A presidenta Dilma Rousseff disse nesta segunda-feira (9) que, em 2012, o governo pretende gerar mais renda, mais emprego e mais crescimento para o país. Segundo ela, o ano já começou com o que chamou de “boa notícia” – o aumento do salário mínimo de R$ 545 para R$ 622. “O aumento do mínimo é importante porque as famílias vão poder consumir mais e viver melhor. Com isso, vão criar mais demanda para nossa indústria, nosso comércio e o setor de serviços, mantendo o dinamismo e a roda da nossa economia girando para que o Brasil continue a crescer”, destacou. No programa semanal Café com a Presidenta, Dilma lembrou que quase 40 milhões de brasileiros serão diretamente beneficiados pelo reajuste do salário mínimo. Desses, 20 milhões recebem a quantia exata estipulada pelo governo. Há também cerca de 20 milhões de aposentados e pensionistas que recebem o mesmo valor. “Ou seja, dois em cada três aposentados receberão o reajuste. Para você ter uma ideia, esse aumento vai fazer circular cerca de R$ 47 bilhões na economia por causa do salário mínimo”, ressaltou. A presidenta destacou ainda o reajuste de 4,5% na tabela do Imposto de Renda, que vai proporcionar um desconto maior no contracheque já a partir deste mês. Segundo ela, são 25 milhões de contribuintes pagando menos imposto, além de 800 mil isentos. Dilma lembrou que as novas regras do Supersimples também entram em vigor em janeiro – para se enquadrar como microempresa, o limite de faturamento anual passou de R$ 240 mil para R$ 360 mil e, no caso de pequenas empresas, de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões. “No final do ano passado, também reduzimos o imposto sobre produtos da linha branca, que são geladeiras, fogões, máquinas de lavar, entre outros. Essa redução continua valendo até março”, disse. “Nos orgulha muito sermos a sexta maior economia do mundo, mas nosso objetivo é garantir aos brasileiros mais renda e mais emprego.”
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
TUDO PRECISA SER INVESTIGADO: SEMPRE
O ministro Fernando Bezerra Coelho (Integração Nacional) utilizou recursos públicos para comprar um mesmo terreno duas vezes, quando era prefeito de Petrolina (PE). A primeira compra ocorreu no final de seu primeiro mandato, em 1996, por R$ 90 mil. Na segunda, já em 2001, durante seu segundo mandato, pagou R$ 110 mil. Nas duas vezes, o dinheiro beneficiou o mesmo empresário, José Brandão Ramos, sob a mesma justificativa: transformar a área em um aterro sanitário.
OUTRO LADO
O ministro admitiu, por intermédio de sua assessoria, que o terreno foi comprado duas vezes pela Prefeitura de Petrolina (PE), mas afirmou que foi induzido a erro pela gestão do prefeito Guilherme Coelho, seu primo, que o sucedeu em 1997.
NOTA DO BLOG: PRECISAMOS INVESTIGAR TUDO SEMPRE DE TODOS OS REPRESENTANTES DE TODAS AS CORES PARTIDÁRIAS. TENDO FUNDAMENTAÇÃO A DENÚNCIA, ELA PRECISA SER INVESTIGADA COM RIGOR. HOJE, O PORTAL DA TRANSPARÊNCIA É UMA FERRAMENTA IMPORTANTÍSSIMA PARA SABERMOS MUITAS COISAS QUE, DANTES, ERA DESCONHECIDA PELA POPULAÇÃO. QUEREMOS SABER ONDE ESTÃO AS OBRAS QUE ESTÃO NESSA PRESTAÇÃO DE CONTAS ELETRÔNICO E QUE NOSSOS ADMINISTRADORES NÃO CUMPRIRAM. PRECISAMOS INVESTIGAR O QUE É NOSSO. SEJA O MINISTRO, SEJA SECRETÁRIO OU SEJA LÁ QUEM FOR. QUEM SERIA CONTRA FISCALIZAÇÃO? EM PRINCÍPIO NINGUÉM, EM PRÁTICA MUITOS BABÕES, MUITOS CANALHAS.
domingo, 8 de janeiro de 2012
PROVISÃO
Brasil tem potencial para atender à demanda mundial de alimentos, diz secretário
O Brasil deverá ser nos próximos anos um dos países em desenvolvimento com melhores condições de atender à demanda de alimentos em nível mundial, disse o secretário de Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Célio Porto. Para ele, se alinham ao Brasil com esse potencial os demais países do Brics (grupo integrado pelo Brasil, a Rússia, Índia, China e a África do Sul). Segundo Porto, essa expectativa baseia-se no fato de o bloco envolver 43% da população mundial e ocupar 40% das terras do planeta. O secretário lembrou que a experiência brasileira no desenvolvimento da agricultura em clima tropical se torna importante para o Brics, que reúne países com o mesmo clima em algumas áreas. "A preocupação do bloco é com o abastecimento e a segurança alimentar em nível mundial. Nesse ponto, os países-membros estão solidários com as nações mais pobres da África, que estão vivendo escassez de alimentos por causa da seca", disse Porto. O secretário destacou que o Brasil, isolamente, tem grande potencial para aumentar a oferta de alimentos não só no mercado interno mas também para exportação e, por isso, é visto como estratégico para a alimentação do mundo nos próximos anos. A prioridade que o Brasil dá à produção de alimentos em áreas de baixo carbono, com a utilização de terras degradadas, hoje improdutivas, poupando o meio ambiente da exploração de novas áreas, é vista com simpatia por todos os países, segundo Porto. Em sua última reunião, realizada em novembro de 2011, os países do Brics criaram cinco grupos de trabalho para compartilhar experiências e ajudar o mundo a sair da crise atual. Um desses grupos discute formas de assegurar o acesso à alimentação das camadas mais vulneráveis da população mundial. De acordo com Célio Porto, a experiência do Brasil com o Fome Zero estimulou a África do Sul a desenvolver programa com nome semelhante para atender à população mais pobre. A escassez de alimentos em regiões pobres da África deverá ser abordada em junho deste ano, na reunião Rio+20, que será realizada no Brasil. Porto lembrou que os cinco países do Brics têm diretrizes comuns, mas planejam suas ações de forma individual. Segundo ele, o esforço do Brasil para se aproximar da África pode fazer com que outros países cooperem com nações mais pobres. "Embora o Brasil não tenha tantos recursos como os países desenvolvidos, detém experiências importantes que pode repassar para os demais."
NOTA DO BLOG: NÃO FOSSE O ROUBO DOS "MESMOS", ESSE NOSSO PAÍS SERIA A TERCEIRA POTÊNCIA MUNDIAL, ATRÁS SOMENTE DE ESTADOS UNIDOS E CHINA. E COM UM DETALHE: SERÍAMOS TÃO PODEROSOS QUANTO ESTES, UMA VEZ QUE TERÍAMOS TRÊS GRANDES ARMAS: ÁGUA EM ABUNDÂNCIA, TERRA E TECNOLOGIA PARA ALIMENTAR O MUNDO E DETERMINAR OS PREÇOS MUNDIAIS ALÉM DE UM MERCADO CONSUMIDOR AUTOSSUSTENTÁVEL. CARO LEITOR, VOCÊ PODE CONTRIBUIR COM O SEU PAÍS, COM SEU ESTADO E COM SEU MUNICÍPIO. EXERÇA O SEU PODER DEMOCRATICAMENTE.
ANÁLISE
Entrevista Fátima Bezerra: "PSDB e o DEM são responsáveis pela situação que Natal vive hoje"
Apesar de apoiar a união dos partidos da base da presidenta Dilma Rousseff (PT) na composição das chapas de prefeito nos principais municípios do Rio Grande do Norte, a deputada federal Fátima Bezerra (PT) defendeu, em entrevista a'O Poti/Diário de Natal, que o grupo formado por PT, PSB, PDT, PCdoB e possivelmente PSD lance múltiplas candidaturas à Prefeitura de Natal, deixando a união para o segundo turno. Ela descartou qualquer possibilidade de ir para a disputa. Defendeu o nome do deputado estadual Fernando Mineiro (PT). Questionada sobre a possibilidade de disputar o Senado em 2014, a parlamentar se mostrou simpática à ideia, mas disse que a composição da chapa do próximo pleito estadual passará pelo resultado das eleições deste ano. Segundo Fátima, o bloco partidário do qual o PT faz parte precisa reconquistar Natal e ganhar em colégios eleitorais expressivos para se fortalecer. A deputada também avaliou o primeiro ano de gestão da governadora Rosalba Ciarlini (DEM) e falou sobre os principais projetos debatidos durante o ano de 2011 na Comissão de Educação e Cultura da Câmara Federal. A senhora descarta a possibilidade de ser candidata a prefeita novamente? Isso aí está descartado. O PT tem candidato, que é o deputado estadual Fernando Mineiro.
A senhora disputou a eleição de 2008 contra a prefeita Micarla de Sousa (PV). Em 2010, foi a deputada federal mais votada de Natal. Muitos atribuem isso à rejeição popular à gestão de Micarla. A senhora não acha que essa associação "anti-Micarla" que o eleitorado faz da senhora poderia credenciá-la a ser candidata nas eleições deste ano com chances reais de vitória?
Claro que a votação que tive em Natal foi extraordinária. Pelo que eu saiba, nenhum político conseguiu o percentual de aceitação que eu tive nessas eleições. Proporcionalmente, minha votação em Natal foi mais de 80 mil, o que corresponde a 23,75% dos votos válidos das eleições do ano passado. Essa é uma marca histórica, pois não se trata de eleiçõesmajoritárias, mas proporcionais. No entanto, não penso em candidatura [a prefeita de Natal]. Minha época de candidata passou. Desde 2010, já tinha tomado essa decisão, de que não iria disponibilizar meu nome para a disputa política de Natal. Essa decisão permanece. É irreversível.
Por qual motivo? A senhora ficou magoada com as quatro derrotas consecutivas?
Não. É porque eu acho que está na hora de o PT apresentar novas sugestões, novos nomes. Tem agora o deputado Fernando Mineiro, que é um excelente nome. Um homem preparado. Mas ele não tem a densidade eleitoral da senhora... Mas a eleição ainda está começando. Temos um percentual grande de indecisos pela frente. Respondendo sucintamente a vocês, acho que está na hora de o PT apresentar novos nomes. Mineiro é um ótimo nome para nos representar na disputa política eleitoral de Natal.
A senhora então planeja ser candidata ao Senado em 2014?
Veja bem, nós temos ainda uma passagem pelas eleições de 2012, para pensarmos no projeto político para 2014. Vamos primeiro cuidar de 2012. Até na condição de membro da Executiva nacional do PT, quero dizer que o partido está se preparando para colher importantes vitórias nas eleições do ano que vem. Para tanto, o partido está incentivando que os diretórios apresentem o maior número de candidatos a prefeito, vice-prefeito e também no legislativo. O PT vai participar da disputa também em parceria com os partidos da base aliada do governo Dilma. Evidentemente, temos nossos aliados preferenciais. Em Natal, são PSB, PDT, PCdoB... sem excluir os demais. Por exemplo, o PSD, do vice-governador Robinson Faria, deverá estar vindo para esse grupo, assim como outros partidos. O PT quer eleger o maior número de candidatos do partido e da base aliada, para fortalecer a sucessão da presidenta Dilma Rousseff no plano nacional e esse bloco de partidos de forças progressistas nas disputas estaduais.
Na avaliação da senhora, a base deve se unir em Natal já no primeiro turno das eleições, apoiando um candidato único ou lançar múltiplas candidaturas para compor no segundo momento das eleições?
Natal tem uma singularidade, que é a eleição em dois turnos. Não tenho absolutamente nenhuma dúvida de que, no segundo turno, estaremos todos encangados. O PT tem maturidade e responsabilidade política para contribuir com a união dos partidos que fazem oposição ao governo do DEM e à gestão da prefeita Micarla de Sousa, para reconquistar Natal no ano que vem. Para esse grupo formado por PT, PSB, PDT, PCdoB e outros vir com musculatura política para as eleições de 2014 é muito importante que tenhamos bons resultados eleitorais no ano que vem. Esse bloco tem que reconquistar Natal. Ganhar também em Parnamirim, onde nós temos uma aliança muito importante com o prefeito Maurício Marques (PDT). Podemos ganhar Mossoró, onde o PT tem um nome e o PSB também tem. Temos grandes chances lá. Falando em termo de bloco, temos candidaturas bem posicionadas nos principais municípios do estado. Tendo um bom resultado nas eleições do ano que vem, começando por Natal, nós iremos com mais calma e serenidade discutir a chapa majoritária que formaremos nas eleições de 2014. Quem será candidato a governador por esse grupo? Quem será o nome para o senado?
Hoje existem três nomes para o Senado, o seu, o da ex-governadora Wilma de Faria e o do vice-governador Robinson Faria (PSD). Na chapa majoritária tem as vagas para o Senado, para o governo e a de vice. A senhora defendeu múltiplas candidaturas no primeiro turno, mas, ao mesmo tempo, nas análises que fez, falou em bloco. A senhora não acha que o lançamento de mais de uma candidatura da base pode acabar dividindo o grupo, caso dois nomes do bloco que a senhora defende cheguem ao segundo turno das eleições?
Não. Acho que a eleição caminha para múltiplas candidaturas tanto no bloco da oposição quanto no bloco governista. Eu acho que a eleição vai ser polatizada. De um lado, as candidaturas vinculadas ao governo do DEM, com PSDB, o PMDB e o PV. Também o próprio DEM pode apresentar candidato. Do outro lado, as candidaturas de perfil oposicionista, o PT com Mineiro, o PSB com Wilma de Faria e o PDT com Carlos Eduardo.
"No segundo turno estaremos todos encangados"
Então a senhora acredita que as candidaturas de Wilma de Faria e Carlos Eduardo vão coexistir?
O PSB tem, até o presente momento, colocado que está no páreo. Tenho conversado com a ex-governadora. Ela não confirma ainda a candidatura, mas está em discussão.
Em 2008, todos esses partidos do bloco tinham pré-candidatos a prefeito e desistiram às vésperas da eleição para apoiar a senhora. Pode haver uma repetição?
Eu acho que caminha para o quadro de múltiplas candidaturas. A cidade vai ganhar com isso. Será um bom debate. Natal vive um momento muito delicado. A gestão do PV é um verdadeiro desastre. É a pior gestão que Natal já teve. Existem investimentos em curso, como as obras da Copa de 2014 e o aeroporto de São Gonçalo do Amarante. Estará mais do que nunca em jogo o futuro da infraestrutura urbana e social da cidade. Que projetos serão colocados para a cidade? Isso será colocado em debate. O deputado Fernando Mineiro, preparado como é, colocará claramente quem é quem nessa história. Mostrará os partidos que fazem oposição realmente a Micarla. O PSDB e o DEM são responsáveis pela situação que Natal vive hoje. E o PMDB não podemos responsabilizar pela ela eleição. O partido me apoiou, inclusive. Mas, depois foi participar da gestão. Esse é um debate que nós desse campo vamos fazer. Não sou candidata a prefeita, mas participarei intensamente da disputa política eleitoral de Natal.
A senhora acredita na candidatura do deputado estadual Hermano Morais?
Perguntem ao PMDB. É um partido importante. Faz muito tempo que não lança uma candidatura própria. O direito é mais do que legítimo.
Ao mesmo tempo em que o PMDB faz parte do governo Dilma Rousseff (PT), é aliado da gestão da governadora Rosalba Ciarlini (DEM) aqui no Rio Grande do Norte. Como a senhora vê esse posicionamento do partido?
No plano nacional, é um aliado importante para nós. É o partido do vice-presidente da República. Tem a segunda maior bancada do Congresso Nacional. Dentro do sistema que a gente vive, que é um governo de coalizão, não sobreviveríamos sem uma forte base de sustentação parlamentar. Então, o PMDB cumpre seu papel neste sentido. É um parceiro importante. Agora, o PMDB é um partido que virou uma federação de tendências, de grupos pelo país afora. Mas, quero deixar claro que no plano nacional é um parceiro importante para a governabilidade. No plano local, o mais adequado seria que tivéssemos um PMDB alinhado com a mesma posição que tem em nível nacional. No plano nacional nós estamos juntos. Em nível local, do ponto de vista do governo do estado estamos separados. Pois, o DEM que governa o Rio Grande do Norte é aliado do PMDB no estado. Mas, esse é o mesmo DEM que, em Brasília, continua fazendo oposição sistemática ao governo nacional, que não é só governo do PT. É também do PMDB e dos partidos aliados. A posição do PMDB é essa. É um direito que ele tem e cabe à população avaliar. Que é esquisito, é. Pois, o DEM, quando faz oposição lá não é só à presidenta Dilma, mas ao governo do qual o PMDB faz parte.
O RioGrande do Norte é hoje o quarto pior estado em infraestrutura do Brasil. A que a senhora atribui essa posição?
A situação do estado é muito delicada. O governo do DEM completou um ano. Foi um ano de promessas não realizadas. Enquanto a presidenta Dilma Rousseff (PT) tem aceitação popular acima de 70%, aqui ocorre justamente ao contrário. Um ano de governo e já há quase 60% de rejeição. Isso não é usual. Ficou comprovado que o governo do DEM não tinha projeto, não tinha uma proposta consistente para o estado. Sem contar a postura autoritária que a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) adotou diante dos servidores, o que culminou com a lambança que foi o decreto comparado ao "AI-5" da ditadura, felizmente revogado. Hoje, o que existe de projeto importante para o nosso estado tem o DNA do governo federal. Todos. Eu pergunto qual foi o projeto novo que esse governo trouxe para o Rio Grande do Norte. Nada.
Mas a senhora acha que esse resultado pode ser atribuído somente ao governo Rosalba, que, como a senhora mesmofrisou, tem apenas um ano?
Não. Claro que também temos que levar em consideração que esse índice reflete políticas que foram implementadas no passado. Mas, quero comentar o governo de agora. Pois quem está lá sentado é o DEM, que na época da campanha criticou tanto, bateu tanto, prometeu o céu e a terra. Então, o governo completa um ano sem nenhum projeto novo. Desde o aeroporto, passando pela energia eólica e pelos investimentos na estrutura hídrica nas estradas, são tudo do governo federal. Não há nada de novo do governo do estado.
Como presidente da Comissão de Educação e Cultura da Câmara Federal, qual a avaliação que a senhora faz dos trabalhos desenvolvidos no ano de 2011?
Muito positivo. Eu assumi a presidência da Comissão num ano importante, que foi o ano do Pronatec e do Plano Nacional da Educação (PNE), dois projetos que eu diria preponderantes para o desenvolvimento da educação do país. Concluímos a aprovação do Pronatec em seis meses, tempo recorde. O programa vai colocar 18 milhões de vagas para educação profissional nos próximos 10 anos. O PNE ainda não conseguimos aprovar. Mas, fizemos um debate profundo. O primeiro relatório foi apresentado. Conseguimos avançar quanto a discussão da valorização do magistério. Aprovamos uma emenda para igualar os salários dos profissionais do magistério aos dos demais que possuem curso superior. O PNE também traz avanços para aumentar o índice de escolarização. O plano tem metas ousadas para atingir. Por isso, precisamos ousar também no debate do financiamento. A sociedade civil está se mobilizando pelos 10% do PIB (Produto Interno Bruto) para a educação. O governo insistiu nos 7%. Nós, da bancada do PT, conseguimos em negociação com o governo chegar a 8%. Esperamos aprovar até o ano que vem.
sábado, 7 de janeiro de 2012
JEITINHO BRASILEIRO: VERGONHA
Sem licitação, Urbana renova contratos
A Urbana renovou emergencialmente, com dispensa de licitação, os contratos referentes à limpeza pública de Natal. O consórcio entre as empresas Lider e Marquise, a Cooperativa dos Proprietários de Caminhões e Caçambas e 13 caçambeiros tiveram os seus contratos renovados por seis meses. Não foi divulgado no Diário Oficial o valor dos contratos com os caçambeiros, mas o vínculo do Consórcio Líder-Marquise está orçado em R$ 19,2 milhões. Esse valor significa um acréscimo de R$ 800 mil mensais em relação ao último contrato.
Essa é a segunda renovação dos contratos de limpeza pública após a recomendação do Ministério Público Estadual para que a Urbana realize uma nova licitação. De acordo com o presidente da Urbana, João Bastos, a licitação está sendo preparada, mas não houve tempo hábil para finalizá-la antes do prazo estipulado. A expectativa é a publicação do edital no início de fevereiro, após uma série de audiências públicas promovidas pela Urbana. A última licitação para o setor de limpeza pública foi realizada em 2005. Em relação ao valor, João Bastos esclarece que os R$ 3,2 milhões mensais são o teto do contrato. Não necessariamente todo o valor é faturado. Isso depende da quantidade de equipes colocadas nas ruas, na quantidade de viagens da estação de transbordo para o aterro sanitário de Ceará-Mirim, etc. "É bom ficar claro que a Urbana não utiliza necessariamente todo o valor do contrato. Na maioria das vezes, o valor pago aos prestadores de serviço é menor do que o teto estabelecido no contrato", explica o presidente da Urbana. O valor global anteriormente estabelecido para o consórcio, que cuida das regiões sul, leste e oeste, era de R$ 72 milhões (30 meses), em valores arredondados, o que gera cerca de R$ 2,4 milhões mensais. Com a renovação, por seis meses, no valor de R$ 19,2 milhões, esse teto subiu para R$ 3,2 milhões por mês. O presidente da Urbana aponta que a conclusão do Plano Municipal de Gestão de Resíduos Sólidos é o principal motivo para o adiamento. "O Plano precisou de tempo para ser elaborado", disse. Toda a dinâmica da coleta de lixo da cidade, de acordo com a promessa da Urbana, será modificada com o Plano de Resíduos Sólidos. "A produção de resíduos, de lixo, foi estudada e assim poderemos fazer a coleta de forma mais eficiente", explicou. O Ministério Público Estadual havia fixado, dentro do processo que culminou com a intervenção na Urbana, 45 dias de prazo para se realizar a licitação. A reportagem da TRIBUNA DO NORTE tentou contato com o promotor João Batista Machado, mas ele não atendeu o telefone celular na tarde de ontem. O MPE e a direção da Urbana discutem desde outubro de 2010 uma série de medidas para sanar as deficiências da coleta de lixo de Natal e as dificuldades financeiras da Urbana. A questão foi parar na Justiça e culminou com uma intervenção parcial no órgão. De acordo com João Bastos, o órgão ainda tem dívidas consideráveis, mas ele disse não dispor, de pronto, dos dados exatos sobre os valores devidos.
Vínculo com caçambeiros foi o primeiro a ser investigado
A situação dos contratos da Urbana com as empresas prestadoras de serviço ganhou a atenção do Ministério Público Estadual desde o início do processo que culminou com a intervenção parcial no órgão. O vínculo da Urbana com os caçambeiros foi o primeiro a ser investigado. Segundo o MPE, havia uma "quarteirização". A empresa Trópicos, responsável pela coleta na Zona Norte, contratava caçambeiros para realizar o trabalho. As contratações, segundo o MPE, seguiam a indicação da própria Urbana. Dessa forma, o órgão contratava, através de uma empresa contratada por licitação, as empresas de sua escolha. A "quarterização" foi extinta e a Urbana passou a ter um vínculo direto com alguns caçambeiros e com a Cooperativa. Ao mesmo tempo, uma licitação passou a ser exigida pelo MPE, após seis anos de contratos e renovações.
Licitações
A dispensa de licitação tem sido comum na Prefeitura do Natal. Na última terça-feira, o Diário Oficial do Município (DOM) trouxe a publicação de uma série de dispensas de licitação e inexigibilidade que somavam R$ 1,05 milhão para pagamento de atividades do projeto "Natal em Natal". No DOM do dia 29/12, mais R$ 535 mil já havia sido publicado resultado de extratos também por inexigibilidade. O contratante é a Fundação Capitania das Artes (Funcarte) e tem a assinatura do presidente da instituição, Roberto Lima.
NOTA DO BLOG: COM A FALTA DE PLANEJAMENTO, BASTA ALEGAR EMERGENCIALIDADE E PRONTO. OS PREÇOS SOBEM ÀS ALTURAS E SEMPRE AS CONTRATAÇÕES VÃO PARA OS "AMIGOS". ESSE É O FRUTO QUE NATAL COLHE POR ESCOLHER QUEM ESCOLHEU. DEIXARAM DE LADO UMA GRANDE MULHER CHAMADA FÁTIMA BEZERRA. ISSO É DEMOCRACIA! TOMARA QUE TENHAM APRENDIDO.
VAMOS ESCOLHER COM VERGONHA NA CARA, NOBRES BRASILEIROS!
SISU
MEC abre as inscrições para o Sisu
Sistema oferece mais de 108 mil vagas em cursos superiores.
Funcionamento ocorre até as 23h59 da próxima quinta-feira (12).
As inscrições para a primeira edição do ano do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) foram abertas à 0h05 deste sábado (7), segundo o Ministério da Educação. O prazo termina às 23h59 da próxima quinta-feira (12), no horário de Brasília. As inscrições devem ser feitas pela internet no site do Sisu. Pelo sistema, os estudantes que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em outubro de 2011 podem disputar 108.552 vagas em 3.327 cursos de 95 instituições públicas de ensino superior dos 26 estados brasileiros, com exceção do Distrito Federal (veja ao final deste texto a tabela com as vagas oferecidas por cada instituição). Clique aqui e veia o passo a passo preparado pelo MEC sobre como se inscrever no Sisu. Confira também abaixo, perguntas e respostas sobre o funcionamento do sistema e tire suas dúvidas:
Quem pode participar do sistema?
Na primeira edição do Sisu deste ano (1º/2012), só pode se inscrever quem fez o Enem em outubro de 2011. Quem já participou de edições anteriores do Sisu - e foi ou não aprovado - também pode participar, desde que tenha feito o Enem 2011. É importante ressaltar que algumas instituições adotam notas mínimas para inscrição em determinados cursos. Nesse caso, no momento da inscrição, se a nota do candidato não for suficiente para concorrer àquele curso, o sistema emitirá uma mensagem com esta informação.
Que documentos são exigidos para participar?
Para se inscrever no Sisu, o único dado necessário é o número de inscrição no Enem 2011, e a senha do Enem. Não é necessário fazer um novo cadastro. Caso o aluno não se lembre de sua senha, deverá recuperá-la no site do Enem. Ao acessar o Sisu, o sistema importa automaticamente as notas do candidato no exame nacional. Porém, para realizar a matrícula na instituição, o candidatos selecionado deverá ter os documentos exigidos pela universidade, instituto ou centro universitário.
O Sisu tem política de ação afirmativa?
Sim, mas elas variam de acordo com cada instituição. Há cursos em que só existe a ampla concorrência. Em outros, é possível se inscrever pela ampla concorrência ou por ações afirmativas, de acordo com o perfil do candidato. Essa escolha é feita no momento da inscrição. Cada instituição decide se usará uma cota (reserva de vagas), para que candidatos de ações afirmativas concorram apenas entre si pelas vagas, ou se adotará a modalidade bônus, em que esses candidatos recebem uma pontuação extra e concorrem com os demais vestibulandos. Após a seleção, os candidatos aprovados para as vagas de ações afirmativas deverão apresentar documentos comprovando que cumprem todos os requisitos das cotas.
Como funciona a inscrição e para que serve a nota de corte?
A partir da zero hora deste sábado, os participantes do Sisu poderão se inscrever em duas opções de cursos. A inscrição poderá ser alterada quantas vezes for necessário até a data limite da seleção, às 23h59 do dia 12, no horário oficial de Brasília. O Sisu considerará válida apenas a última alteração feita. Os candidatos poderão acompanhar o andamento do processo por meio de um boletim de acompanhamento, que estará disponível todos os dias pelo sistema. Diariamente, durante esse período, o Sisu calculará e divulgará as notas de corte temporárias de cada curso. Elas servem como referência para que os candidatos calculem se suas notas são suficientes para serem aprovados, e, caso contrário, possam alterar a inscrição.
Como funciona a seleção?
Após o período de inscrição, o sistema selecionará automaticamente os candidatos com maior pontuação, na quantidade referente ao número de vagas em cada curso. O resultado desta seleção será divulgado na primeira chamada, no dia 15. Os candidatos selecionados em sua primeira opção de curso devem fazer a matrícula entre os dias 19 e 23 de janeiro. Eles não poderão participar das chamadas seguintes. Quem for selecionado na segunda opção continuará participando da seleção, mesmo se fizer a matrícula no mesmo período, e poderá ser convocado na segunda chamada, que será divulgada no dia 26, para sua primeira opção de curso. A matrícula dos convocados na segunda chamada acontece em 30 e 31 de janeiro.
Como funciona a lista de espera?
No dia 26 o Sisu abre as inscrições para a lista de espera, que podem ser feitas até 1º de fevereiro. Para se inscrever, é preciso acessar o sistema durante esse período especificado, no boletim de acompanhamento, clicar no botão que correspondente à confirmação de interesse em participar da lista de espera do Sisu. Dessa lista podem participar tanto quem não foi convocado em nenhuma chamada quanto quem foi selecionado em sua segunda opção - mesmo tendo feito matrícula. Porém, cada candidato só poderá disputar as vagas remanescentes relativas à sua primeira opção. A lista será divulgada em 4 de fevereiro. A partir daí, a seleção será feita gradativamente até o dia 2 de março de 2012.
Quais são as instituições participantes do Sisu?
Neste ano, 77,6% das vagas estão concentradas em duas regiões. O Nordeste tem o maior número de vagas disponíveis pelo sistema. Das 108.552 vagas, 37.634 estão na região, ou 34,6% do total. As instituições do Sudeste oferecerão 35.924 vagas, ou 33% das ofertas. O Sul tem 15.756 vagas, seguido do Centro-Oeste, com 13.985, e da região Norte, com 5.253 vagas. Veja abaixo a relação de instituições que participam do sistema no processo seletivo de 2012. A lista completa de cursos e vagas está disponível no site do MEC (arquivo em pdf).
| Instituições de ensino superior participantes do Sisu em 2012 | |||
|---|---|---|---|
| UF | Instituição | Cursos | Vagas |
| AC | Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Acre (Ifac) | 6 | 240 |
| AL | Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Alagoas (Ifal) | 14 | 677 |
| AL | Universidade Federal de Alagoas (Ufal) | 107 | 5.128 |
| AM | Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas (Ifam) | 15 | 119 |
| AM | Universidade Federal do Amazonas (Ufam) | 111 | 2.603 |
| AP | Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Amapá (Ifap) | 4 | 160 |
| BA | Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Baiano (IFBaiano) | 11 | 420 |
| BA | Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA) | 24 | 682 |
| BA | Universidade do Estado da Bahia (Uneb) | 87 | 939 |
| BA | Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) | 41 | 833 |
| BA | Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) | 52 | 1.165 |
| BA | Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) | 23 | 1.250 |
| CE | Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE) | 55 | 1.805 |
| CE | Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab) | 5 | 156 |
| CE | Universidade Federal do Ceará (UFC) | 100 | 4.197 |
| ES | Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo (Ifes) | 23 | 850 |
| GO | Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás (IFG) | 27 | 170 |
| GO | Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano (IF Goiano) | 28 | 324 |
| GO | Universidade Federal de Goiás (UFG) | 118 | 1.067 |
| MA | Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA) | 32 | 1.280 |
| MA | Universidade Federal do Maranhão (UFMA) | 54 | 1.958 |
| MG | Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (Cefet-MG) | 12 | 91 |
| MG | Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais (IFMG) | 25 | 476 |
| MG | Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais (IFNMG) | 14 | 395 |
| MG | Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais (IFSEMG) | 24 | 454 |
| MG | Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais (IF Sul de Minas) | 17 | 366 |
| MG | Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro (IFTM) | 15 | 94 |
| MG | Universidade Federal de Alfenas (Unifal-MG) | 22 | 1.037 |
| MG | Universidade Federal de Itajubá (Unifei) | 34 | 1.395 |
| MG | Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) | 4 | 701 |
| MG | Universidade Federal de Lavras (UFLA) | 22 | 592 |
| MG | Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) | 31 | 1.228 |
| MG | Universidade Federal de São João del Rei (UFSJ) | 37 | 164 |
| MG | Universidade Federal de Uberlândia (UFU) | 75 | 1.789 |
| MG | Universidade Federal de Viçosa (UFV) | 67 | 2.644 |
| MG | Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) | 21 | 447 |
| MS | Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS) | 7 | 280 |
| MS | Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) | 53 | 2.370 |
| MS | Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) | 89 | 4.165 |
| MT | Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso (IFMT) | 29 | 461 |
| MT | Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) | 99 | 5.148 |
| PA | Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA) | 26 | 905 |
| PA | Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra) | 6 | 90 |
| PB | Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB) | 29 | 1.000 |
| PB | Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) | 73 | 1.138 |
| PB | Universidade Federal da Paraíba (UFPB) | 117 | 1.561 |
| PE | Fundação Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) | 15 | 650 |
| PE | Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco (IFPE) | 20 | 262 |
| PE | Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambuco (IF Sertão) | 12 | 387 |
| PE | Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) | 1 | 25 |
| PE | Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFPE) | 61 | 3.240 |
| PI | Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Piauí (IFPI) | 28 | 1.095 |
| PI | Universidade Federal do Piauí (UFPI) | 99 | 5.954 |
| PR | Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Paraná (IFPR) | 17 | 340 |
| PR | Universidade Federal do Paraná (UFPR) | 86 | 529 |
| PR | Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) | 89 | 3.530 |
| RJ | Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (Cefet-RJ) | 17 | 622 |
| RJ | Centro Universitário Estadual da Zona Oeste (Uezo) | 10 | 380 |
| RJ | Escola Nacional de Ciências Estatísticas (Ence) | 2 | 120 |
| RJ | Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ) | 17 | 1.080 |
| RJ | Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Fluminense (IF Fluminense) | 11 | 200 |
| RJ | Instituto Superior de Educação do Rio de Janeiro (Iserj) | 3 | 70 |
| RJ | Instituto Superior de Educação Professor Aldo Muylaert (Isepam) | 2 | 84 |
| RJ | Instituto Superior de Tecnologia de Paracambi (IST Paracambi) | 4 | 96 |
| RJ | Instituto Superior de Tecnologia em Ciência da Computação de Petrópolis (ISTCCP) | 2 | 42 |
| RJ | Instituto Superior de Tecnologia em Ciências da Computação do Rio de Janeiro (IST-Rio) | 2 | 42 |
| RJ | Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (UENF) | 16 | 546 |
| RJ | Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio) | 34 | 2.412 |
| RJ | Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) | 106 | 4.707 |
| RJ | Universidade Federal Fluminense (UFF) | 98 | 1.766 |
| RJ | Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) | 50 | 1.970 |
| RN | Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN) | 5 | 192 |
| RN | Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) | 11 | 330 |
| RN | Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa) | 21 | 1.165 |
| RO | Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia (IFRO) | 4 | 16 |
| RR | Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Roraima (IFRR) | 6 | 210 |
| RR | Universidade Federal de Roraima (UFRR) | 32 | 209 |
| RS | Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) | 11 | 448 |
| RS | Fundação Universidade Federal do Pampa (Unipampa) | 62 | 3.110 |
| RS | Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS) | 28 | 481 |
| RS | Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Farroupilha (IF Farroupilha) | 26 | 232 |
| RS | Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-Rio-Grandense (IFSul) | 13 | 208 |
| RS | Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS) | 29 | 531 |
| RS | Universidade Federal de Pelotas (UFPEL) | 71 | 3.168 |
| RS | Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) | 2 | 90 |
| RS | Universidade Federal do Rio Grande (Furg) | 53 | 2.439 |
| SC | Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Catarinense (IF Catarinense) | 24 | 490 |
| SC | Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina (IF-SC) | 16 | 160 |
| SE | Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Sergipe (IFS) | 7 | 145 |
| SP | Universidade Federal do ABC (UFABC) | 6 | 1.960 |
| SP | Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP) | 53 | 2.160 |
| SP | Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) | 57 | 2.553 |
| SP | Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) | 46 | 2.391 |
| TO | Fundação Universidade Federal do Tocantins (UFT) | 42 | 402 |
| TO | Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Tocantins (IFTO) | 15 | 299 |
| TOTAL | 3.327 | 108.552 | |
| Fonte: Ministério da Educação | |||
Assinar:
Postagens (Atom)

