quarta-feira, 17 de julho de 2013

SUCESSO PARA QUEM PRESTA. MOTIVO DE SUICÍDIO PARA OS INCOMPETENTES AMEAÇADOS



Mais Médicos já tem 11.700 inscritos


Apesar da oposição de entidades sindicais e de protestos em algumas capitais do país, 11.700 médicos já se inscreveram no programa Mais Médicos, lançado pelo governo federal para atrair mais profissionais para o interior do país. O balanço foi fechado na terça (16) e deve ser divulgado ainda nesta quarta pelo ministro Alexandre Padilha, da Saúde. Entre os inscritos, há brasileiros e estrangeiros, mas o ministério ainda não sabe quantos são de fora do país. Brasileiros terão prioridade no preenchimento das vagas. Do lado da demanda pelos doutores, 753 prefeituras se inscreveram oferecendo vagas de trabalho para os médicos. Os médicos contratados por meio do programa receberão bolsa de R$ 10 mil. As inscrições vão até o dia 25 de agosto. 

O BRASIL VAI SABER QUE IR ÀS RUAS E LÁ PERMANECER AFASTA OS RATOS E TRAZ BOAS NOVAS. DA MESMA FORMA QUE OS POLÍTICOS FICARAM 'BONZINHOS' EM FRENTE ÀS CÂMERAS, OS MÉDICOS MORTAS-FOME AOS POUCOS VÃO CONCORDAR BEM MANSINHOS DOS PROJETOS REVOLUCIONÁRIOS DO GOVERNO FEDERAL. DEMOCRACIA

terça-feira, 16 de julho de 2013

CUIDADO COM A CATEGORIA DOS MORTAS-FOME QUE SÓ PENSAM NO PRÓPRIO UMBIGO

A categoria que tem mais adeptos só por causa do dinheiro agora reclama direto
Médicos e estudantes do Rio Grande do Norte fizeram, na manhã de hoje (16), uma manifestação contra medidas do Governo Federal relacionados à categoria. A contratação de médicos estrangeiros e ampliação em dois anos dos cursos de Medicina foram os pontos principais da manifestação. Cerca de 100 pessoas participaram da manifestação que saiu da Associação Médica do Rio Grande do Norte, seguiu pela avenida Hermes da Fonseca e Salgado Filho e terminou no hospital Walfredo Gurgel. Segundo Geraldo Ferreira, presidente da Federação Nacional dos Médicos (Fenam) e do Sindicato dos Médicos do Rio Grande do Norte (Sinmed-RN), a lei do Ato Médico, sancionada pela presidente Dilma Roussef com vetos na última quinta-feira (11) foi uma derrota não só para os médicos, como também para a população brasileira. "Não podemos deixar que a vida fique encadeada por interesses de gestores. Entendemos que o atendimento a um paciente é multidisciplinar, mas o que não pode é pessoas se passando por médicos atuando como tal", disse.

PARA ESTES, QUANTO MENOS MÉDICOS MELHOR. POIS CONTINUARÃO A SEREM DEUSES, PREFEITOS PELA IDOLATRIA DO POVO POBRE, SOFRIDO E PRECISADO DE ASSISTÊNCIA NAS CIDADES PEQUENAS E MÉDIAS. CONTINUARÃO A RECEBER ENORMES SALÁRIOS, ACUMULAR CARGOS ILEGALMENTE (6,7,8 EMPREGOS) E A TRABALHAR EM DOIS, TRÊS LUGARES AO MESMO TEMPO. ESSA É A GRANDE VERDADE. 

QUANDO A COISA ESFRIA, ELES SE FAZEM DE ESQUECIDOS

Maioria da Câmara não tem medo do povo e diz que gosta de dinheiro na campanha
a turma da 'boa'
Esse é famoso
esse deixou a banda passar
sonegou 16 milhões. É paladino da moral da direita
herdeiro do que sobrou. Está na lista de furnas
se diz comunista e apoia os apoiadores da ditadura
grita no senado mas responde processo por desviar milhões da assembleia do Pará

ELES TODOS SÃO A FAVOR DE QUE SE MANTENHA DINHEIRO DOS EMPRESÁRIOS PARA AS CAMPANHAS ELEITORAIS. VOCÊ VAI FICAR PARADO? TODOS ELES SÃO DA DIREITA, DA OPOSIÇÃO, REPRESENTANTES DA POLÍTICA DO SÉCULO XX. NÃO SE ENGANE: O BRASIL PRECISA SER PASSADO A LIMPO

sábado, 13 de julho de 2013

QUEM CRITICA O PT, QUEM É A ALTERNATIVA DO PT FAZ ISSO ÀS SUAS COSTAS

Senador Cássio Cunha Lima emprega namorada na Câmara e sogra na  prefeitura de Campina Grande
A imprensa paraibana divulgou esta semana uma matéria sobre o senador Cássio Cunha Lima (PSDB), que surpreendeu seu eleitorado no Estado. O tucano, após conseguir vitória em Campina Grande elegendo Romero Rodrigues (PSDB), para prefeito, emplacou recentemente a nova sogra como assessora especial do gabinete do gestor campinense. A nomeação de Iolanda Alves de Azevedo aconteceu no dia primeiro de maio, um feriado, e data em que se comemora o “Dia do Trabalhador”. O salário de Iolanda é de R$ 3,5 mil. A namorada do senador, Jacilene Azevedo, também ganhou emprego. Ela ocupa um cargo na Câmara de Vereadores de Campina Grande.

POR ESSAS COISAS É QUE ALERTAMOS PARA A ESTRATÉGIA DE 'DEMONIZAR' O PT. ELES QUEREM VOLTAR AO PODER PARA FAZER OS DESMANTELOS QUE SEMPRE FIZERAM. O PT TAMBÉM ERRA, É VERDADE, MAS A TRANSPARÊNCIA E FISCALIZAÇÃO ATUAIS SÃO RESPALDADOS PELA ESQUERDA BRASILEIRA

sexta-feira, 12 de julho de 2013

É POR ISSO QUE FINANCIAR CAMPANHA NÃO DÁ CERTO

Ex-governador é condenado junto com empresário patrocinador de campanha
A Justiça Federal em Alagoas condenou o ex-governador do Estado Ronaldo Lessa (PDT) e o empresário Zuleido Veras, da consultora Gautama, por desvio de mais de R$ 5 milhões em uma obra de drenagem de águas pluviais em Maceió. O advogado de Lessa ainda não declarou se ele irá recorrer da decisão. Lessa foi condenado a 13 anos e quatro meses de prisão, e Veras, a oito anos de prisão --ambos pelo crime de peculato (usar cargo público para obter vantagem). Outros quatro funcionários do governo de Alagoas à época das gestões de Lessa (1999-2006) também foram condenados. Todos foram absolvidos das acusações de dispensa ilegal de licitação e de formação de quadrilha, segundo o Ministério Público Federal. Cabe recurso da decisão --a própria Procuradoria, que ofereceu denúncia sobre o caso em 2009, afirmou que irá recorrer. O processo é um desdobramento da operação Navalha da Polícia Federal, que desmontou em 2007 um esquema de favorecimento ilegal da Gautama em licitações de obras do PAC e de programas federais, envolvendo políticos e servidores públicos. Segundo o Ministério Público Federal, houve desvio de verbas e má execução nas obras de macrodrenagem do bairro do Tabuleiro dos Martins, em Maceió, que era uma das principais obras públicas tocadas pela Gautama em Alagoas. Indícios de irregularidades na execução começaram a ser detectados pelo TCU (Tribunal de Contas da União) ainda em 2002, mas só em 2005, com cerca de 60% dos trabalhos já concluídos, o projeto foi impedido de receber novos recursos. A drenagem foi iniciada em 1998 e estava orçada em R$ 48 milhões em recursos federais. O TCU vetou o envio de recursos à obra em 2005 por ver fortes indícios de alterações nos projetos originais, irregularidades graves na licitação e na execução do convênio e superfaturamento. Para a Procuradoria, houve desvio de R$ 16,4 milhões na obra. A Justiça avaliou que Lessa viabilizou a continuidade de uma obra inviável e usa o termo "trama criminosa" para descrever a conduta do ex-governador e do empresário Veras.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

SERÁ QUE ALGUM BRASILEIRO VAI?

Interessados já podem se cadastrar no programa 'mais médicos' do governo federal

Interessados já podem se inscrever no Programa Mais Médicos
Os médicos brasileiros já podem se inscrever no programa 'mais médicos' do governo federal voltado para preencher lacunas existentes em termos de falta de médicos em regiões do interior e nas periferias das grandes cidades. O site (http://maismedicos.saude.gov.br)  está à disposição para aqueles que desejarem ingressar no plano de reforço na assistência à saúde publica do Brasil através do SUS.

NÃO QUEREM? NÃO HÁ PROBLEMA, O POVO BRASILEIRO CONTA COM UM GOVERNO QUE FARÁ DE TUDO PARA RESOLVER OS PROBLEMAS DA POPULAÇÃO, SOBRETUDO, A MAIS CARENTE DO PAÍS. MAS A PRIORIDADE É PARA OS BRASILEIROS. QUEREM?

MAIS 3 BI PARA SAÚDE E EDUCAÇÃO CAEM EM AGOSTO. COBRE DO SEU PREFEITO

Dilma anunciou hoje mais 3 Bi para reforçar saúde e educação dos municípios
A presidenta Dilma Rousseff prometeu nesta quarta-feira (10) transferir R$ 3 bilhões aos municípios brasileiros par custeio de saúde e educação. Ela discursou durante 16ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, que levou a Brasília mais de 4 mil prefeitos. Ao final do discurso, Dilma foi vaiada. A verba deverá servir para pagar médicos e professores e demais custos de custeio na área da saúde e educação. Os municípios receberão em duas parcelas,  uma em agosto e outra em abril de 2014, de acordo com a presidenta. “Sabemos que saúde e educação é investimento, mas é custeio. Por isso o governo federal vai transferir 3 bilhões de reais como ajuda financeira aos municípios. Esse 3 bilhões nós esperamos ajudar os prefeitos e prefeitas a prestar serviços de melhor qualidade, a melhorar seu custeio”, disse.

SE A POPULAÇÃO NÃO FISCALIZAR, SE NÃO COBRAR, NÃO VAI ADIANTAR. O DINHEIRO SAI DE BRASÍLIA E CHEGA ESFARELADO EM NOSSOS MUNICÍPIOS.

A RESPOSTA DO GOVERNO ÀS MANIFESTAÇÕES

Governo libera 419 milhões para UBSs no Brasil

O governo federal anunciou a liberação de R$ 419 milhões para a construção de Unidades Básicas de Saúde (UBSs) em todo o país. A liberação da verba foi divulgada por meio de uma portaria publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (10). O montante, que faz parte do programa PAC 2, será destinado para as obras de 805 unidades em 171 municípios de 23 estados. Além do Distrito Federal, as unidades da federação que não foram contempladas foram Roraima, Rio Grande do Norte e Alagoas. Boa parte dos recursos devem ser repassados para o estado de São Paulo. Mais de R$ 71,5 milhões estão previstos para serem aplicados na construção de postos de saúde na região metropolitana da capital paulista, em municípios como Ferraz de Vasconcelos e Francisco Morato, além de cidades no interior, como Araraquara e Barretos, e no litoral, como Guarujá e Itanhaém. A cidade de São Paulo terá um aporte de R$ 26,2 milhões para construir mais 34 Unidades Básicas de Saúde, de acordo com a portaria publicada. Outros estados, como o Pará, também receberão quantidade significativa de recursos - R$ 34 milhões, no total. Em Manaus, no Amazonas, a verba será de R$ 29 milhões para a construção de postos de saúde, indica a portaria. Cerca de 40 UBSs de portes diferentes estão previstas no texto publicado. A portaria assinada pelo ministro da Saúde Alexandre Padilha entrou em vigor a partir da publicação, nesta quarta.
COBRE DO SEU PREFEITO. FAÇA MANIFESTAÇÕES CONTRA OS ERROS MAIS DECISIVOS NA SUA VIDA QUE SÃO AS DECISÕES LOCAIS. O GOVERNO FEDERAL FAZ A SUA PARTE. NÃO DEIXE O DINHEIRO DO POVO SUMIR

terça-feira, 9 de julho de 2013

JOSÉ DA PENHA JÁ PODE TER MÉDICO TODOS OS DIAS

Programa 'mais médicos' foi publicado no diário oficial da União

A partir de hoje, as prefeituras que quiserem aderir ao programa 'mais médicos' do governo federal já podem se inscrever. O diário oficial de hoje (09/07/2013) publicou o programa que vai levar médicos onde há carência. Os salários e despesas médicas serão pagos diretamente pelo governo federal. Portanto, os cidadãos agora devem fazer a parte que lhes cabe no sentido de cobrar dos prefeitos e denunciar a omissão daqueles que, porventura, não adiram ao programa. Não é bondade de prefeito mas um programa federal. Ninguém deve favores. Esse projeto é fruto dos nossos impostos e das nossas reivindicações nas ruas.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

O POVO FOI ÀS RUAS, PEDIU E FOI ATENDIDO

Curso de medicina passará de 6 para 8 anos, a partir de 2015
Curso de medicina passará de 6 para 8 anos de duração
O curso de medicina passará de 6 para 8 anos a partir de 2015. A mudança integra um pacote de medidas anunciado nesta segunda-feira, 8, pela presidente Dilma Rousseff para ampliar a oferta de médicos no País e melhorar a formação dos profissionais. Definida numa Medida Provisória, a ampliação deverá ser regulamentada pelo Conselho Nacional de Educação, num prazo de 180 dias. O programa, batizado de Mais Médicos, inclui ainda o recrutamento de profissionais estrangeiros para trabalhar em áreas prioritárias, a abertura de 11.447 novas vagas para graduação e outros 12.376 postos de especialização em áreas consideradas prioritárias até 2017. O novo formato do curso de Medicina é inspirado no modelo existente em países como Inglaterra e Suécia, diz o Ministério da SaúdeConcluído o curso de seis anos, o estudante passa para um segundo ciclo, de dois anos, onde terá de atuar em serviços públicos de saúde. A exigência do segundo ciclo será universal: tanto para estudantes de instituições da rede pública quanto privada da ensino. No período em que trabalharem nos serviços públicos de saúde, estudantes receberão uma bolsa, financiada pelo Ministério da Saúde. Os valores ainda não foram definidos. O governo calcula, no entanto, que ela ficará entre o que é concedido para as residências médicas (R$ 2,9 mil mensais) e o que é pago para profissionais inscritos no Provab (R$ 8 mil). No primeiro ano, estudantes vão atuar na rede de atenção básica. No segundo ano, o trabalho será feito nos serviços de urgência e emergência. Os alunos continuarão vinculados à instituição de ensino onde foi feita a graduação e, assim como ocorre com a residência, serão avaliados. A carga horária ainda não foi definida. Pela proposta, o segundo ciclo poderá ser aproveitado para abater um ano de curso de residência em especialidades básicas, como medicina de família, ginecologia, obstetrícia, pediatria e cirurgia geral. Há também a possibilidade de o período ser incluído na contagem para cursos de mestrado. A forma como isso será feito também está nas mãos do Conselho Nacional de Educação. O formato de oito anos poderá ser revisto num curto prazo. Há a possibilidade de o primeiro ciclo, atualmente de seis anos, ser reduzido para cinco. O assunto, no entanto, ainda terá de ser debatido pelo Conselho Nacional de Educação. A intenção é se aproximar do modelo inglês, onde a duração do primeiro ciclo varia entre 4 a 6 anos, treinamento supervisionado dura outros dois anos e a especialidade médica, 3 a 8 anos. Para atuar no segundo ciclo, os alunos receberão um registro provisório. A instituição de ensino deverá estar ligada a uma rede de serviços públicos de saúde, onde seus alunos vão desempenhar as atividades. Caberá à instituição definir o local de trabalho do estudante. A ideia é que o aluno seja supervisionado por professores. A forma como isso será feito também será definida pelo Conselho Nacional de Educação. Também não está acertado como será feito o reembolso das instituições de ensino pelo trabalho de supervisão. O aluno receberá o diploma somente depois de completar os oito anos de formação. Só aí receberá a inscrição permanente. De acordo com o Ministério da Saúde, o modelo proposto prevê que o profissional com registro provisório, mesmo sem diploma, responderá caso cometa uma infração ética ou erro no atendimento do paciente. A criação do segundo ciclo não vai dispensar o internato, realizado atualmente no quinto e sexto ano. Nesta etapa, o estudante não tem autonomia. Durante o treinamento da segunda etapa, o estudante aos poucos ganha mais autonomia. A expansão da duração do curso de medicina, de acordo com o governo, não tem como objetivo principal a ampliação da oferta de médicos. A meta, de acordo com ministérios da Saúde e da Educação, é ampliar a formação do profissional e driblar um problema que o governo julga enfrentar atualmente, que é a especialização precoce. Na avaliação do governo, a partir do 4º ano, estudantes concentram suas atenção nas áreas com que têm mais afinidade, deixando de lado pontos considerados essenciais para o atendimento do paciente. Embora detalhes ainda não estejam definidos, o governo já decidiu que durante o ciclo de dois anos, o estudante terá permissão para atuar apenas nos locais indicados pela instituição de ensino a que ele está ligado. Não será permitida a realização de plantões ou atuação em outros serviços.