segunda-feira, 23 de julho de 2012

PARA A SORTE DE OUTROS MUNICÍPIOS


CGU vai fiscalizar uso de verbas federais em três municípios do RN


Monte Alegre, Pedra Preta e Olho-d'Água do Borges foram os três municípios do Rio Grande do Norte sorteados para fiscalização da Controladoria Geral da União (CGU) na aplicação de recursos federais nas áreas de saúde, educação e desenvolvimento social. O sorteio faz parte do Programa de Fiscalização por Sorteios Públicos, que selecionou 60 municípios com população de 50 mil a 500 mil habitantes. Além de verificar a aplicação dos recursos repassados pelo governo federal, os auditores vão apurar denúncias e representações contra os municípios que tenham sido feitas à CGU. O programa da CGU visa inibir desvios de verbas na administração pública. A controladoria vistoria também falhas de gestão, como casos de divergências nas prestações de contas. As capitais e os municípios com mais de 500 mil habitantes não entram no sorteio. De acordo com o sorteio, serão fiscalizados sete municípios (um por estado) em Alagoas, no Amazonas, no Amapá, no Espírito Santo, em Mato Grosso do Sul, no Rio de Janeiro e no Tocantins; 12 municípios (dois por estado) no Maranhão, no Mato Grosso, na Paraíba, no Piauí, em Santa Catarina e em Sergipe, 15 cidades (três por estado) em Goiás, no Pará, no Paraná, em Pernambuco e no Rio Grande do Norte, quatro no Ceará, quatro no Rio Grande do Sul, cinco na Bahia, seis em São Paulo e sete em Minas Gerais.

QUEM NÃO DEVE, NÃO TEME!

EITA, BRASIL! POR QUE TANTA BRIGA? TAMBÉM POR ISSO


Prefeituras desviam recursos da educação, da saúde e de obras, indica PF


Apenas nos seis primeiros meses deste ano, a Polícia Federal constatou que, em pouco mais de 1% dos municípios brasileiros, foi desviada a cifra de R$ 330 milhões em áreas como merenda e transporte escolar, saúde e obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). As investigações apontam a fraude em licitações, superfaturamento ou emissão de notas fiscais frias em 60 prefeituras de todo o país. Em Minas Gerais, estado com maior número de municípios do Brasil, 37 prefeituras sofreram uma devassa em razão das fraudes. Desde janeiro, 11 operações da PF em todo o país tiveram alvo específico nos recursos públicos destinados às administrações municipais. Em uma única operação, a Máscara da Sanidade, deflagrada em 21 de junho, 36 administrações municipais, todas do norte de Minas, foram pilhadas favorecendo empreiteiras em licitações para a realização de obras, que consumiram cerca de R$ 100 milhões. Cinco dias depois, foi a vez de Montes Claros, na mesma região, receber uma operação da PF, a Laranja com Pequi, em razão de fraude em licitação da merenda escolar e refeições para presidiários. O valor: R$ 50 milhões. Isso significa que só em Minas foram abocanhados em golpes, segundo as investigações da PF, R$ 150 milhões, ou 45% do total apurado no país.

FONTE: JUNIOR-DUBA.BLOGSPOT.COM.BR

QUEM PODE SE COMPROMETER COM ISSO NESSAS ELEIÇÕES?


Governador da Paraíba lança prêmios para a educação e anuncia concurso na área nesta segunda

O governador Ricardo Coutinho (PSB) lançou nesta segunda-feira (23) dois prêmios para a área de educação. Um deles é denominado 'Escola de valor' e o outro é chamado 'Mestres da Educação'. Ambos fazem parte do Plano de Gestão Paraíba faz Educação, lançado em agosto de 2011. Na ocasião, Ricardo anunciou que pretende fazer concurso público para nível médio nas escolas ainda este ano. A solenidade aconteceu na manhã desta segunda-feira (23) no Palácio da Redenção, em João Pessoa. O governador ainda lembrou que com o prêmio anunciado hoje, os professores podem receber 14º e 15º salário. Em três meses, o governo fez concurso e nomeou todos os aprovados para o magistério, 1016 empossados de uma única vez. objetivo dos prêmios consiste na fomentação, seleção, valorização e premiação das experiências administrativas e práticas exitosas resultantes de ações integradas e executadas por profissionais de educação, em exercício em escolas públicas estaduais. Em 2011, o prêmio beneficiou 4.882 educadores, sendo todos os profissionais de 70 Escolas. Um investimento que chegou aos R$ 6 milhões.
SE DINHEIRO TEM, POR QUE NÃO SE FAZ, MEU DEUS?


PENSE!

REFLITA!

SUA DECISÃO É SOBERANA!

CUIDADO COM QUEM VOCÊ VOTA


José Serra é o mais novo alvo da CPMI do Cachoeira


O candidato pelo PSDB à prefeitura de São Paulo, José Serra, é o mais novo alvo das investigações da CPMI do Cachoeira. Candidato à presidência da república em 2010, ele recebeu uma doação milionária de Ana Maria Baeta Valadares Gontijo, esposa de José Celso Gontijo, acusado de participar do esquema criminoso do contraventor. Gontijo é aquele empreiteiro flagrado em vídeo, em 2009, pagando propina para o chamado “mensalão do DEM”, durante o governo do também tucano José Arruda no Distrito Federal. E, nas conversas interceptadas pela Polícia Federal entre membros da quadrilha de Cachoeira, é apontado como o responsável pela entrada da Construtora Delta no Distrito Federal. A doação de Ana Maria chamou a atenção da Receita Federal pelo valor recorde: R$ 8,2 milhões. Como a legislação eleitoral só permite que uma pessoa física doe 10% dos seus rendimentos anuais, ela precisaria ter recebido R$ 7 milhões por mês durante 2009. Algo, no mínimo, incomum. Na semana passada, os membros da CPMI já aprovaram a convocação de Gontijo e a do ex-presidente da Delta, Fernando Cavendish. E também a de Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, ex-captador de recursos da campanha de José Serra. O deputado Dr. Rosinha (PT-PR), membro da CPMI, acha provável que as investigações sobre o esquema de Cachoeira cheguem ao PSDB nacional. E, segundo ele, nem por mera vontade ou mesmo mérito da CPMI. “Agora surgiu esta possível conexão com o Paulo Petro. E os documentos apareceram sem que nós os tivéssemos buscado”, afirma, se referindo à doação que surpreendeu à ReceitaFoi Paulo Preto quem assinou a maior parte dos contratos do governo de São Paulo com a Delta, durante as gestões de Geraldo Alkmin e Serra, que totalizam quase R$ 1 bilhão.

Tucanos na berlinda

José Serra não é o único tucano na berlinda. Situação ainda mais incômoda é a do governador de Goiás, Marconi Perillo. Ele não conseguir explicar à CPMI porque Cachoeira foi preso na mansão que vendera poucos meses antes e não convenceu os parlamentares de que sua campanha não foi financiada com o caixa 2 de empresas ligadas à quadrilha. Agora, para agravar a situação, é acusado de receber propina para liberar pagamentos devidos pelo governo à Delta, construtora ligada à organização criminosa. Conforme as denúncias, o dinheiro teria sido liberado via a venda da sua casa à Cachoeira. “A situação do Perillo está realmente complicada”, avalia Rosinha. O senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) já pediu a reconvocação do governador para depor. No requerimento, ele alega que a venda da casa teria sido feita com sobrepreço de R$ 500, em troca do pagamento de uma dívida de R$ 8,5 milhões do governo com a empreiteira. Em coletiva, na tarde desta quarta (18), o presidente da CPMI, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) disse que o assunto só será definido em meados de agosto, após o recesso parlamentar. E rebateu as críticas do PSDB de que a convocação atendia a interesses eleitoreiros. Outro tucano sob a mira da CPMI é o deputado Carlos Leréia (GO), flagrado em ligações comprometedoras com a quadrilha. A corregedoria já recomendou a abertura de processo contra ele por quebra de decoro parlamentar. Segundo o relator da representação, deputado Jerônimo Goergen (PP-RS), há indícios de uma relação muito próxima entre Leréia e Cachoeira, que estava tentando exercer influência no governo de Goiás por meio do deputado. 

VOCÊ É A FAVOR DA DIVULGAÇÃO DOS SALÁRIOS DOS SERVIDORES DE JOSÉ DA PENHA COMO FORMA DE TRANSPARÊNCIA?

Medida seria fundamental para acabar com distorções, desconfianças e realçar a honestidade de quem estiver com a caneta
Há um ditado que diz que quem não deve não teme. Se você perguntar a qualquer cidadão ele vai responder que sim, que se a pessoa não tem nada a esconder ela não se preocupará com nada e não temerá qualquer investigação. Nessa mesma linha de raciocínio, se você perguntar para qualquer candidato a vereador e prefeito eles todos vão dizer o mesmo: que são a favor e que quem não deve... mas então por que ainda não temos em todos os municípios um portal da transparência? e por que os administradores não exercem o orçamento participativo com o povo, perguntando às pessoas o que fazer com o dinheiro que sobra todos os meses? ora, quem não deve, não teme! qual candidato a vereador é capaz de abrir a boca e falar sobre esses temas na Câmara? qual candidato a prefeito temos chances de escancarar essas mazelas e resolver esses gargalos?

PENSE!

REFLITA!

VOCÊ É QUEM DECIDE!

domingo, 22 de julho de 2012

REMÉDIO É COISA SÉRIA, É PARA ESTAR NA FARMÁCIA, NA SECRETARIA DE SAÚDE. VOCÊ CONCORDA?

Quem pode ser capaz de regularizar a distribuição de remédios e marcação de consultas em José da Penha?

Quão bom será se um dia tivermos o nosso direito respeitado de, quando precisar de um remédio, ele estar na farmácia pública, de quando precisarmos marcar uma consulta, ela estar disponível na secretaria de saúde, de quando precisarmos de remédios de alta complexidade, resolvermos com as autoridades da saúde. Em pleno século 21, essa discussão parece ultrapassada mesmo sabendo que isso é corriqueiro em várias prefeituras do Brasil. O que querem os possuidores das canetas ao portarem o talão da bondade? querem que você se humilhe ou se constranja. Querem que você pense que é favor e que ele é bonzinho. Isso é um direito a todos e uma obrigação de quem ganha para trabalhar pelo povo. Estaríamos loucos ao pensar assim? estaríamos querendo inventar moda ao sonhar numa mudança para melhor? você pode até não querer manifestar o que pensa mas no fundo você sabe o que é certo, o que é moral e quem tem capacidade e vontade de fazer isso.

PENSE!

REFLITA!

SEMPRE RESPEITAREMOS!

sábado, 21 de julho de 2012

ONTEM FOI O DIA DO AMIGO. PARABÉNS AOS TRÊS AMIGÕES: PERILLO, DEMÓSTENES E CACHOEIRA


Os três amigos

A revista ÉPOCA teve acesso a novas conversas telefônicas interceptadas pela Polícia Federal na Operação Monte Carlo – que, no final de fevereiro, deslindou a infiltração do crime organizado no governo de Goiás. A íntegra das conversas – 5,9 gigabytes de informação – corre sob segredo de Justiça na 11ª Vara Federal de Goiânia. Nela, encontra-se fartura de trechos inéditos – e explicitamente reveladores, sobretudo sobre o envolvimento do tucano Marconi Perillo, que governa o Estado de Goiás, com o esquema liderado pelo bicheiro Carlinhos Cachoeira e pela construtora Delta. Entre outras novidades, há diálogos em que se diz que Perillo “mandou passar” à Delta um contrato que poderia render R$ 1,2 bilhão. Noutros diálogos, cita-se Perillo como responsável por ordenar, por intermédio do ex-senador Demóstenes Torres (ex-DEM), que o diretor do Detran no Estado, indicado por Cachoeira, contratasse uma empresa de um amigo do governador. Descobre-se, ainda, que um irmão de Perillo, chamado Antônio Pires Perillo, ou Toninho, tinha um celular Nextel habilitado nos Estados Unidos para conversar com Cachoeira – e que Toninho prestou serviços a ele. Desde que a existência da quadrilha de Cachoeira veio a público, em fevereiro, sabia-se que a força do grupo escorava-se, entre outros políticos, no senador Demóstenes. O envolvimento de Perillo aparecia, até então, por indícios. Na semana passada, ÉPOCA revelou as evidências – contidas num relatório enviado pela PF à Procuradoria-Geral da República – de que a Delta firmara um “compromisso” político com Perillo: comprara a casa que o governador vendia, pagara R$ 500 mil a mais do que ela valia – e passara a receber em dia o que o governo de Goiás lhe devia. De acordo com as gravações, outros acertos de Perillo com as empresas ligadas ao esquema de Cachoeira acontecem em março de 2011, logo após a venda da casa para a Delta. No dia 1º de março, Perillo vende a casa. No dia 2, começam os negócios. Às 21 horas, Demóstenes liga para Cachoeira. O assunto é urgente: Demóstenes tem um “recado” a transmitir a Cachoeira. De quem? De Perillo. Descobre-se, portanto, que a relação de Perillo com a quadrilha de Cachoeira era ampla – envolvia não apenas seu assessor Wladmir Garcez, que acabara de intermediar os pagamentos da Delta pela casa, mas também Demóstenes. Diz Demóstenes: “Fala, professor. O seguinte: tava precisando falar com você. Ou se você não puder, manda o Wladmir (Garcez) falar comigo. Não é nada daquele assunto, não. É outro, que apareceu agora. É um recado do Marconi. Precisava te passar” (ouça o áudio). Cachoeira pergunta se Demóstenes está em Goiânia. “Tô aqui”, diz Demóstenes. “Se você puder vir aqui... Se não puder, manda o Wladmir que eu explico o que é.” Cachoeira não titubeia: “Vou aí agora então”. Pouco mais de meia hora depois, após o encontro com Demóstenes, Cachoeira liga para o presidente do Detran de Goiás, Edivaldo Cardoso, conhecido como Caolho. Caolho fora nomeado para o cargo assim que Perillo assumiu o governo, segundo a investigação, por indicação de Cachoeira, que o encarregara de assegurar que a Delta e demais “empresas amigas” faturassem alto não somente no Detran, onde ele assinaria contratos e autorizaria pagamentos, mas também nas demais áreas do governo de Goiás. Como Caolho faria isso? Graças a seu acesso privilegiado à cúpula do governo tucano, Caolho tinha bom trânsito com Perillo e seus assessores. Deveria ainda manter Cachoeira a par de possíveis novos projetos do governo. É nesse contexto que transcorre o diálogo entre Cachoeira e Caolho naquela noite de março – um breve, porém claro, sinal do empenho de Perillo em ajudar a turma. Cachoeira diz a Caolho: “Tenho um recado do Marconi e do Demóstenes para você”. Caolho pergunta do que se trata. “Por telefone é ruim, né?”, afirma Cachoeira. Ato contínuo, Caolho pergunta se os dois podem se encontrar. Cachoeira, cansado depois de um dia intenso e sem encontrar uma brecha na agenda do dia seguinte, acaba transmitindo o recado de Perillo por telefone. “Você teve com a Politec?”, diz Cachoeira. “Tive, ué”, responde Caolho. Temendo uma bronca, Caolho se adianta e conta tudo: “Quem mandou, pediu para eu receber a Politec foi o Marconi (Perillo). Ligou e pediu para eu receber o cara (da empresa Politec)” (ouça o áudio). Cachoeira confirma: “Aí mas ele (Perillo) não lembra, não. O problema é esse. Ele falou lá que você tinha que fechar (com a Politec), o negócio deles lá”.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

ELE, DE NOVO, MAIS UMA VEZ, É O CARA

Ex-presidente Lula recebe mais um prêmio, desta vez da CPLP
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ganhou nesta sexta-feira o prêmio José Aparecido de Oliveira, oferecido pela CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa) na sua 9ª Conferência de Chefes de Estado e de Governo, em Maputo, Moçambique. O Prêmio José Aparecido de Oliveira é uma forma de homenagear personalidades e instituições que se destacam na defesa, valorização e promoção da CPLP, dos seus princípios, valores e objetivos. Entre os objetivos da CPLP estão a cooperação e a coordenação política e diplomática entre seus estados membros para reforço de sua presença no cenário internacional, e projetos de promoção e difusão da língua portuguesa. “Recebo este prêmio, não tanto como uma homenagem à minha trajetória pessoal – sindical e política – e mais como o reconhecimento das conquistas recentes da lusofonia”, disse Lula, que ressaltou a importância da contínua valorização da relação entre os países da comunidade e a criação no seu governo da UNILAB (Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira), em Redenção, no Ceará. A homenagem inclui um prêmio de 30 mil euros e seu nome homenageia o embaixador brasileiro José Aparecido de Oliveira (1929-2007) um dos fundadores da CPLP, e o júri é formado pelos representantes dos países membros da CPLP. Os países que compõem a CPLP são Angola,Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Portugal e Timor Leste.  

AJUDE A RECUPERAR O QUE FOI DESTRUÍDO: VOTE CERTO

José da Penha necessita recuperar um local de trabalho para que as pessoas voltem a ter uma oportunidade de renda
Há em nossa cidade um local  em que as famílias se encontravam, principalmente as mulheres de família, para ganhar sua renda lavando roupas com custo zero, subsidiadas pela prefeitura. Esse lugar é a lavanderia pública que ficava entre a rua João de Deus Fontes e o alto da alegria. Infelizmente, por descaso da população que ainda não sabe cobrar como deveria, o poder público esqueceu e abandonou esse local não só de trabalho, de oportunidade de renda, mas também de encontro fraterno, amistoso e tradicional em nossa cidade. Por isso, é necessário que a população cobre isso das autoridades e de todos os postulantes a cargos executivos e legislativos. Não podemos ganhar um pão e perder a manteiga, receber de um lado  perder do outro. Tudo pertence ao povo. Os eleitos são todos empregados da população. Eis a questão: qual será o melhor? vender o voto, votar no incerto, em propostas vazias ou não vender o voto e credibilizar a melhoria de vida de todos? decida!

SÓ HÁ COMPRA DE VOTO PORQUE HÁ QUEM VENDA. ANTES DE SER RUIM O COMPRADOR, PIOR É O VENDEDOR.

E AGORA, CANALHAS NACIONAIS?


TCU derruba a prova central do mensalão

A menos de quinze dias para o início do “julgamento do século”, uma decisão tomada pelo Tribunal de Contas da União pode ser determinante para o futuro dos réus da Ação Penal 470. O TCU considerou regulares os contratos de publicidade de R$ 153 milhões do Banco do Brasil com as agências de publicidade DNA e SMPB, que pertenciam ao empresário Marcos Valério de Souza. Isso reforça o que foi dito, dias atrás, pelo criminalista Marcelo Leonardo, que fará a defesa oral de Valério no Supremo Tribunal Federal. “Não houve recursos públicos, apenas empréstimos privados”. O PT admite que tomou empréstimos bancários, junto ao Rural e ao BMG, para honrar dívidas de campanha próprias e de alguns partidos da base aliada. A decisão do TCU foi tomada a partir de relatório preparado pela ministra Ana Arraes, cujo voto foi acompanhado pelos demais ministros. O primeiro a ser beneficiado é o ex-diretor de marketing do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato, que foi denunciado por ter validado os principais contratos de publicidade de Valério na administração pública federal. De acordo com o TCU, os contratos seguiram o padrão de normalidade do Banco do Brasil e não diferem dos que foram fechados com outras agências de publicidade. Curiosamente, as agências de publicidade de Valério entraram para o governo federal no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Foram apadrinhadas pelo ex-ministro Pimenta da Veiga, das Comunicações, que é amigo pessoal de Valério. Continuaram no governo Lula, até o escândalo do suposto mensalão, ocorrido em 2005. Embora já ajude a livrar a cara da Pizzolato, a decisão do TCU pode ter também repercussões maiores sobre outros réus. A começar, pelo próprio Valério. O empresário sustenta que, entre o fim da campanha presidencial de 2002 e o início do governo Lula, foi apresentado ao ex-tesoureiro Delúbio Soares, do PT, pelo ex-deputado Virgílio Guimarães. Ajudou a resolver o problema das dívidas de campanha com o partido por meio dos empréstimos bancários. E, no caso do Rural, ele argumenta que tentou fazer lobby para que o banco assumisse a massa falida do Banco Mercantil de Pernambuco – o que não ocorreu. Por isso, Valério chegou a dizer que foi um lobista fracassado. Essa decisão do TCU também corrobora a tese de caixa dois eleitoral – e não de compra regular de parlamentares. Isso porque os empréstimos foram tomados logo no início do governo Lula. Os contratos de publicidade eram renovados periodicamente.

CANALHAS SÃO CANALHAS EM QUALQUER LUGAR


Na tentativa de incriminar Lula, oposição amplifica o último factoide de Jefferson


De todos os políticos brasileiros, poucos têm sido tão teatrais como Roberto Jefferson, pivô do mensalão. No governo Collor, o petebista integrava, com orgulho, a “tropa de choque” do ex-presidente, às vésperas do impeachment. Em 2005, pouco depois de denunciar o mensalão em duas entrevistas à Folha de S. Paulo, Roberto Jefferson divertiu repórteres, cantando da janela do seu apartamento em Brasília, a canção Caçador de Mim, interpretada por Milton Nascimento. “Nada a temer, senão o correr da luta...” Nesta semana, às vésperas do julgamento do mensalão, Jefferson voltou a vestir a camisa do político intrépido e destemido. Disse que, em 2005, foi procurado pelo Arlindo Chinaglia, então líder do governo do Lula, que lhe propôs um acordo: recuar nas denúncias, em troca de uma investigação de mentirinha da Polícia Federal, que o inocentaria no processo. Jefferson teria negado porque preferiu “cair de pé, e não de joelhos”. A acusação, negada ao 247 pelo deputado Chinaglia, acaba de se transformar no último factoide de Jefferson. Representantes de vários partidos da oposição começaram a reverberar as acusações. “Isso mostra que o ex-presidente Lula tentou usar a Polícia Federal em defesa do PT”, disse o deputado ACM Neto (DEM/BA), que concorre à prefeitura de Salvador. “Isso tem que ser investigado, porque tudo o que Jefferson denunciou foi comprovado”, reverberou Sérgio Guerra, presidente do PSDB. “Eu já sabia”, concluiu Roberto Freire, do PPS. Do ponto de vista concreto, no entanto, não há sinais de que Lula tenha trabalhado para conter a investigação relacionada ao mensalão. Eis alguns exemplos: 


1) A CPI dos Correios foi presidida por um senador petista, Delcídio Amaral, que agiu de forma independente e não aliviou para nenhum dos suspeitos ligados ao partido.



2) A Polícia Federal atuou com total liberdade e recolheu provas que alimentaram a denúncia formulada pelo então procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza.



3) Lula reconduziu Antonio Fernando ao cargo, após a apresentação da peça que denunciou os 40 réus do mensalão.



4) A peça foi recebida pelo ministro Joaquim Barbosa, indicado por Lula ao Supremo Tribunal Federal, que produziu um duríssimo relatório sobre o mensalão.



5) No governo Dilma, o procurador Roberto Gurgel intensificou as denúncias e também foi reconduzido ao cargo.



É, portanto, improvável que Lula tenha tentado calar Roberto Jefferson na origem do escândalo e depois tenha deixado que tudo corresse livremente. “Só posso ver nisso a última chicana jurídica do ex-deputado Roberto Jefferson”, disse ao 247 o líder do governo Dilma, Arlindo Chinaglia.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

VOTAR EM LULA E NO PT TROUXE ISSO PARA O BRASIL

Brasil passa Coreia do Sul e é sexto país com maior reservas de dólares


Brasil ultrapassou a Coreia do Sul e se tornou, no fim de 2011, o sexto maior país detentor de reservas internacionais no mundo, segundo números divulgados nesta quinta-feira (19) pelo Banco Central, por meio do relatório de gestão das reservas referente ao ano passado. No fim de 2010, o Brasil ocupava a sétima posição no ranking de maiores detentores de reservas cambiais. Ainda permanecem na frente do Brasil, no tamanho das reservas cambiais, os seguintes países, pela ordem: China (cerca de US$ 3 trilhões), Japão (aproximadamente US$ 1,3 trilhão), Arábia Saudita (pouco acima de R$ 500 bilhões), Rússia (cerca de US$ 500 bilhões) e Taiwan. Atrás do Brasil, no ranking divulgado pelo BC brasileiro, aparecem Coreia do Sul, Hong Kong, India e os países da Eurozona. No fim de 2011, lembrou o BC, o Brasil possuía US$ 352 bilhões em reservas internacionais, US$ 63,44 bilhões, ou 22%, a mais do que no fechamento de 2010 (US$ 288,57 bilhões). Com isso, as reservas cambiais registraram o segundo maior crescimento anual da história, perdendo apenas para o ano de 2007, quando foi computada uma expansão de US$ 94,49 bilhões. O Banco Central observou, porém, que a economia brasileira apresenta a segunda menor proporção de reservas em relação ao PIB entre os países dessa mesma lista, com valor aproximadamente três vezes menor que a média. Neste critério de comparação, o Brasil supera apenas os países da Eurozona.
Seguro contra crise
A vantagem de ter dólares em caixa é que isso dá garantias contra eventuais crises no mercado externo, como a da Rússia, em 1998, que acabou atingindo o Brasil, e as turbulências que atingiram a economia internacional em 2008 e, novamente, em 2011 e começo de 2012. Em 2008, na primeira fase da crise financeira, quando as linhas de crédito externas escassearam, o BC vendeu dólares das reservas para empresas brasileiras. No fim de 2010, o Banco Central chegou a ofertar dólares ao mercado financeiro, com compromisso posterior de recompra, mas não aceitou as propostas do mercado financeiro na ocasião. Apesar das vantagens em possuir reservas em um momento de crise, economistas chamam a atenção para o chamado "custo de carregamento" das reservas cambiais. Cada vez que o governo compra divisas, paga em real e, com isso, aumenta a dívida interna. Ao mesmo tempo, também tem de pagar mais juros, uma vez que as taxas oferecidas no mercado interno são mais altas do que no exterior.
Histórico das reservas
As reservas internacionais brasileiras chegaram ao fundo do poço no fim de 1998 no governo FHC e início de 1999, logo após o anúncio de moratória (não pagamento da dívida externa) por parte da Rússia. Naquele momento, houve uma fuga de capitais de todos os países emergentes, inclusive do Brasil, e, para manter o câmbio fixo, o Banco Central, sob a tutela de Gustavo Franco, teve de lançar mão das reservas e vender dólares ao mercado financeiro para segurar a cotação do real. Naquela época, as reservas já haviam caído para US$ 24,4 bilhões. Com a adoção do câmbio flutuante, ou seja, sem metas para a taxa de câmbio, as reservas deixaram de ser utilizadas para conter a subida do dólar. A consequência imediata foi a disparada da moeda norte-americana para cerca de R$ 3,00. Entretanto, até o fim daquele ano já retornaria para um patamar ao redor de R$ 2,00 por dólar em razão do aumento da taxa básica de juros da economia. Com o processo de recomposição das reservas, iniciado em 2004, o Banco Central voltou a comprar dólares, o que tem elevado, desde então, o patamar das reservas cambiais. No fim de 2005, as reservas já estavam em US$ 53,8 bilhões, avançando para US$ 85,8 bilhões no fechamento de 2006 e para US$ 180 bilhões no final de 2007. No fechamento de 2008 e de 2009, respectivamente, as reservas alcançaram as marcas de US$ 206 bilhões e US$ 239 bilhões.

SE SEU CANDIDATO FOSSE MONITORADO 24 H NO TELEFONE FIXO, CELULAR, INTERNET, CONTAS BANCÁRIAS, O QUE VOCÊ ACHA QUE DESCOBRIRIA?

Cachoeira pagou propina a secretário de GO do PSDB

Gravações inéditas da Polícia Federal indicam que grupo do contraventorCarlinhos Cachoeira teria pago o secretário da Segurança Pública de Goiás para conseguir liberação de verbas de contrato com a empreiteira Delta. O secretário João Furtado negou qualquer ligação com a quadrilha e disse que suspendeu os pagamentos porque a empresa não cumpria corretamente o que havia sido previsto na licitação. Com autorização da Justiça, a Polícia Federal gravou a conversa entre Cláudio Abreu, ex-diretor da Delta, e Cachoeira no dia 15 de julho de 2011. O bicheiro reclama que o secretário João Furtado tinha suspendido o pagamento de um contrato assinado com a Delta para locação de veículos.
CLÁUDIO: Ele travou nossas coisas lá. Travou tudo.
CACHOEIRA - E aí?
CLÁUDIO - E aí. Mandou recado, meu amigo. Se eu não voltar a cumprir com ele vai ficar tudo travado e ameaçou chegar no final do ano não renovar o contrato e licitar de novo.

Horas depois, em outro telefonema, Cachoeira diz para Cláudio Abreu que está com o ex-presidente do Detran de Goiás no viva-voz e pede para que Cláudio repita a história.
CLÁUDIO: Não entendi. João? Quê João?
CACHOEIRA: Ô rapaz, o João. João Furtado. O negócio do pagamento que ele ameaçou romper.
CLÁUDIO: Não, é... travou os "trem" lá. O pessoal de baixo lá falou que vai botar lupa nos nossos contratos e que as coisas só iam andar de acordo com o humor dele.
CACHOEIRA: De acordo com a ordem dele?
CLÁUDIO: Exatamente. E do humor...
CACHOEIRA: Aí ele quer o passado?
CLÁUDIO: Exatamente. Abril e maio.

As gravações não provam que o secretário recebeu algo para liberar os pagamentos à Delta, mas no dia da conversa, 15 de julho, havia um pagamento atrasado e o contrato de locação de veículos para a secretaria foi renovado.

E O SEU CANDIDATO, HEIN? ESCOLHA BEM SENÃO APENAS A MEIA-DÚZIA DE SEMPRE...

quarta-feira, 18 de julho de 2012

QUANTO VOCÊ GANHA POR MÊS? QUANTO GANHAM 'AQUELES' A SUAS CUSTAS?

Novo senador trabalha um dia nesse mês e ganha 13 mil, além de auxílio-mudança


O senador Wilder Morais (DEM-GO), que assumiu o mandato que pertencia ao senador Demóstenes Torres (sem partido-GO), vai receber cerca de R$ 13 mil reais referentes ao mês de julho. Desde que assumiu o cargo na última sexta (13), ele não voltou à Casa. Nesta quarta (18), o Congresso entra em recesso e só retoma os trabalhos em 1º de agosto. Segundo a assessoria de imprensa do Senado, Wilder terá direito a receber o valor proporcional aos dias depois que assumiu referente ao subisídio pago aos parlamentares, no valor de R$ 26.723,13, mesmo sem comparecer ao Senado no período. Wilder também receberá do Senado uma ajuda de custo para as despesas com a mudança. O valor da ajuda de custo não foi informado pelo Senado. Ainda de acordo com a assessoria do Senado, Wilder Morais manterá em seu gabinete todos os assessores que trabalhavam para Demóstenes.

SE VOCÊ ESTÁ SATISFEITO SABE O QUE FAZER. SE ESTÁ REVOLTADO JÁ SABE COMO AGIR. FICAR PARADO OU LEVANTAR-SE É TAREFA SUA. SABER OUSAR É COMPORTAMENTO DOS SÁBIOS.

terça-feira, 17 de julho de 2012

NESSA POLÍTICA, REFLITA SOBRE ISSO

Grampo: Cachoeira pagava contas de secretários de Marconi Perillo



BRASÍLIA - Interceptações telefônicas da Polícia Federal, gravadas com autorização judicial e às quais O GLOBO teve acesso, sugerem que o bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, pagava contas de secretários do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), e, para isso, valia-se da construtora Delta. Para membros da CPI do Cachoeira, os diálogos demonstram que várias áreas do governo do tucano estavam comprometidas com o grupo de contraventor. Os deputados e senadores da comissão já defendem a reconvocação de Perillo para falar da liberação de recursos para a Delta em troca da compra de sua casa. Em 27 de abril do ano passado, irritado com o fato de encontrar dificuldades para emplacar algumas indicações no governo de Perillo, Cachoeira irrita-se com Wladmir Garcez, apontado pela Polícia Federal como o braço político do esquema, e critica Wilder Morais (DEM-GO), que assumiu a vaga de senador que se abriu com a cassação de Demóstenes Torres e que era, até a semana passada, secretário de Infraestrutura do governo. O telefonema foi gravado às 19h e durou 41 segundos. 

— Eu não consigo pôr no Detran, o Wilder foi lá e emplacou. O Wilder não dá um centavo pra ninguém. Imagina só: o Wilder vai lá para o Palácio, consegue convencer o Marconi a colocar o cara e você tá lá todo dia e não fala nada. Você tá com o secretariado todo dia, todo dia você traz conta pra mim, levo pro Cláudio, e não consegue emplacar ninguém. Entendeu? — reclamou Cachoeira, fazendo referência a Cláudio Abreu, da Delta Construções.

— Escutei, chefe — admite Wladmir, encabulado.

Às 19h22m, Cachoeira volta a dizer que paga as contas dos secretários:

— Ô, Wladmir, eu tô fazendo a coisa. Esquece esse negócio de viagem, meu. Eu tô puto, porque vai enchendo o saco, vai caindo a gota, sabe, aí um bobão tá lá no trem lá, ele tá lá. O Edivaldo (Cardoso, presidente do Detran de Goiás) fala que não tem isso, não tem aquilo, que acabou com a CLT, que não sei o que que tem, que não vai fazer isso, não vai fazer aquilo, e o cara tá lá. Tá sendo empossado na nossa cara, rapaz. E nós aqui, ó. Você todo dia traz uma conta diferente pra mim. Todos os dias. Um cargo que a gente tinha, todo dia, esse bosta deste cara, esse malandro desse Rincón, todo dia você tá com ele, rapaz, nós tínhamos uma gerência, nós tínhamos uma diretoria forte. Não temos mais nada. Não temos uma pessoa nossa lá — irrita-se o bicheiro. Rincón é Jayme Rincón, presidente da Agência Goiana de Transportes e Obras (Agetop). Para Miro, conversa atesta intimidade Na semana passada, a imprensa noticiou que Cachoeira estava irritado com Wilder Morais, que assumiu a vaga de Demóstenes Torres no Senado. Em conversas com Garcez, o bicheiro xinga Morais e observa que ele não colocou qualquer centavo na campanha de Marconi ao governo, dando a entender que ele, Cachoeira, havia contribuído e não estava tendo o retorno esperado. Para o deputado Miro Teixeira (PDT-RJ), o teor do diálogo no qual o contraventor fala do secretariado demonstra que há uma intimidade entre os auxiliares de Marconi e Cachoeira.

— Parece que ele fala genericamente, mas dá para perceber que há um grande número de secretários que têm intimidade com ele para resolver problemas — declarou.

O senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) vê uma ligação forte entre membros do governo de Perillo com Cachoeira.
—Tudo faz sentido. Várias áreas do governo estavam comprometidas com Cachoeira e com a Delta.

QUEM É O CACHOEIRA DA SUA CIDADE? QUEM É O DEMÓSTENES? QUEM É O PERILLO? QUEM É VOCÊ? VOCÊ É O ELEITOR, VOCÊ É QUEM DECIDE!