DOS NOMES E DAQUELES QUE SÃO ENVOLVIDOS COM ESTES. TUDO ISSO COM A CONFIRMAÇÃO DA JUSTIÇA DE QUE REALMENTE SÃO CULPADOS COMO TUDO INDICA.

A ETERNA DOR DE COTOVELO


FHC culpa Lula por escândalos no governo Dilma e diz que o ex-presidente foi ‘complacente’ com a corrupção


O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirmou, em entrevista ao jornal chileno El Mercurio, que os escândalos de corrupção nos ministérios são uma herança deixada pelo governo Lula para a presidente Dilma Rousseff. “Ela tem que demonstrar uma vontade diferente e indicar funcionários novos que não sejam corruptos”, observou. Em visita ao Chile, onde participa de um seminário sobre economia organizado pelo Banco Itaú, o ex-presidente disse que a extensão dos escândalos que eclodiram neste ano “passam a impressão que aceitar a corrupção se tornou uma condição para governar” o Brasil. Fernando Henrique criticou diretamente o ex-presidente Lula e disse que no seu governo houve mais impunidade. “Ele foi complacente. Sempre deu desculpas frente a condutas que não têm desculpa”, afirmou.
Drogas. O ex-presidente falou também sobre seu engajamento no debate sobre a descriminalização da maconha. Fernando Henrique defendeu a adoção de penas alternativas, “como trabalho comunitário”, e comparou a situação da droga a do tabaco. “Muita gente fumava (o tabaco), inclusive no início por glamour. Hoje isso já passou. Não houve proibição, mas sim regulação.”
FMI. Ao comentar a recente visita da presidente do Fundo Monetário Internacional, Christine Lagarde, ao Brasil, Fernando Henrique disse que “é um sinal de que o mundo mudou”. Ele destacou que, no passado, eram os brasileiros que iam pedir ajuda ao fundo. “Agora eles vêm para que emprestemos (dinheiro) a outros países que precisam.”

NOTA DO BLOG: QUEM MAIS ABAFOU CPIs NESSE PAÍS TEM MORAL ALGUMA PARA FALAR EM CORRUPÇÃO? QUEM COLOCOU PARICEIROS PARA SER ENGAVETADORES-GERAIS DA UNIÃO TEM ALGUMA CREDIBILIDADE? QUEM PERTENCE A UM PARTIDO QUE JÁ ABAFOU MAIS DE 100 CPIs EM SP TEM ALGUM CRÉDITO? A ETERNA DOR DE COTOVELO POR PERDER DE GOLEADA PARA UM TORNEIRO MECÂNICO DÁ UMA SENSAÇÃO DE FRACASSO CAPAZ DE TENTAR A VOLTA À MÍDIA A QUALQUER CUSTO, INCLUSIVE DEFENDENDO A LEGALIZAÇÃO DA MACONHA. FALANDO NISSO, ONDE ESTÃO OS EVANGÉLICOS DA ASSEMBLEIA DE DEUS COM AQUELA FEROCIDADE TODA QUE TINHAM CONTRA DILMA? CALAM-SE POR QUÊ, COM FHC? É POR ESSAS E MUITAS OUTRAS QUE O BLOG TEM LADO E É PROPENSO SEM DEIXAR DE SER JUSTO. SAIR DA PRESIDÊNCIA COM ÍNDICES BAIXÍSSIMOS DE APROVAÇÃO AO TEMPO QUE VÊ UM RETIRANTE SAIR COM 85% DE APROVAÇÃO DEVE DOER MESMO PARA QUEM É VAIDOSO. AINDA MAIS INTELECTUAL. TEM QUE ATURAR. QUEM MANDOU FAZER O QUE FEZ E DEIXAR DE FAZER O QUE ERA NECESSÁRIO? ATÉ ENERGIA FALTOU NO GOVERNO DESSE ELEMENTO. INVEJA MATA. 

UNIÃO COMPROMETIDA EM 2014


PSB se desvincula do PT e já sonha com o Planalto

Em 12º Congresso, sigla debate estratégia de 2012, quando disputará em 1.500 cidades; Eduardo Campos é aclamado como ‘presidente’








BRASÍLIA - Aos gritos de "Brasil, pra frente, Eduardo presidente", por parte de militantes partidários, o PSB abriu nesta sexta-feira, 2, o seu 12.º Congresso do partido, em Brasília, mostrando que já inicia uma ofensiva para se desvincular do PT nas eleições presidenciais de 2014 e até ter uma candidatura própria. Ou, se repetir a aliança, ter cacife suficiente para tomar o posto de vice, hoje com o PMDB. Para tanto, o objetivo do PSB é crescer nas eleições municipais do ano que vem. Eduardo Campos disse que o partido participará do pleito em 4 mil municípios, com cabeça de chapa em cerca de 1,5 mil. Nas contas do partido, será possível eleger perto de 500 prefeitos. Hoje, o PSB tem 302. O partido faz as contas. Quando Luiz Inácio Lula da Silva venceu a eleição em 2002, o PT fez 292 prefeitos. "Nosso partido foi o que mais cresceu em 2008, em 2010 e será também o que mais crescerá em 2012", proclamou Campos, para delírio da plateia que tomou o Auditório Petrônio Portella, no Senado. De acordo com informações de bastidores do PSB, para crescer o partido decidiu abrir o leque de alianças no ano que vem. Fará parcerias com os aliados tradicionais, como PT, PC do B e PDT, além do recém-criado PSD e do PSDB. Embora já tenha sido procurado por integrantes da direção do partido que o consultaram sobre a possibilidade de se candidatar a presidente em 2014, Campos preferiu dizer que, por enquanto, prefere esperar o resultado das eleições do ano que vem. Ele se sente em dívida com o ex-presidente Lula, que o nomeou ministro da Ciência e Tecnologia logo depois que a Justiça o inocentou do processo de fraude em precatórios, durante o governo do avô, Miguel Arraes, no final dos anos 90. Lula o ajudou a se eleger governador de Pernambuco em 2006. Nos bastidores, o governador tem dito que se sente numa encruzilhada. De um lado, deve fidelidade a Lula e, por extensão, a Dilma Rousseff. Por outro, vê-se fortalecido por um partido que está crescendo e por incentivos para que se prepare para uma candidatura no futuro, talvez não em 2014, mas em 2018, vindas do próprio Lula. "O PSB tem feito muito bem para o Brasil e bem para os locais onde governa. Há uma grande frente de esquerda no País que tem dado certo. E estamos crescendo muito. Com isso, cresce a nossa responsabilidade", afirmou o governador.

ATENÇÃO, ATENÇÃO, BENEFICIÁRIOS DO BOLSA-FAMÍLIA


Revisão cadastral do Bolsa Família termina dia 30 de dezembro

Revisão cadastral dos beneficiários do Programa Bolsa Família termina dia 30 deste mês. A Secretaria Municipal de Trabalho e Assistência Social (Semtas), informa que mais de 4 mil famílias de Natal precisam atualizar os dados.  Poderão perder os benefícios quem está há mais de dois anos sem informar dados como número de integrantes da família, endereço, renda e a escola que as crianças e os jovens freqüentam.  "Falta menos de um mês para o encerramento do processo de revisão cadastral do Bolsa Família deste ano. Mais de 4 mil famílias ainda precisam atualizar os dados, pois estão com o cadastro desatualizado há mais de dois anos.  Caso a atualização não ocorra até o final de dezembro, os benefícios serão bloqueados na folha de pagamento de janeiro de 2012. Se a atualização não ocorrer até 29 de fevereiro de 2012, os benefícios serão cancelados na folha de março de 2012”, explica Gabriela Janilly, coordenadora municipal do Cadastro Único.  A revisão consiste na verificação periódica das informações socioeconômicas dos registros cadastrais das famílias beneficiárias, com vistas a avaliar o atendimento das condições de elegibilidade para continuidade da transferência de renda. As famílias que fizeram a revisão recentemente também devem ficar atentas.  “Também estão incluídas nessa revisão as famílias que mudaram de endereço, de renda, número de componentes familiar, as crianças que mudaram de escola, dentre outros”, ressalta a Coordenadora.  Para atualizar os dados no Cadastro Único é necessário ir até um dos pontos de atendimentos da Semtas, voltados para esse serviço. Os beneficiados deverão apresentar os seguintes documentos para atualizar o cadastro: identidade, CPF, carteira de trabalho e comprovante de residência – todos originais.  Das crianças de até seis anos, apresentar certidão de nascimento original. Para as crianças maiores de seis anos, além da certidão, é preciso ainda apresentar a declaração escolar. “Devem ser apresentados os documentos de todos os residentes do domicilio, independentemente do grau de parentesco”, reforça a Coordenadora. 

Cadastro Único/Bolsa Família

O Cadastro Único se constitui como um dos mais importantes instrumentos de coleta de dados para os Programas da Assistência Social, tendo como objetivo identificar todas as famílias em situação de pobreza existentes no Município.  A inscrição no CadÚnico é o primeiro passo para a inclusão no Programa Bolsa Família e demais Programas Sociais, como o Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI), ProJovem Adolescente, Tarifa Social de Energia Elétrica, entre outros.  De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome – MDS, a cidade do Natal contabiliza 81.650 famílias cadastradas, sendo 48.670 famílias beneficiadas com o Bolsa Família. 

NOTA DO BLOG: QUEM FOI CORTADO DO BENEFÍCIO SEM NENHUMA EXPLICAÇÃO PLAUSÍVEL OU CONHECE ALGUÉM QUE PERMANECE RECEBENDO TAL BENEFÍCIO SEM POSSUIR CRITÉRIOS PARA RECEBÊ-LO PODE ENTRAR EM CONTATO COM O CONSELHO DO BOLSA-FAMÍLIA DE CADA CIDADE. PERMANECENDO OS EQUÍVOCOS, O MINISTÉRIO PÚBLICO TEM RESPALDO LEGAL PARA IMPOR A JUSTIÇA EM RELAÇÃO AO PROGRAMA E AOS CRITÉRIOS DESSA TRANSFERÊNCIA DE RENDA MÍNIMA DO GOVERNO FEDERAL. NÃO HÁ FAVOR, NÃO HÁ GENTILEZAS. ESSE É UM DIREITO DE TODOS QUANTO PRECISEM E ESTEJAM NOS CRITÉRIOS DO PROGRAMA QUE É UMA POLÍTICA DO GOVERNO FEDERAL. APENAS DINHEIRO DO GOVERNO FEDERAL.

MULHER TRABALHADORA


Fátima Bezerra reitera ao jornal Valor Econômico projeto para aumentar investimentos em Educação


O jornal Valor Econômico publica nesta quinta-feira matéria sobre as negociações entre Executivo e Legislativo, no que diz respeito aos investimentos do governo federal para a Educação nos próximos 10 anos.  Em meio à notícia, o jornal destaca a posição da presidente da Comissão de Educação e Cultura, Fátima Bezerra (PT), que trava uma luta no Congresso Nacional para que o Executivo aumente o percentual de investimento previsto no Plano Nacional de Educação, de 7% do PIB.  O relator do projeto na comissão especial, deputado federal Ângelo Vanhoni (PT/PR), atendendo a reivindicações de movimentos sociais ligados à Educação, aumentou o percentual para em torno de 8%. O projeto ainda não foi apresentado. Fátima Bezerra, inclusive, participou nesta quarta de reunião com Vanhoni e os ministros Gleisi Hoffman (Casa Civil), Ideli Salvatti (Relações Institucionais), Guido Mantega (Fazenda) e Fernando Haddad (Educação), agendada pelo Palácio do Planalto para discutir o assunto. Para Fátima Bezerra, "os 7% são um avanço, mas é preciso ousar mais".  "Quando o governo definiu o índice dele, foi à luz das metas que eles colocaram. Mas acontece que ampliamos essas metas aqui e por isso nossa conta é maior, porque as metas nossas são maiores", afirmou ao jornal. O Valor Econômico também detalhou emendas apresentadas pela presidenta da Comissão de Educação e Cultura, como a que "iguala o rendimento médio do profissional do magistério aos dos demais profissionais com escolaridade equivalente".

NOTA DO BLOG: HÁ PESSOAS QUE FACILMENTE DEIXAM SUAS MARCAS. BRIZOLA E DARCY RIBEIRO FORAM ÍCONES EM FAVOR DA EDUCAÇÃO. LULA FOI E É UMA PERSONALIDADE DO MUNDO POLÍTICO PELA SUA CAPACIDADE DE LIDERANÇA E COMO PRESIDENTE, DE INCLUSÃO SOCIAL. JÁ NOSSA FÁTIMA BEZERRA DESTACA-SE A CADA ANO PELA SUA MANEIRA ÍMPAR DE LIDAR COM A SUA CLASSE, OU SEJA, COM OS PROFESSORES E, POR CONSEGUINTE, PARA COM A EDUCAÇÃO. SÃO POLÍTICOS COMO FÁTIMA QUE FAZEM COM QUE NÃO PERCAMOS A ESPERANÇA. PARABÉNS, FÁTIMA. DIFERENTEMENTE DE MUITOS POLÍTICOS POR AI QUE SE DESTACAM POR ROUBAR E ENRIQUECER ÀS CUSTAS DO DINHEIRO DO POVO, SUA EXCELÊNCIA MOSTRA QUE É POSSÍVEL SER HONESTA, CAPAZ E PROBA. SE NATAL NÃO VACILASSE, JÁ A TERIA COLOCADO LÁ. DEMOCRACIA É ISSO. NEM SEMPRE OS MELHORES SÃO ESCOLHIDOS. EM ALGUNS LUGARES APENAS OS INCOMPETENTES É QUE SÃO. QUEM É DEMOCRATA TEM QUE ACEITAR. AS LEIS TÊM QUE SER RESPEITADAS BEM COMO A SOBERANA VONTADE DA MAIORIA.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

OBRIGADO LULA, OBRIGADO PT!



Economia do Brasil é sólida e pode resistir à crise, diz chefe do FMI


Em uma visita protocolar ao Brasil, a chefe do FMI (Fundo Monetário Internacional), Christine Lagarde, e o ministro Guido Mantega (Fazenda) destacaram o risco de contaminação de outros países com a crise na Europa e a necessidade de os governos agirem rapidamente, mas não avançaram em direção a medidas concretas do fundo com a participação de economias emergentes. Em entrevista após o encontro, Lagarde comentou a ação coordenada feitas pelos Bancos Centrais do Canadá, Reino Unido, Japão, EUA e Suíça, além do Banco Central Europeu ontem, quando reduziram taxas para o intercâmbio de moeda entre os países. "Notamos que esse tipo de ação produz efeitos imediatos. Trata-se de uma iniciativa positiva, não a única necessária, mas positiva.

A chefe do FMI, Christine Lagarde, ao lado do ministro das Finanças Guido Mantega durante coletiva em Brasília
A chefe do FMI, Christine Lagarde, ao lado do ministro das Finanças Guido Mantega durante coletiva em Brasília
Lagarde afirmou que nenhum país está imune à crise na Europa, mas que o Brasil está mais protegido. Segundo ela, as projeções do órgão para o crescimento da economia mundial serão reduzidas. A chefe do FMI destacou a estratégia macroeconômica do país baseada em três pilares: metas de inflação, taxa de câmbio flutuante e responsabilidade fiscal. "Graças a esse coquetel, a economia está sólida e pode resistir"; o Brasil "está protegido pela força de seu mercado interno e por suas boas políticas macroecônomicas", acrescentou. A diretora-geral afirmou que FMI está pronto para agir, mas que atua quando solicitado. Segundo Lagarde, o momento da ação dependerá da evolução da crise. "O 'timing' é sempre crítico em qualquer negociação, em qualquer operação. O FMI está pronto para fazer o que for requisitado e irá encarar suas responsabilidades", completou.

APORTE AO FMI


Na coletiva, Mantega voltou a cobrar que os Europeus ajam mais rapidamente, principalmente por meio do Banco Central Europeu, que, para o ministro, deve atuar como um "emprestador final" aos países em crise. Mantega reiteirou que o Brasil está disposto a ajudar o fundo, com a condição de que a reforma das cotas do FMI seja continuada. Lagarde não deu nenhuma sinalização em relação a isso, mas disse confiar na ajuda dos países emergentes quando for necessário. Mais cedo, Lagarde se reuniu a portas fechadas com Dilma, que a recebeu no Palácio do Planalto. Em seguida, as duas posaram para os fotógrafos sem dar declarações aos jornalistas. A visita de Lagarde é a última escala de uma viagem que incluiu Peru e México. A viagem da diretora-gerente do FMI tem como objetivo analisar o impacto da crise global na América Latina.

Dilma Rousseff se reuniu com a diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde, antes de partir para Venezuela
Dilma Rousseff se reuniu com a diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde, antes de partir para Venezuela

NOTA DO BLOG: ESSA É A POLÍTICA ECONÔMICA DO PARTIDO DOS TRABALHADORES E ALIADOS. SEM DEIXAR DE LADO OS FATORES SOCIAIS, AS QUESTÕES DE INSERÇÃO SOCIAL DOS MAIS POBRES, A MACROECONOMIA BRASILEIRA É DIRIGIDA COM MAESTRIA E PAUTANDO SEUS CONCEITOS NO EQUILÍBRIO DAS AÇÕES NO SENTIDO DE OFERTAR CADA VEZ MAIS QUALIDADE DE VIDA PARA TODOS OS BRASILEIROS. POR ESSA E POR MUITAS OUTRAS É QUE OS DESMORALIZADOS ESTÃO CADA VEZ MAIS RAIVOSOS, DESTILANDO O VENENO E ESVAZIANDO AS PASTAS PROGRAMÁTICAS QUE SÓ AJUDARIAM O PAÍS A CRESCER AINDA MAIS. MELHOR PARA O PT. 

TIPO EXPORTAÇÃO

Grupo preso no RN queria levar inspeção veicular a 10 Estados



O grupo preso sob suspeita de fraudar a inspeção veicular no Rio Grande do Norte pretendia implantar o mesmo serviço em dez Estados, afirma o Ministério Público. A base legal e o modelo do programa que seria usado são os mesmos da Controlar, que faz a inspeção veicular em São Paulo e agora é alvo de processo na Justiça --a Promotoria paulista acusa a empresa e o prefeito Gilberto Kassab (PSD) de uma série de irregularidades. A Controlar repassou ao consórcio potiguar, o Inspar, toda a sua tecnologia. Telefonemas e troca de mensagens gravadas com autorização judicial revelaram o acordo entre os empresários paulistas e os do Rio Grande do Norte. Já estavam em curso negociações para a implantação do serviço em Alagoas, Paraíba e Ceará --os outros Estados não foram revelados.

NOTA DO BLOG: PROVAVELMENTE TEM MUITO MAIS PESSOAS ENVOLVIDAS NESSA QUADRILHA. ASSIM COMO NO TRÁFICO, EM QUE OS "GRANDÕES" NÃO APARECEM, DA MESMA FORMA OS COLARINHOS BRANCOS FICAM APENAS A DISTÂNCIA, OBSERVANDO E APONTANDO TUDO. EM SE TRATANDO DE BRASIL, ESSAS PEQUENAS PRISÕES TEMPORÁRIAS E A REPERCUSSÃO, PARA NOSSOS PADRÕES, JÁ TRAZ UM SENTIMENTO DE JUSTIÇA.