segunda-feira, 25 de junho de 2012

SERÁ QUE NÃO SOBRA UM?


Grampo flagra assessor de senador

Um assessor do senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), presidente da CPI do Cachoeira, foi flagrado conversando com um integrante do grupo do bicheiro Carlinhos Cachoeira. Escuta telefônica feita pela Polícia Federal com autorização judicial mostra o assessor, identificado como Rui, marcando encontro com Francisco Marcelo Queiroga, que atuava junto à quadrilha de Cachoeira. Ele tinha os telefones grampeados e é irmão de José Olímpio Queiroga, um dos braços-direitos de Cachoeira. Foram registradas pelo menos duas conversas, a primeira em 13 de fevereiro deste ano, antes do início da CPI e da Operação Monte Carlo da PF. Rui pergunta se Marcelo ligou para seu celular:


— Quando estou lá, não posso atender, não.



Marcelo cobra, então, pagamentos do assessor de Vital:



— Vamos fazer o seguinte: fica bom para mim, fica bom para você. Vê para mim quando você quer pagar isso aí. Você me dá dois cheques, acabou. Tenho um cheque seu, eu já te passo. É tão pouco agora.



O assessor pede que Marcelo o encontre no gabinete onde trabalha, no Senado. Este, que diz circular sempre pela Casa, pergunta a que gabinete deve ir:



— Vital do Rêgo.



— Ricardo Rego?



— Vital do Rêgo. Mas você não precisa dizer que está indo para lá. Fala que está indo falar com funcionário e dá meu nome.



No dia seguinte, a PF gravou nova conversa. Rui diz que chegou tarde e pede para marcar outro encontro. Os dois ficam de conversar após o carnaval. Vital do Rêgo disse que hoje vai saber se o funcionário citado nas gravações é o mesmo Rui que trabalha para ele.



— Se for, vou perguntar do que se trata essa conversa. O Rui que eu conheço me presta bons serviços, mas nunca me falou nada disso — disse Vital.



Rui Brito Souza, assessor do senador, reconheceu ontem à noite ao Globo que é amigo de Marcelo, mas que não sabia da ligação dele com Cachoeira. Afirmou que pediu dinheiro emprestado e, por isso, falam na conversa em “descontar cheques”. Rui disse que tem “outras atividades fora” do Senado, como consultor em rádio e TV.



— Ele (Marcelo) é meu amigo pessoal e chegou a comentar comigo que o irmão tinha sido preso, mas contou que tudo ia ser resolvido. Não comentei com o senador porque minha vida pessoal diz respeito a mim — afirmou.



O senador contou que Rui acompanha tramitação de projetos na área de telecomunicações e já trabalhava para o senador que o antecedeu. Ontem, Marcelo disse não se lembrar dessa conversa, nem de Rui. Indagado sobre com quem costuma se relacionar no Senado, disse que tem amigos por lá, com os quais pratica esportes. Nas gravações, Marcelo demonstra ter o controle do jogo, atividade que evita citar nos diálogos. Em 28 de fevereiro, dia em que Cachoeira foi preso, numa conversa às 19h52m, ele parece discutir a atividade e diz que o dia não foi bom na banca:



— Tá devagar. Voltando dos campos, mas tá devagar. É geral.



No Espírito Santo, Marcelo e Olímpio foram acusados, em 2004, de matar uma pessoa, que, cinco anos antes, teria roubado objetos da casa dos Queiroga em Vila Velha. Marcelo chegou a ser preso, em Vitória, acusado de desviar recursos do Banestes, que teria sido usado para incrementar seu bingo.

domingo, 24 de junho de 2012

NA SUA CIDADE TEM ISSO?


Sarney é homenageado como pioneiro do nepotismo sustentável

SÃO LUÍS - Reconhecido internacionalmente pelo comprometimento com parentes em cargos públicos, José Sarney foi condecorado com a ordem de Senador Orgânico Sustentável numa cerimônia realizada na Rio+20. "Divido essa homenagem com meu povo. Sinto-me estimulado a fixar metas para que todos os órgãos públicos tenham, pelo menos, 12 parentes de deputados e senadores até 2015", explicou, cofiando o bigode acaju. Convidado para palestrar na mesa "Da fisiologia Verde à Verdinha: Perspectivas", Sarney elencou 193 maneiras de se reciclar no poder. "É preciso saber dosar as emissões de verbas entre a base de apoio e os currais eleitorais", vaticinou, enquanto empregava dois parentes distantes em uma tribo Yanomami. Elogiado pela preservação das tradições populares em seu Estado, o Amapá, Sarney aproveitou a oportunidade para anunciar uma conferência no Maranhão. "O evento debaterá o nepotismo sustentável e se chamará Sarney+200", explicou o senador, enquanto empregava 47 parentes na Cúpula dos Povos. A governadora Roseana Sarney participará hoje da mesa "Bigodes reciclávies: como preservar a tradição sem depredar o meio-ambiente".

SE VOCÊ NÃO MUDA, SUA VIDA TAMBÉM NÃO MUDA

PRESTEM ATENÇÃO: AINDA HÁ POLÍTICOS QUE PRESTAM

Senado: Paulo Paim, que é do PT, enfatiza necessidade de se acabar com o voto secreto no congresso



A tendência, no Senado Federal, é aprovar um texto que acabe de vez com o voto secreto na aprovação de matérias. O senador Paulo Paim (PT/RS) é autor da Proposta de Emenda a Constituição (PEC 50) que acaba com o voto secreto no parlamento. Segundo o senador, a aprovação da PEC dará transparência e a população saberá como cada deputado ou senador votou determinado assunto. “Não dá pra ter meio termo, a minha PEC, PEC 50, que eu vou torcer muito para que o Congresso vote, acaba com o voto secreto,  ela tira da Constituição a palavra voto secreto e nem uma votação para mim deveria ter o voto secreto, cada parlamentar tem que assumir sua posição”. Ele explicou ainda que a matéria está pronta para ser votada e que não vê razões para que ela não seja aprovada e justificou dizendo… “Se eu vou votar com o governo ele tem que saber como eu votei e se eu tiver uma divergência ele também que saber”.


VOCÊ VAI VOTAR EM QUEM?


No Rio Grande do Norte, o crime compensa


Esta semana fez exatamente um mês. 

O que você acha que aconteceria caso uma das principais lideranças políticas do estado fosse flagrado em escutas telefônicas combinando o uso da conta pessoal de um tesoureiro de campanha para transferir dinheiro a fim de comprar apoio político de dois vereadores da capital? Se esse líder político fosse o marido da governadora do estado e um dos vereadores a serem comprados fosse o presidente da Câmara Municipal da capital?  Se esse mesmo líder, marido da governadora, em outra ligação, ao conversar sobre a defecção de dois deputados estaduais da campanha da mulher, dissesse literalmente que tinha “um dinheirinho para mandar” na tentativa de reverter a mudança de voto dos dois deputados? E se um desses dois deputados fosse o presidente da Assembleia Legislativa? E se você ouvisse que seriam depositados R$ 100 mil na conta de campanha de um deputado federal mas que esse dinheiro não era dele? Ou seja, que o grupo político teria que inventar recibos e notas fiscais frios para retirar esse dinheiro da conta do deputado para uso na campanha ao senado. E se essa candidata ao senado, eleita, fosse a atual governadora do estado? E se você ouvisse diversas gravações mostrando as articulações para uso de notas fiscais frias para justificar gastos de campanha na prestação de contas? Você não veria nisso um escândalo político sem igual na história do estado em questão? Você não esperaria ver o tema estampado em todos os jornais locais e, inclusive, em veículos nacionais?  Você não gostaria de ver uma ação enérgica do Procurador Geral da República para investigar e punir exemplarmente os envolvidos - cujos crimes supostos prescreverão apenas em 2018? Por que, então, o #Caixa2doDEMnoRN, com raras exceções, não foi destaque dos veículos convencionais de imprensa? Por que sequer revistas como a CartaCapital não lhe deram espaço? Por que apenas o jornal O Globo se interessou e, ainda assim, foi silenciado pela ação do líder do PMDB na Câmara Federal? E por que ninguém se indignou com essa afronta à liberdade de imprensa? Por que ninguém se indigna com a incapacidade da Procuradoria Geral da República em responder, há praticamente um mês, sobre o que foi feito de uma investigação que recebeu há três anos?  Por que essa enorme inação, silenciamento, sufocamento histórico? Porque, parece, no RN o crime compensa. Para os poderosos. Mesmo que tantos elementos e indícios claros tenham sido levantados e deixem perplexos o que os lêem e ouvem, os poderosos têm o direito de não serem incomodados até que os seus supostos crimes prescrevam. 

E tudo com a anuência, parece, do espreguiçador geral, Roberto Gurgel. 

Vamos deixar, como sociedade, que crimes tão evidentes restem, ao fim, impunes? Vamos deixar que aqueles que fazem o meio campo entre a comunidade e os fatos prossigam omitindo fatos dessa gravidade? Quantos outros ainda serão sonegados? Quantos criminosos restarão impunes e aparecerão como éticos e perfeitos políticos? Probos. 

sábado, 23 de junho de 2012

MELHOR VOTAR BEM DO QUE LER NOTÍCIAS ASSIM



“Desviaram mais de R$ 1 milhão”

Dois ex-dirigentes do PFL, hoje DEM, denunciam o desvio de dinheiro público do partido na Bahia e no Acre

ACUSAÇÃO Chagas Freitas (acima) e Saulo Queiroz (abaixo). Eles denunciam gastos proibidos por lei, cheques voadores e desvios do fundo partidário (Foto: arquivo pessoal)
Em agosto de 2005, o assistente de chancelaria do Itamaraty Francisco Chagas da Costa Freitas se filiou ao então PFL, hoje DEM. No mês seguinte, assumiu a presidência do diretório regional do partido no Acre com dupla incumbência. Primeiro, reorganizar a legenda no Estado. Depois, preparar sua candidatura ao Senado para as eleições de 2006. A primeira tarefa se mostrou mais complexa que a segunda. Chagas Freitas, como ele se apresenta (homônimo do governador biônico do Rio de Janeiro na década de 1970), deparou com um quadro de descalabro: salários de funcionários e aluguéis de imóveis atrasados, disputas trabalhistas e uma série de cheques sem fundos emitidos pela gestão anterior. Eram tantos cheques voando na praça que o Banco Central encerrara a conta do PFL acriano. Orientado pela direção nacional pefelista, ele abriu uma nova conta para movimentar o dinheiro do partido. Começava ali uma longa briga que culmina hoje com uma denúncia grave envolvendo vários dirigentes e ex-caciques do PFL (ou DEM). Com a palavra, Chagas Freitas: “O Saulo Queiroz, que hoje é o braço direito do Kassab, me disse: ‘Chagas, não se preocupe. Nós estamos com um rolo muito grande na Bahia. Na Bahia, houve desvio de mais de R$ 1 milhão. O partido terá de resolver essa questão da Bahia, porque lá tem o ACM e todos esses caras que são importantes no partido. E, depois que a gente resolver o caso da Bahia, vamos resolver o caso do Acre’. Quem me disse isso foi o Saulo Queiroz, com a anuência do Bornhausen”. São tantos os caciques políticos citados numa única denúncia que é necessário colocar legendas. Ei-las:
 - Saulo Queiroz era na época tesoureiro nacional do PFL/DEM. Hoje é secretário-geral do PSD;
 - Gilberto Kassab é prefeito de São Paulo. Liderou uma dissidência no DEM e criou, em 2011, o PSD, do qual é presidente;
 - Antônio Carlos Magalhães (ACM) era um dos nomes de maior expressão no PFL/DEM. Morto em 2007, foi governador e senador pela Bahia;
 - Jorge Bornhausen, político catarinense, foi presidente do PFL/DEM até 2007. Hoje está fora da política.
Depois de assinar uma série de cheques para pagar as despesas do diretório regional, Chagas Freitas, como qualquer outro dirigente partidário, teve de prestar contas à Justiça Eleitoral. Os partidos precisam justificar anualmente seus gastos, entre outras razões, porque recebem recursos da União por meio de um dispositivo conhecido como Fundo Partidário, abastecido com dinheiro público. Em 2006, o Tribunal Regional Eleitoral do Acre rejeitou as contas do PFL local, sob o comando de Chagas Freitas, que perdera a disputa por uma cadeira no Senado naquele ano. O TRE apontou aplicações irregulares de dinheiro do Fundo Partidário. Como se trata de dinheiro público, o caso foi remetido ao Tribunal de Contas da União (TCU), que condenou Chagas Freitas e o tesoureiro do PFL do Acre, Raimundo Aragão, a ressarcir o Tesouro Nacional em mais de R$ 115 mil (hoje o débito está em mais de R$ 200 mil, devido à correção monetária e aos juros). Desde então, Chagas Freitas luta para que o partido assuma o pagamento dessa dívida. O comando nacional do DEM se recusa. Seria, então, a acusação de Chagas Freitas contra o DEM da Bahia uma denúncia infundada, uma chantagem? O próprio Saulo Queiroz reconhece uma sucessão de problemas no PFL baiano entre 2005 e 2006. Ele não admite que houve desvio, mas conta que a Justiça Eleitoral bloqueou o Fundo Partidário do PFL na Bahia depois de detectar vários gastos proibidos por lei, despesas que não poderiam ser pagas com recursos públicos. No caso do Acre, Queiroz afirma que houve mesmo roubo de dinheiro do Fundo Partidário:
– O que aconteceu no Acre? Eles não tinham comprovantes dos gastos. Emitiram cheques sem pagar nenhuma conta do partido. Para onde foi o dinheiro, não faço ideia. Não tínhamos, naquele momento, como resolver. Havia um indício muito forte de desvio. Que, a bem da verdade, não foi feito por Chagas Freitas. Ele tinha um tesoureiro que não era uma pessoa muito honesta. Confiou no cara, o indivíduo saiu sacando dinheiro e botando no bolso. Infelizmente, sobrou para ele. Mas tem 80% de culpa, porque foi ele quem colocou esse tesoureiro lá. E assinava os cheques como se fossem em branco.
E o que ocorreu na Bahia? Eis o que afirma Queiroz, na qualidade de tesoureiro-geral do partido na época:
– Houve um problema na Bahia, mas não era igual a esse do Acre. Prestações sucessivas de contas com problemas. Não caracterizando desvio, mas utilização indevida de recursos do Fundo Partidário, aplicado em coisas que a lei vedava. O que fizemos? Se não me engano, adiantamos seis cotas do Fundo Partidário para a Bahia, para que eles pudessem resolver o problema no Tribunal. Em outra conta, para recebimento de doações, depositamos mais recursos para a sobrevivência do diretório, porque também estavam impedidos de receber dinheiro do Fundo Partidário.
Queiroz diz não lembrar o valor exato aplicado irregularmente pelo PFL da Bahia, mas acredita que seria algo em torno de R$ 600 mil – e não mais de R$ 1 milhão, como diz Chagas Freitas. Segundo Queiroz, a crise na Bahia foi tão grave que a direção nacional do partido teve de intervir no diretório local. Chagas Freitas diz que Queiroz é comedido ao falar em aplicação irregular de dinheiro na Bahia. “Foi desvio de recursos mesmo. Não havia notas fiscais para os gastos”, afirma. Ele diz que não houve roubo no Acre em relação às contas de 2005, como afirmou Queiroz, mas sim o entendimento do TCU de que cheques do Fundo Partidário foram usados de forma irregular. Ele entrou com um recurso no Supremo Tribunal Federal contra a decisão. Na quarta-feira passada, o ministro Ricardo Lewandowski concedeu uma liminar em favor de Chagas Freitas, suspendendo em caráter temporário a cobrança do TCU. Ele também mandou citar o diretório nacional do DEM, para que o partido se manifeste sobre o assunto. “Temos a comprovação de todos os gastos do diretório do Acre. Somente fiz pagamentos por ordem do diretório nacional do partido. Como o partido quer que eu assuma essa responsabilidade? Sou economista e trabalho há mais de 30 anos no Itamaraty. Já cuidei das contas de várias embaixadas. Nunca sofri uma acusação sequer de qualquer tipo de desvio nesses anos todos”, diz Chagas Freitas. Nos últimos meses, ele mandou várias cartas ao atual presidente do DEM, senador Agripino Maia (RN), cobrando posição do partido. Agripino afirma que o departamento jurídico do DEM entendeu que não há o que fazer. “Esse rapaz nos procurou. Eu disse a ele: ‘Quem te prometeu ajuda foi o Saulo? Então é o Saulo que tem de tratar desse assunto com você’. O partido não pode se responsabilizar por situações da pessoa física”, diz. Agripino e o atual tesoureiro nacional do DEM, Romero Azevedo, disseram que, se houve erros na Bahia, eles não sabem do que se trata, pois os fatos ocorreram antes de seus mandatos no comando do partido. “A responsabilidade pela aplicação dos recursos é da Bahia, não nossa”, diz Agripino.
  



OPOSIÇÃO DE JOSÉ DA PENHA FORMALIZA PRÉ-CANDIDATURAS

Na manhã deste sábado, 23/06 formalizou-se as pré-candidaturas a prefeito, vice-prefeito e vereadores pelo bloco de oposição em José da Penha. Carlos José Pinheiro Maia foi o escolhido para encabeçar a chapa majoritária, juntamente com Chiquinho, vice-prefeito, além de nomes para a Câmara Municipal, como Valkíria Maia Fontes (PDT), Jonas Monte (PDT), Manoel Lemos (PT), Rogério da Igreja (PT) e Irmão Alberto (PC do B). O evento contou com lideranças de várias ideologias como o deputado Getúlio Rêgo (DEM), o prefeito de Pau dos Ferros, Leonardo Rêgo (DEM), o suplente de deputado Dr. Pio X Fernandes (PSB), Dra Antônia, ex-vice prefeita de Luis Gomes, além de parte da população e filhos ausentes da cidade. Como percebe-se facilmente, o bloco de oposição tem um time requintado de talentos, vida proba, capacidade técnica e intelectual, além de exemplos morais para ofertar ao eleitor. Cabe à maioria decidir republicanamente se querem continuar do jeito que estar ou se querem um novo modelo para José da Penha.

ESSE É O SERRA QUE QUERIA SER PRESIDENTE


O homem é impossível. Serra é um mitômano incorrigível. Ele se diz engenheiro, mas não prova. Também se diz economista, e também não prova. Em campanha, já afirmou ser o pai dos genéricos (que foi Jamil Haddad). Afirmou também ser o criador do programa anti-Aids do governo federal, quando os criadores foram a doutora Lair Guerra de Macedo Rodrigues e o professor, médico e ex-ministro Adib JateneAgora, com a cara de pau que lhe é peculiar, o homem dos escândalos das Operações Sanguessugas e Vampiro, o homem das ambulâncias superfaturadas, o homem que desistiu de um processo contra o jurista Bierrenbach, quando este solicitou exceção de verdade para provar o que dissera ("José Serra entrou pobre na Secretaria de Planejamento do Governo Montoro e saiu rico… Ele usa o poder de forma cruel, corrupta e prepotente... Poucos o conhecem. Engana muita gente. Chama-se José Serra. Fez uma campanha para deputado federal miliardária. Prejudicou a muitos dos seus companheiros...[Ele e Maluf] têm ambição sem limites. Uma sede de poder sem nenhum freio. E pelo poder eles são capazes de tudo")...

Pois, agora, esse mesmo José Serra se apropria do slogan da campanha de Dilma em 2010 ("Para o Brasil seguir mudando") e o transforma em "Para São Paulo seguir avançando", que é o desta sua campanha para a prefeitura de São Paulo. Só que o Datafolha mostra que 80% dos paulistanos querem um novo governo. O paulistano não quer seguir, quer um governo diferente do atual Serra-Kassab, quer mudar. Por isso, o mitômano vai continuar na fila, à espera de uma próxima eleição.

O PARAGUAI QUE NÃO PASSA DE UM PARAGUAI


Impeachment, não: golpe no Paraguai

Que impeachment, que nada...

O que houve no Paraguai, ontem, foi um golpe de Estado, um atentado à democracia, uma volta ao passado recente de repúblicas de banana na América do Sul. E os governos sul-americanos não perdoaram. A mensagem dos presidentes sul-americanos ao colega - ou ex-colega - paraguaio Fernando Lugo não dá margem a dúvidas: na avaliação da União das Nações Sul-Americanas (Unasul), o que ocorreu no Paraguai, onde o presidente Fernando Lugo sofreu impeachment após um processo político relâmpago, foi golpe. As mensagens dos chefes de estado diferem apenas em estilo, mas o conteúdo é consensualmente de condenação. De Dilma Roussef, a presidenta brasileira: “Dar valor à democracia é algo muito importante”. Do presidente boliviano Evo Morales: “A Bolívia não reconhecerá um governo que não surja das urnas e do mandato do povo”. Do equatoriano Rafael Correa: “Foi um golpe ilegítimo do poder legislativo, em tempo recorde”. Cristina Kirchner, da Argentina: “A situação em Assunção (capital paraguaia) é inaceitável”. Do presidente venezuelano, Hugo Chávez: “Não reconhecemos esse ilegal e ilegítimo governo em Assunção, um golpe da burguesia paraguaia”. Antes, seu partido, o PSUV, já havia dado o sinal: “Convocamos todos os movimentos e partidos políticos da região a apoiar o presidente Fernando Lugo”. Inicialmente, às primeiras notícias sobre a votação pró-impeachment no Paraguai, os líderes sul-americanos mostraram temor quanto a uma onde de violência no país. A maioria estava no Brasil, participando da Rio+20. A avaliação é que, de estalo, era mais difícil falar em golpe, já que a dissolução havia partido após votação pelos deputados paraguaios. Menos de um dia depois, contudo, o tom predominante nos discursos e recomendações aos diplomatas de cada governo passou a ser de condenação, sobretudo pela rapidez com que a retirada de Lugo do poder foi executada. Na quinta-feira, um dia antes da consolidação da destituição, os chefes de estado da Unasul, reunidos no Rio, optaram por enviar uma missão diplomática a Assunção para evitar um golpe de estado. Como não obtiveram êxito, veio a condenação. Participaram da decisão Dilma, Correa, Morales, Juan Manuel Santos (Colômbia), Sebastian Piñera (Chile) e José Mujica (Uruguai). Na sexta-feira à noite, o presidente venezuelano informou que conversara com Dilma, Cristina e Mujica. Segundo ele, todos consideram o que houve no Paraguai um atentado à democracia.

SINÔNIMO DE PARAGUAI: TRÁFICO, CONTRABANDO, PIRATARIA, POBREZA EXTREMA, PRODUTOS FALSIFICADOS E MUITA, MUITA CORRUPÇÃO. A CULPA DISSO TUDO: DOS POLÍTICOS DE DIREITA QUE ROUBAM O DINHEIRO PARA PROVEITO PRÓPRIO E DEIXAM O POVO À MINGUA. ALGUMA SEMELHANÇA COM ALGUMA CIDADE DO BRASIL? SIM,VOCÊ É INTELIGENTE....

A VERGONHA E A COVARDIA DA IMCOMPETÊNCIA


PV troca Micarla por Luiz Almir; Sérgio Pinheiro será o vice

Chapa Carlos Eduardo/Wilma foi o fator decisivo que levou o PV a rever candidatura da atual prefeita de Natal.


O Partido Verde não resistiu à chapa apresentada hoje pela oposição, encabeçada pelo ex-prefeito Carlos Eduardo (PDT), tendo a ex-governadora Wilma de Faria (PSB) como vice, e mudou os rumos na eleição deste ano. De significativo, a desistência da prefeita Micarla de Sousa (PV) do pleito. Os verdes, agora serão representados pelo ex-deputado estadual Luiz Almir, que terá como vice Sérgio Pinheiro (PTN). A decisão dos verdes será anunciada na segunda-feira, após as conversas que tentam fechar o palanque de apoio ao projeto da legenda terem sido encerradas. Além da chapa oposicionista, a prefeita Micarla de Sousa reconsiderou o pedido feito pela família para que se afaste da política e trate sua saúde. A chapa será apresentada em coletiva de imprensa na segunda-feira à tarde. 

OBRIGADO JAJÁ, OBRIGADO ROSALBA, OBRIGADO ROBINSON! VOCÊS SÃO OS RESPONSÁVEIS POR ISSO. MAIS UMA VEZ, LULA TINHA RAZÃO. ERA FÁTIMA A MELHOR ESCOLHA EM 2008. PENA PARA O ELEITOR DE NATAL.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

COLIGAÇÃO EM NATAL


Wilma anuncia chapa com Carlos Eduardo criticando Micarla

Ex-governadora inicia discurso citando que Prefeitura está de costas para o povo.


A ex-governadora Wilma de Faria, líder do PSB no Rio Grande do Norte, anunciou oficialmente que a legenda indicou seu nome para a composição de chapa com o ex-prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT). "Estamos aqui unidos por Natal. Sabemos da necessidade que a população tem em relação às demandas. A Prefeitura está de costas para o povo e precisamos resgatar Natal", disse no início de sua fala. Além de Wilma, compõem a mesa de anúncio o vice-governador Robinson Faria (PSD), o deputado federal Fábio Faria, os vereadores Raniere Barbosa (PRB) e Júlio Protásio (PSB), o ex-deputado Wober Júnior (PPS) e o ex-prefeito Carlos Eduardo (PDT). 
 

quinta-feira, 21 de junho de 2012

A HORA DAS ESCOLHAS


EIS O MOMENTO EM QUE VEREMOS QUEM SÃO VERDADEIRAMENTE OS CIDADÃOS QUE APOIAM AS BOAS IDEIAS E AQUELES QUE PREFEREM SEMPRE UM LADO INDEPENDENTE DE QUEM ESTEJA OU DO QUE FAÇA. DEUS VÊ TUDO, DEUS SABE DE TUDO, DEUS CONHECE O ÍNTIMO DO CORAÇÃO DO SER HUMANO

OLHA O QUE O SEU VOTO É CAPAZ DE FAZER

Desemprego cai para 5,8% em maio, aponta o IBGE
A taxa de desemprego nas seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) recuou de 6% em abril para 5,8% em maio, conforme aponta a Pesquisa Mensal de Emprego divulgada nesta quinta-feira (21). Em maio de 2011, a desocupação havia ficado em 6,4%. Apesar da crise e dos entraves ainda legislativos, o Brasil desponta mais uma vez como um dos países menos afetados pela crise internacional e com vigor do seu mercado interno decisivo para superar as adversidades macroeconômicas.

SEU VOTO PODE TRAZER QUALIDADE DE VIDA, MUDANÇA DE UM FUTURO MELHOR. FOI ASSIM EM 2002 COM A ELEIÇÃO DO POPULAR DO EX-PRESIDENTE LULA. PODE SER ASSIM TAMBÉM NA SUA CIDADE. ESSE ANO É DE ELEIÇÃO, UMA OPORTUNIDADE ÚNICA PARA CONQUISTARMOS MÉDICO TODO DIA, EDUCAÇÃO DIFERENCIADA, PRESTAÇÃO DE CONTAS, MERITOCRACIA NA ADMINISTRAÇÃO, ORÇAMENTO PARTICIPATIVO E OUTROS. O VOTO, COMO SE VÊ, É UMA GRANDE ARMA NAS MÃOS DO POVO, DE TODOS NÓS.

NO BRASIL, SER CORRUPTO É SER ESPERTO


Deputados são acusados de usar verba da Assembleia para pagar empréstimos

Dezesseis deputados e ex-deputados estaduais de Alagoas se tornaram réus ontem em processo por improbidade administrativa, sob acusação de tomar empréstimos bancários e quitá-los com verbas da Assembleia. Os deputados estaduais Nelito Gomes (PSDB), Antônio Albuquerque (PT do B), Isnaldo Bulhões (PDT) estão entre os réus, além do deputado federal Arthur Lira (PP), eleito em 2010. Quatro servidores da Assembleia e um dirigente do Bradesco em São Paulo, Renan Mascarenhas, também são alvo da ação, que tramita na 16ª Vara Cível de Maceió. Segundo o Tribunal de Justiça, a Assembleia fez convênio com o Bradesco em 2006 para concessão de empréstimos a deputados e servidores, com limite de R$ 300 mil --para a Mesa Diretora-- e R$ 150 mil para os demais. Como garantia, eram dados ao banco cheques da Assembleia, no exato valor e quantidade de parcelas. Perto do vencimento das parcelas, o banco, ao notar ausência de fundos nas contas pessoais dos deputados, descontava os cheques públicos. Os empréstimos chegaram a cerca de R$ 3 milhões. De acordo com o procurador-geral de Justiça de Alagoas, Eduardo Tavares, essa é uma das sete ações civis por improbidade ajuizadas desde 2009 contra os deputados. As investigações que as desencadearam foram feitas pela Polícia Federal em 2006, na Operação Taturana. Ainda segundo Tavares, o Ministério Público Federal deve mover ações penais contra o grupo na Justiça Federal. O total de desvios, somadas todas as ações, chega a R$ 300 milhões, diz o procurador. Os réus podem ser condenados a ressarcimento, pagamento de multa, suspensão dos direitos políticos e perda da função pública atual.

OUTRO LADO

O deputado estadual Antônio Albuquerque negou irregularidades. Isnaldo Bulhões e Artur Lira disseram não ter conhecimento oficial da ação. Nelito Gomes não comentou. O Bradesco, por meio de sua assessoria, informou que não se pronunciaria. Os demais réus não foram localizados pela reportagem.

PRESTE ATENÇÃO SE SEU REPRESENTANTE BANCA DE HONESTO MAS É ENVOLVIDO EM CORRUPÇÃO. NA SUA CIDADE, NO SEU ESTADO, NO SEU PAÍS. NÃO SE CONFORME. DÊ UMA RESPOSTA.

terça-feira, 19 de junho de 2012

QUEM EM JOSÉ DA PENHA CONCORDA COM ISSO?



FONTE: JOSEDAPENHATRANSPARENTE.BLOGSPOT.COM


QUEM NÃO DEVE, NÃO TEME. O BLOG DA VERDADE EM JOSÉ DA PENHA APOIA INTEGRALMENTE AS REFERIDAS PROPOSIÇÕES DO MINISTRO CHINÊS.

TOMARA, SENHORES SENADORES


Senadores do RN votam pelo fim do voto secreto no Congresso

A bancada do Rio Grande do Norte no Senado vota em sintonia no projeto que prevê o fim do voto secreto no Congresso Nacional. José Agripino (DEM), Paulo Davim (PV) e Garibaldi Alves (PMDB) já se posicionaram a favor da matéria, que pode ser votada até a próxima semana. Essa votação estava prevista para acontecer no Senado na quarta-feira passada, mas o presidente da Casa, José Sarney (PMDB/AP), a adiou pelas divergências que ainda existem em torno do projeto (e também pela realização da Rio+20, que está esvaziando o Congresso). Há três PECs (propostas de emenda constitucional) em tramitação no Senado sobre o voto secreto. Duas delas acabam com a prática em todas as votações, como indicações de autoridades e vetos presidenciais. Outra torna o voto aberto apenas nos casos de perda de mandato de deputados e senadores. O ânimo dos parlamentares indica a aprovação apenas desta última, embora este também não seja ponto pacífico.

PARABÉNS AOS TRÊS SENADORES PELO POSICIONAMENTO. MESMO ALGUNS VOTANDO A CONTRA-GOSTO, A DEMOCRACIA, ATRAVÉS DA PRESSÃO DA OPINIÃO PÚBLICA, ALÉM DO CRESCIMENTO POLÍTICO E ELEITORAL DOS PARTIDOS DE ESQUERDA BEM MAIS SINTONIZADOS COM AS CLASSES SOCIAIS, FAZ A DEVIDA PRESSÃO PARA POSICIONAMENTOS IMPENSÁVEIS ANOS ATRÁS NOS TEMPOS DE DEMOS.