sexta-feira, 7 de setembro de 2012

COMO É BOM A TRANSPARÊNCIA

CGU passa a divulgar nomes de servidores federais expulsos 

A Controladoria-Geral da União (CGU) passou a disponibilizar, por meio do Portal da Transparência, o chamado "Cadastro de Expulsões da Administração Federal", que informa os nomes de servidores federais expulsos por conta de demissão, cassação de aposentadoria e destituição de cargo em comissão ou função comissionada. Os dados englobam os servidores civis, efetivos ou não, de 2005 em diante. A relação inicial, com dados até 30 de agosto último, contém 3.027 expulsões aplicadas a 2.552 servidores, informou a CGU. "Esses números são diferentes porque em muitos casos o servidor é punido mais de uma vez, em consequência de diversos processos a que respondeu. A fonte das informações é o Diário Oficial da União. O cadastro será atualizado mensalmente", acrescentou a Controladoria. 
Lei de Acesso à Informação
"A divulgação do Cadastro de Expulsões da Administração Federal é mais um passo dado pelo governo federal brasileiro em cumprimento à Lei de Acesso à Informação", declarou o ministro-chefe da CGU, Jorge Hage. De acordo com a Controladoria-Geral da União, o cadastro tem como objetivo "consolidar dados úteis aos gestores públicos, bem como garantir maior transparência à atividade correcional promovida pela Administração Federal". Pelo cadastro é possível detalhar a punição aplicada ao servidor e obter informações como: órgão de lotação, data da punição, tipo de penalidade, unidade da federação, fundamentos legais da expulsão e até visualizar a portaria de punição no Diário Oficial da União. É possível também fazer “download” completo das informações constantes do cadastro, o que permite organizá-las por órgão de lotação, por data das punições, ou, ainda, elaborar gráficos.  
Penalidades

A CGU lembra que a demissão é a pena aplicável ao servidor efetivo ativo que comete infração grave no exercício do cargo; cassação de aposentadoria é aplicada quando o servidor já está aposentado, mas foi penalizado com demissão por ato praticado enquanto se encontrava em atividade; e a destituição é aplicada a pessoa que ocupava somente cargo em comissão ou função comissionada, não sendo servidor efetivo. O órgão lembra também que a penalização de servidores públicos implica em diversas consequências jurídicas, podendo, nos casos mais graves, acarretar o impedimento de retorno do servidor aos quadros da Administração. As consequências dessas punições constam na Lei do Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da União (Lei nº 8.112/90) e também em outras leis, como as que tratam de inelegibilidade, informou a CGU. Além disso, em determinados caos, pode haver consequência na esfera criminal, sendo obrigatória a comunicação ao Ministério Público, acrescentou. Informações sobre penas aplicadas a empregados públicos regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), ou por meio de normativos internos de empresas estatais, entretanto, não fazem parte do cadastro.

TRANSPARÊNCIA: PALAVRÃO PARA OS CANALHAS, MÚSICA PARA OS SEDENTOS DE JUSTIÇA. QUEM É CONTRA A TRANSPARÊNCIA? QUEM TEM MEDO DE ESCONDER ALGO? EU SEI QUE VOCÊ SABE...

PROFESSORES DE JOSÉ DA PENHA, TEM GENTE LUTANDO POR VOCÊS


Grupo emite nota sobre a ADIN do Piso Salarial do Magistério


O Grupo de Trabalho da câmara dos deputados, integrado por parlamentares de diversos partidos políticos e constituído por decisão do Presidente da Câmara dos Deputados para buscar um encaminhamento legal negociado sobre o critério para atualização anual do piso salarial nacional do magistério público da educação básica, previsto no art. 5º, parágrafo único, da Lei nº 11.738, de 2008, surpreendido pela interposição de Ação Direta de Inconstitucionalidade junto ao Supremo Tribunal Federal, relativa a esse mesmo dispositivo, pelos Governadores dos Estados do Mato Grosso do Sul, Goiás, Piauí, Rio Grande do Sul, Roraima e Santa Catarina, vem a público declarar:

1. Causa profunda espécie a extemporaneidade da propositura da ADIN em questão, em meio a um democrático e participativo processo de negociação até então estabelecido entre as representações dos gestores públicos estaduais e municipais da educação e dos trabalhadores da educação, com a mediação do Poder Legislativo federal.

2. A Lei nº 11.738, de 16 de julho de 2008, que instituiu o piso salarial nacional para os profissionais do magistério público da educação básica, é conquista definitiva desses profissionais e de toda sociedade, inegavelmente interessada na educação de qualidade, que só pode ser obtida com a implementação de efetivas políticas de valorização dos educadores.

3. A sistemática de atualização anual do piso, prevista no parágrafo único do art. 5º da referida Lei, está em vigor há alguns anos e adota critério autoaplicável que permite projetar, com antecipação, o índice a ser aplicado no exercício seguinte.

4. A articulação do critério de atualização com a variação de determinado valor por aluno ao ano, derivado da variação das receitas do FUNDEB e do número de matrículas, é plenamente justificável, e é coerente com a finalidade da existência desse Fundo, cuja denominação é Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação.

5. A atualização do piso nacional com base em percentuais superiores aos índices inflacionários é uma questão de justiça social, em face das perdas remuneratórias a que historicamente foram submetidos os profissionais da educação básica.

6. A elevação do valor do piso, como dispõe a própria Lei, deve vir acompanhada da adequação dos planos de carreira do magistério público dos entes federados.

7. A atualização assim implementada coaduna-se com as indispensáveis políticas de valorização do magistério, tão bem consignadas no projeto do novo Plano Nacional de Educação que, em sua meta 17, reconhece a necessidade de, em dez anos, equiparar a remuneração média dos profissionais da educação com a dos demais profissionais no País com igual nível de escolaridade.

8. As negociações em curso visam, de um lado, garantir essa valorização e, de outro, assegurar a sustentabilidade de sua execução, buscando um critério de atualização anual do valor do piso que compatibilize a justa melhoria dos padrões de remuneração dos profissionais e a capacidade de pagamento dos entes federados.

9. O inesperado questionamento da matéria junto ao STF, por parte dos governos de alguns poucos estados, vai de encontro a esse processo nacional de entendimento e contraria a aspiração de toda a sociedade com relação a uma educação básica de qualidade, ministrada por educadores reconhecidos em sua dignidade profissional.


Deputada Fátima Bezerra – PT/RN
 
Coordenadora do Grupo de Trabalho e da 
FRENTE PARLAMENTAR EM DEFESA DO PISO SALARIAL DO MAGISTÉRIO NO CONGRESSO NACIONAL.

ESSE É O PSDB QUE PEDE SEU VOTO


Grupo tinha versão prévia de edital do governo de Goiás

O grupo comandado pelo empresário Carlinhos Cachoeira tinha em seu poder, desde 2011, uma versão prévia de edital com regras de uma licitação que acabou sendo lançada pelo governo de Goiás somente em 2012. A formulação de um edital, documento que baliza a apresentação de propostas para uma concorrência, é prerrogativa do governo. Só é tornado público após finalizado. A descoberta da Polícia Federal dá margem para ao menos duas possibilidades. Uma é que o grupo de Cachoeira teve acesso antecipado a um processo ainda em gestação no governo goiano. Outra é que o grupo estivesse montando o edital a ser apresentado à Agência Goiana de Transportes e Obras Públicas (Agetop), responsável pela licitação. O governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), é investigado pela CPI do Cachoeira e em inquérito no Superior Tribunal de Justiça (STJ) por supostamente ter permitido que Cachoeira tivesse influência em nomeações e contratos durante sua gestão.

 RELAÇÕES

Anexado ao edital, foi encontrado um termo de referência da licitação, com detalhes sobre as eventuais obrigações da empresa que seria contratada. Ambos estavam no computador de Wladimir Garcez, que, além de assessorar Cachoeira, também atuava como representante comercial da empreiteira Delta --da qual o empresário era sócio, segundo a Polícia Federal. Garcez, que é filiado ao PSDB e aliado de Perillo, mantinha contatos frequentes com o presidente da Agetop, Jayme Rincón. A PF já havia encontrado indícios de acesso privilegiado de Garcez a trâmites internos do órgão. Conforme  apurou a imprensa, Toninho Perillo, irmão do governador, orientou Garcez, em fevereiro deste ano, sobre qual estratégia o grupo de Cachoeira deveria adotar em uma outra licitação também na Agetop. Os documentos encontrados com Garcez faziam referência ao ano de 2011 e definiam regras para a contratação de uma empresa de consultoria que ficaria responsável pelo gerenciamento de um programa de obras rodoviárias em Goiás. Em maio daquele ano, o governador Marconi Perillo lançou o programa Rodovida, que tinha entre suas previsões a contratação de empresa especificamente para gerenciar o programa. Há cerca de duas semanas, a Agetop lançou uma licitação com esse objetivo. O edital, conforme o órgão, somente começou a ser elaborado em julho deste ano. As empresas interessadas apresentarão suas propostas no início de outubro.

SEMELHANÇAS

O edital lançado pela Agetop e a minuta encontrada com o grupo de Cachoeira não são idênticos, mas têm o mesmo sentido. As especificações dos serviços a serem prestados pela empresa contratada são semelhantes, embora não tenham a mesma redaçãoA Agetop informou à reportagem que "jamais" enviou minutas de editais "a quem quer que seja" e disse que vai investigar o caso.

ELEGERAM O PERILLO? AGORA É SÓ CHORAR. SÓ DAQUI A MAIS DOIS ANOS. É ASSIM SEMPRE. PORQUE DEPOIS O LEITE JÁ DERRAMOU. E O LEITE É CARO. MAIS BARATO APENAS QUE CABEÇA DE FRANGO PARA NOSSAS CRIANCINHAS COMEREM.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

O DIA DA INDEPENDÊNCIA: TEM MEDO DE LER?

Quem pode dizer que é independente?

O Brasil conseguiu sua independência administrativa no dia 07 de setembro de 1822. De lá para cá muitas coisas melhoraram, outras nem tanto. Mas o certo é que estamos avançando. Há coisas curiosas sobre pessoas que, individualmente, dizem que são livres mas não são. São escravas. Por falar em escravidão, acabamos com ela, incluímos as mulheres em um patamar de igualdade, oportunizamos enquanto nação avanços nas áreas da saúde, educação e condições gerais de vida, embora muito ainda há a ser feito.

Outras coisas ainda capengam em nosso meio. Por exemplo, estamos em plena campanha eleitoral em nosso país. E quem é INDEPENDENTE MORALMENTE sabe perfeitamente o que meia dúzia de pessoas fará daqui há dois anos nas eleições em níveis estadual e federal. Sabe-se que tais pessoas NÃO TÊM ESCOLHA E, SIM, OBEDIÊNCIA.  Como um bom escravo de senzala ou mesmo um capataz de fazenda. Quem for apontado, não interessando se é bandido, se manda matar, se rouba e apoia quem rouba, tudo isso não interessa. Interessa OBEDECER. Sobre isso acreditamos que nenhum valentão queira fazer uma aposta, de vera, no contrário.

 E POR QUÊ?
DEPENDÊNCIA, O CONTRÁRIO DO DIA DE HOJE

É certa e verdadeira tal análise. Em muitos e muitos lugares do 'Brasil independente' ainda as pessoas que não conseguem exercer a sua plena vontade ou simplesmente abdicam seu direito de análise crítica. Alguns motivos:

1) Por que não estudou e DEPENDE;
2) Por que faz parte do nepotismo e DEPENDE;
3) Por que fornece ou vende superfaturado e DEPENDE;
4) Por que recebe sem trabalhar e DEPENDE;
5) Por que acha que um direito é favor e se faz DEPENDER;
6) Por que faz parte da meia dúzia que tem até sete empregos e vende a alma para DEPENDER;
7) APs, fazendas, muito dinheiro na conta e DEPENDE;
8) Não passou na pública e paga a universidade com dinheiro público e DEPENDE;
9) Tem esperança das promessas e está doido para DEPENDER;
10)  Porque é morta-fome, tem autodeterminação em todos os sentidos mas gosta de DEPENDER.

AGORA OLHE PARA OS CÉUS E DIGA PARA PAPAI DO CÉU EM QUAL ITEM DESSAS DEZ OPÇÕES VOCÊ SE ENCAIXA. NÃO ADIANTA MENTIR. DEUS JÁ SABE DE SUA RESPOSTA ANTES. NÃO SE ENCAIXA EM NENHUMA?

PARABÉNS, CIDADÃO BRASILEIRO! PELO SEU DIA DA INDEPENDÊNCIA

VENHAM PARA O RN. AQUI TEM DESVIADORES APOIADOS INCLUSIVE POR PSEUDO-CIDADÃOS DE BEM

Ministério público da PB segue operação em prefeitura suspeita de desvio de verba pública

O Ministério Público do Estado da Paraíba (MPE) realiza na manhã desta quinta-feira (6) a Operação Pão e Circo II com o cumprimento de dois mandados de busca e apreensão nas cidades de João Pessoa e Alhandra, no Litoral Sul da Paraíba. A Operação Pão e Circo I havia prendido 28 pessoas suspeitas de participar de um esquema de desvio de verbas públicas em realização de eventos festivos. A operação desta quinta-feira cumpriu determinação do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB). A suspeita é que mesmo após a primeira operação, a cidade de Alhandra tenha realizado mais festas com irregularidades. Os mandados de busca e apreensão acontecem na sede da prefeitura da cidade e no escritório do prefeito do município, que havia sido detido na primeira parte da operação, no dia 28 de junho, e segue sendo investigado pelo MPE. O escritório dele fica na capital. A operação Pão e Circo tem o objetivo de desarticular um grupo que desviava rescursos públicos federais, estaduais e municipais em dezoito cidades, e treze prefeituras estão sendo investigadas. De acordo com a Polícia Federal, o valor desviado ultrapassa os R$ 65 milhões. Além de três Promotores de Justiça do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime (Gaeco) do MPE, participam da operação Pão e Circo II, dez policiais rodoviários federais, dez policiais civis e três auditores da Controladoria Geral da União (CGU). De acordo com o promotor Octávio Paulo Neto, os documentos apreendidos nesta quinta-feira serão anexados ao material recolhido em junho, quando 65 mandados de busca e apreensão foram realizados e 28 pessoas foram presas.

DEPOIS NÃO ADIANTA CHORAR. DEPOIS NÃO ADIANTA DIZER: 'Ô, GLÓRIA A DEUS!' OU ENTÃO 'AVE, MARIA, CHEIA DE GRAÇA!. DEUS CONHECE O CORAÇÃO, A INTENÇÃO E O OBJETIVO DE CADA UM. CADA UM.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

O CONCURSO PÚBLICO NO BRASIL

Em muitos lugares, supostos cidadãos de bem são contra essa prática
Não há nada que possamos exemplificar que moraliza a vida de todos os cidadãos do que a conquista de acesso e ingresso ao serviço público brasileiro através do concurso. A chamada impessoalidade traz um viés de dignidade e de prêmio a quem estuda. No entanto, sabemos que pseudo-cidadãos de bem têm total repúdio quando a essas ideias. Quais famílias seriam essas em sua cidade, caro leitor? quando nossa cidade realizará o concurso público tão esperado por quem estuda. As famílias, os jovens, os estudantes e todos que não corroboram com o nepotismo e o escárnio obscuro administrativo desejam isso. Quem seriam as madames contra? os generais contra? os oficiais do exército contra? prestem atenção! as vagas continuarão nas mãos da mesma meia-dúzia, caso não haja o concurso público em qualquer lugar que seja. E como esse blog prima pela decência e obediência aos princípios bíblicos, alertamos, antes da decisão suprema através de sufrágio, que na vida sempre há dois caminhos, sempre há o dominador e o dominado, o bom e o mau, a honestidade e o roubo, o nepotismo o fim dele e outros. Cabe ao ser humano decidir sobre seu futuro, sua vida e as consequências de seus atos. E que sempre, sempre respeitemos a decisão democrática e majoritária do povo ou da massa.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

NA SUA CIDADE EXISTE ISSO? VOCÊ SE CALA? VOCÊ É HONESTO? VOCÊ PROTESTA? DEUS APROVA SUA CONDUTA?

Justiça Federal bloqueia contas de prefeito do Sertão paraibano por contratação ¨Fantasma¨. Confira!


O juiz da 8ª Vara Federal da Paraíba, Gustavo de Paiva Gadelha, bloqueou esta semana os bens do prefeito de Riacho dos Cavalos, Sertão desse estado, Sebastião Pereira Primo (PSDB), conhecido por “Capuxim”. A condenação ocorreu após Ação Civil Pública do Ministério Público Federal (MPF), que acusou o gestor sertanejo de desvio de verbas públicas por meio de fraudes na realização de despesas com a execução de contratos inexistentes.
A investigação civil comprovou que no exercício do cargo em 2010, o prefeito, auxiliado por outras três pessoas que integravam a Comissão de Licitação, desviou recursos federais em benefício próprio, simulando a realização de despesas com a execução de contratos inexistentes, supostamente firmados com um senhor identificado por João Pereira dos Santos, decorrentes de procedimentos licitatórios ideologicamente falsos.
Rombo
A partir do suposto procedimento licitatório em Carta Convite, foram desviados recursos federais, através do pagamento dos cheques de origem do FUNDEB (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação).
De acordo com as investigações e indícios da prática de ato de improbidade administrativa ensejador de enriquecimento ilícito por parte de Capuxim, o juiz decretou a indisponibilidade de bens, afim de assegurar a futura restituição dos valores obtidos, evitando-se, dessa forma, que o gestor possa beneficiar-se dos atos criminosos.
Acusação
Segundo a acusação, verificou-se que houve, supostamente, três pagamentos com recursos federais nas contas do Fundeb e do FPM, pelo prefeito Capuxim, em razão de contrato falso firmado com o senhor João Pereira dos Santos.
Representação
Em representação ao Ministério Público Federal, João Pereira dos Santos afirmou que não tinha qualquer conhecimento de tal contrato, como também não executou qualquer serviço de transporte escolar durante os anos de 2009 e 2010.
Um dos motivos do bloqueio ter sido realizado decorre do fato de que, não sendo deferido o pedido realizado pelo Ministério Público Federal, o prefeito poderá se desfazer dos bens necessários ao ressarcimento dos prejuízos causados ao erário público
Mais denúncias
Capuxim responde ainda, outras acusações na justiça criminal, dentre elas, fraude em processo licitatório e contratação irregular de um motorista de ônibus com carteira de habilitação vencida e proprietário de um automóvel com documentação irregular, crime de responsabilidade por não aplicar dolosa e reiteradamente os recursos destinados à saúde pública do Município de Riacho dos Cavalos (PB).

FALTA DINHEIRO PARA O PISO NO BRASIL OU É CONVERSA FIADA DA OPOSIÇÃO DA  CIDADE ONDE VOCÊ MORA? SERIA ESTE O MEDO DO DEBATE? MEDO DE PRESTAR CONTAS? MEDO DE MOSTRAR A DECLARAÇÃO DE RENDA? E DEUS VENDO TUDO...

ASSIM COMO EM JOSÉ DA PENHA...

FHC critica Lula sem argumentos e foge do debate com a resposta de Dilma

A presidente Dilma Rousseff divulgou nota oficial nesta segunda-feira (3) para rebater artigo publicado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, no qual afirma que Dilma recebeu uma “herança pesada” do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em artigo publicado neste domingo nos jornais "O Globo" (leia coluna) e “O Estado de S. Paulo”, FHC afirma que “a presidenta Dilma Rousseff recebeu uma herança pesada de seu antecessor”. “É pesada como chumbo a herança desse estilo bombástico de governar que esconde males morais e prejuízos materiais sensíveis para o futuro da Nação”, afirma o ex-presidente. Em nota, Dilma afirma que foi citada de “modo incorreto” por Fernando Henrique Cardoso e diz que recebeu de Lula uma “herança bendita”. “Não recebi um país sob intervenção do FMI [Fundo Monetário Internacional] ou sob ameaça de apagão”, diz a presidente. “Recebi uma economia sólida, com crescimento robusto, inflação sob controle, investimentos consistentes em infraestrutura e reservas cambiais recordes”, informa a presidente. “Não reconhecer os avanços que o país obteve nos últimos dez anos é uma tentativa de reescrever a história. O passado deve nos servir de contraponto, de lição, de visão crítica, não de ressentimento. Aprendi com os erros e, principalmente, com os acertos de todas as administrações que me antecederam. Mas governo com os olhos no futuro”, conclui a presidente. Em seu artigo, intitulado “Herança pesada”, FHC fez uma análise sobre o legado deixado por Lula e sobre a atuação de Dilma frente à presidência. Ele chamou de “crise moral” a demissão de oito ministros.“Como o antecessor [Lula] desempenhou papel eleitoral decisivo, seria difícil recusar de plano seus afilhados”, declarou FHC. O sociólogo disse que o mensalão “é outra dor de cabeça” deixada por Lula e criticou a visão de que caixa 2 é um crime menor. FHC, contudo, destacou o não-envolvimento de Dilma no suposto esquema. “De tal desvio de conduta a presidenta passou longe e continua se distanciando. Mas seu partido não tem jeito”. Fernando Henrique afirmou que Lula preferiu “governar ao sabor da popularidade” a fazer reformas “politicamente custosas”. FHC criticou ainda o déficit da previdência, a política energética do governo e o atraso na transposição do Rio São Francisco e na construção da ferrovia Transnordestina. “Tudo relegado aos restos a pagar do esquecimento”, afirmou.

LEIA A RESPOSTA DE DILMA EM NOTA OFICIAL:
Citada de modo incorreto pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em artigo publicado neste domingo, nos jornais O Globo e O Estado de S. Paulo, creio ser necessário recolocar os fatos em seus devidos lugares. Recebi do ex-presidente Lula uma herança bendita. Não recebi um país sob intervenção do FMI ou sob a ameaça de apagão. Recebi uma economia sólida, com crescimento robusto, inflação sob controle, investimentos consistentes em infraestrutura e reservas cambiais recordes. Recebi um país mais justo e menos desigual, com 40 milhões de pessoas ascendendo à classe média, pleno emprego e oportunidade de acesso à universidade a centenas de milhares de estudantes. Recebi um Brasil mais respeitado lá fora graças às posições firmes do ex-presidente Lula no cenário internacional. Um democrata que não caiu na tentação de uma mudança constitucional que o beneficiasse. O ex-presidente Lula é um exemplo de estadista. Não reconhecer os avanços que o país obteve nos últimos dez anos é uma tentativa menor de reescrever a história. O passado deve nos servir de contraponto, de lição, de visão crítica, não de ressentimento. Aprendi com os erros e, principalmente, com os acertos de todas as administrações que me antecederam. Mas governo com os olhos no futuro.
Dilma Rousseff
Presidenta da República Federativa do Brasil"

POLÍTICO QUE  TEM O PODER NAS MÃOS E NÃO TEM MEDO DE DEBATER É ASSIM. QUEM NÃO SABE NEM FALAR NEM GARANTIR A DECÊNCIA VIVE DE MARCHINHA E ESCULHAMBAÇÕES.


sábado, 1 de setembro de 2012

A EMBRIAGUEZ DO PODER, DO DINHEIRO? NA TERRA

Segundo investigações prévias, R$ 50 mil era o valor para a morte do deputado Nélter Queiróz

Escondidos sob os panos da impunidade, da proteção de autoridades e do silêncio da população, o grupo que seria chefiado pelo presidente de Câmara Municipal de Assu, Odelmo de Moura Rodrigues (PSD), preso na tarde de quinta-feira (30), ainda é investigado por inúmeros outros crimes cometidos durante mais de 20 anos em toda região do Vale do Açu. Um deles é a ameaça de morte ao deputado estadual Nelter Queiroz (PMDB). Interceptações telefônicas realizadas pela Polícia Civil descobriram, no início de novembro do ano passado, que Odelmo teria contratado Paulo Douglas Garcia Gomes, o Paulo "Cabeleireiro" e Valdemar Ulisses de Souza, para matar o deputado. O preço: R$ 50 mil. As informações constam no processo que resultou na prisão do vereador. Em contato a reportagem do Diário de Natal, o deputado disse que não falaria sobre o assunto. De acordo com as investigações policiais, como os pistoleiros não realizaram o serviço, foramexecutados três meses depois na cidade de Assu. Paulo Cabeleireiro foi morto na noite do dia 9 de junho, enquanto que Valdemar foi assassinado na madrugada de 25 de setembro. A ameaça chegou até o deputado estadual por meio de uma extensa teia de crimes. Em 2009, Nelter Queiroz usou as rádios da região do Vale do Açu para cobrar uma solução para os crimes que seriam cometidos pelo grupo chefiado por Odelmo Rodrigues, em especial a morte de Raimundo "Oni" Galdino, amigo da família do deputado. Já em 25 de janeiro de 2010, Fábio de Lima, Teófilo Dantas Fonseca Filho, Francimar Paulino da Silva e Francisco Josualisson Pimentel, apontados pela polícia como integrantes do grupo que aterroriza o Vale do Açu, foram presos na zona rural de Assu. Através de exames de balística, a polícia pôde comprovar que uma das armas apreendidas com eles à época, um revólver calibre 39, foi utilizada em quatro homicídios entre 2008 e 2010, incluindo a morte de Oni Galdino. Todos foram indiciados e estão presos na cadeia pública de Caraúbas, região Oeste do RN. Em depoimento prestado ao delegado Odilon Teodósio, chefe da Divisão de Polícia do Oeste (Divipoe), em 13 de novembro de 2011, Nelter Queiroz disse que seu maior medo era ser morto por um dos bandidos "a mando de Odelmo". O depoimento está anexado à denúncia apresentada pelos promotores Jovino Pereira Costa Sobrinho e Patrícia Antunes Martins no último dia 21 de agosto, com pedido de prisão preventiva de Odelmo e Aureliano Rodrigues. Além do episódio da contratação dos dois pistoleiros para matá-lo por R$ 50 mil, o deputado ainda relatou ter informações de pessoas próximas a ele de que estaria sendo vigiado a mando do grupo. Afirmou, também, que um dos acusados presos em Caraúbas teria dito a um interlocutor que quem iria matar Nelter seria ele, quando saísse da cadeia. 

SERÁ QUE HOMENS DE BEM NÃO TÊM VEZ NESSE PAÍS?

Governador da Paraíba desabafa sobre lealdade e barganha na política daquele estado

O governador paraibano Ricardo Coutinho (PSB) comentou a crise anunciada na base aliada que estourou na Assembléia Legislativa da Paraíba. Tudo porque, o deputado estadual Janduhy Carneiro (PPS) confirmou o rompimento com o grupo socialista do governador e anunciou que daqui para frente terá uma postura de independência. O parlamentar decidiu oficializar o novo posicionamento após a exoneração de algumas indicações suas terem sido publicadas no Diário Oficial do Estado que foi, segundo ele, como forma de retaliação a votação contrária ao Governo na matéria sobre a terceirização da Saúde. Sobre o assunto, Ricardo disse que o parlamentar adota a política da ‘barganha’ e endureceu o discurso. “Cada um dá aquilo que tem pra dar, e cabe ao povo julgar as atitudes, eu cuido das minhas atitudes. Eu preciso ser leal e honesto nas minhas relações, tenho que naturalmente tratar das coisas e não fazer política de barganha”, sentenciou.  

BANCADA: Ricardo foi enfático sobre o comportamento de sua base aliada e demonstrou não se preocupar com uma bancada quantitativa. “Nós temos maioria e vai ter maioria! Prefiro um Exército pequeno que seja sólido do que um Exército de interesses dos mais diferentes possíveis, comigo não tem essa historia”, pontuou. Sobre a saída de Janduhi da base, o ‘mago’ foi enfático. Já avisei duas vezes, achou que poderia ter esse tipo de comportamento e vá viver a sua vida. “Ele que vá explicar a população por que adotou esse comportamento, até agora ninguém sabe”, concluiu. 

QUANDO PERCEBEMOS QUE ATITUDES DE PERSEGUIÇÃO, NEPOTISMO, BARGANHA IMORAL ESTÃO ACABANDO NO ESTADO VIZINHO E INCOMODANDO AS MESMAS RAPOSAS DE SEMPRE, LOGO CONCLUÍMOS QUE ESSE GOVERNADOR É UM HOMEM SÉRIO. PARABÉNS, RICARDO! O BRASIL PRECISA DE PESSOAS IGUAIS A VOCÊ. E QUE O POVO DECIDA O QUE QUER NAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES.

VEJAM QUANTO PODE SER DESVIADO DA SUA CIDADE SEM SUA FISCALIZAÇÃO E INDIGNAÇÃO


Após inspeção extraordinária no município de Serra de São Bento, o Tribunal de Contas do Estado determinou que o ex-prefeito Francisco Erasmo de Morais, conhecido por Chico de Erasmo, devolva à Prefeitura o valor de R$ 876.374,74. De acordo com a inspeção, os recursos teriam sido utilizados e não comprovados em apenas dois, dos quase 8 anos de mandato do prefeito, atual gestor de Serra de São Bento. As irregularidades, segundo o TCE, teriam ocorrido em 2005 e 2006. Embora não seja praxe em nosso estado a atuação firme do TCE, irregularidades nas prefeituras são cada vez mais expostas na mídia devido ao grande número de irregularidades explícitas nos municípios do Rio Grande do Norte.

SE O POVO QUISER CONTINUA ASSIM. SE NÃO QUISER MUDA-SE. O IMPORTANTE É QUE O CONJUNTO DE PESSOAS EXERÇA A SEDE DE JUSTIÇA E QUEIRA SEMPRE O BEM E O MELHOR. SE ASSIM O FOR, NOSSAS VIDAS MELHORARÃO. UM DIA. NÃO IMPORTAM OS HOMENS, IMPORTAM AS IDEIAS. QUEM É A FAVOR DO NEPOTISMO? QUEM É CONTRA O PISO DOS PROFESSORES? QUEM É CONTRA A PRESTAÇÃO DE CONTAS? QUEM É CONTRA ROUBAR? CIDADÃO DE BEM DE VERDADE: EIS A META DE MUITOS!

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

UM RESULTADO ELEITORAL DE UMA MAIORIA


Operação Malassombro: presidente da Câmara de Assu é suspeito de encomendar morte de deputado


Um deputado estadual do Rio Grande do Norte era alvo de uma quadrilha de pistoleiros liderada pelo presidente da Câmara Municipal de Assu, Odelmo de Moura Rodrigues. A informação é da Polícia Civil e do Ministério Público, que na manhã desta sexta-feira (31) relataram detalhes da Operação Malassombro, deflagrada na região do Vale do Açu e que resultou an prisão de Odelmo de Moura Rodrigues e do irmão dele, Aureliano Rodrigues da Silva. A quadrilha é suspeita de pelo menos 20 homicídios em 20 anos de atuação na região. De acordo com informações da Polícia Civil, a quadrilha cometia assassinatos por motivos diversos, que vão desde brigas pessoais até possíveis disputas econômicas e políticas. Porém, nos últimos anos, também foram executados pistoleiros que pertenciam ao próprio grupo, com o objetivo de "queima de arquivo". Um caso emblemático foi a morte do homem identificado como Joaquim Gomes, que ocorreu no dia 29 de fevereiro de 2000. Joaquim, apontado como ex-pistoleiro do bando, teria sido morto em Petrópolis por quatro homens, entre eles o Aureliano Rodrigues da Silva, irmão do presidente da Câmara de Assu. Uma testemunha reconheceu o irmão do parlamentar como um dos autores do crime. Outro fato que reforçou a tese de que o próprio grupo eliminava pistoleiros foi a execução de dois pistoleiros em 2010 e 2011. A dupla teria sido contratada para matar um deputado estadual que tem atuação não região e que cobrava da Polícia Civil uma investigação apurada sobre o homicídio de o agropecuarista Oni Galdino, que ocorreu há dois anos e sete meses. Como os dois pistoleiros não conseguiram executar o "serviço", foram mortos pelo próprio bando. "Eles foram contratados para matar o deputado e, depois que não cumpriram, perderam a vida", explicou Odilon Teodósio

COMO SERIA BOM SE NO BRASIL INTEIRO AS PESSOAS, AO SABEREM QUE OS SEUS ESCOLHIDOS SÃO A FAVOR DO NEPOTISMO, SE REVOLTASSEM CONTRA ISSO E PRESSIONASSEM OS TAIS PARA QUE ELES MUDASSEM PARA O QUE É CERTO. NÃO SE TRATA DE MUDAR OS CANDIDATOS ESCOLHIDOS. TRATA-SE DA ALMA E DA SEDE DE JUSTIÇA DO ELEITOR. OS MANDAMENTOS DE DEUS NÃO COMOVEM NEM QUEM ANDA COM A BÍBLIA DEBAIXO DO BRAÇO.

ESSA É A REVISTA QUE VOCÊ LÊ


Jornalista da maior revista brasileira é "empregado" de Carlinhos Cachoeira




É muito mais surpreendente, perigosa e antiética a relação que une o contraventor Carlinhos Cachoeira e o jornalista Policarpo Júnior, editor-chefe e diretor da sucursal de Brasília da revista Veja, a julgar pela ameaça feita pela mulher de Cachoeira, Andressa Mendonça, ao juiz federal Alderico Rocha Santos. Documento obtido com exclusividade pelo portal 247 contém o ofício à Justiça Federal de Goiás, datado de 26 de julho, assinado pelo juiz Rocha Santos, no qual ele relata como foi e quais foram os termos da ameaça recebida de Andressa. A iniciativa é tratada como "tentativa de intimidação". Ele lembrou, oficialmente, que só recebeu Andressa em seu gabinete, na 5ª Vara Federal, em Goiânia, após muita insitência da parte dela. Com receio do que poderia ser a conversa, Rocha Santos pediu a presença, durante a audiência, da funcionária Kleine. "Após meia hora em que a referida senhora inistia para que este juiz revogasse a prisão preventiva do seu marido Carlos Augusto de Almeida Ramos, a mesma começou a fazer gestos para que fosse retirada do recindo da referida servidora". Em sua narrativa à Justiça, Rocha Santos afirma que perguntou a Andressa porque ela queria ficar a sós com ele, obtendo como resposta, após nova insistência, que teria assuntos íntimos a relatar, concernentes às visitas feitas a Cachoeira, por ela, na penitenciária da Papuda. Neste momento, o juiz aceitou pedir a Kleine para sair. "Ato incontinenti à saída da servidora, a sra. Andressa falou que seu marido Carlos Augusto tem como empregado o jornalista Policarpo Jr., vinculado à revista Veja, e que este teria montado um dossiê contra a minha pessoa". A importância do depoimento oficial obtido com exclusividade por 247 é fácil de perceber. Nunca antes alguém tão próximo a Cachoeira, como é o caso de sua mulher Andressa, havia usado a expressão "empregado" para definir o padrão de relação entre eles. Após essa definição, Andressa disse que Policarpo tinha pronto um dossiê capaz de, no mínimo, constranger o juiz Rocha Santos, a partir de denúncias contra amigos dele. O magistrado respondeu que nada temia, e não iria conceder, em razão da pressão, a liberdade solicitada a Cachoeira. O caso rendeu a prisão de Andressa, que precisou pagar R$ 100 mil de fiança para não enfrentar a cadeia por longo tempo. A fiança foi paga em dinheiro. O juiz, ao denunciar a "tentativa de constrangimento", fez a sua parte. Cachoeira continua atrás das grades, na Papuda. Policarpo Jr. permanece com a sua reputação em jogo. Um dos grampos da Polícia Federal revelou que ele pediu a Cachoeira para realizar um grampo ilegal sobre o deputado federal Jovair Arantes – e conseguiu o que queria.