sábado, 26 de janeiro de 2013

E SE FOR VERDADE, BRASIL? PRECISAMOS AVERIGUAR

Revista época traz matéria bombástica contra Henrique e Renan


Na revista Época que está chegando às bancas, tem uma reportagem bombástica contra Henrique Eduardo Alves e Renan Calheiros – os candidatos favoritos do PMDB às presidências da Câmara e do Senado. Assinada por Dioego Escoteguy, Murilo Ramos, Marcelo Rocha, Flávia Tavares e Leandro Loyola, a matéria conta como homens de confiança de Henrique e Renan recebiam propina e traficavam influência. Segundo a revista, nos cofres da Polícia Federal, onde se encontram vários registros do trabalho de Henrique e Renan, foi descoberta “uma pequena e inédita obra-prima, estrelada por ambos, mas que ficara esquecida por não tão misteriosas razões.”. Trata-se da Operação Navalha, que em 2007 “revelou ao país a existência de um esquema comandado pelo empreiteiro Zuleido Veras, da construtora Gautama, que pagava propina a políticos e burocratas em troca de contratos com ministérios de Brasília e governos estaduais. Apenas uma minúscula fração da enorme quantidade de provas produzidas pela PF veio a público naquele momento. Na papelada, há evidências fortes de pagamentos de propina para Renan e Henrique. Ou Henrique e Renan.”
Mais?
Mais:
Os jornalistas contam que as provas constituem-se de interceptações telefônicas autorizadas pela Justiça, relatórios de vigilância dos assessores de Renan e Henrique Alves, recibos bancários, anotações em agenda – e até uma contabilidade de caixa dois, preparada pelo tesoureiro de Zuleido. Entre a miríade de episódios de corrupção, conta-se aqui o que envolveu a construção da barragem Duas Bocas/Santa Luzia, no Rio Pratagy, em Alagoas, para ampliar o abastecimento da região metropolitana de Maceió. A busca de Zuleido para liberar dinheiro para a obra mobilizou tanto Renan quanto assessores de Henrique Alves. Era uma obra de R$ 77 milhões que, depois de receber R$ 30 milhões, está parada. Nada mudou. Assim como nada mudou em Brasília, onde os personagens envolvidos nesse desvio continuam em seus cargos. E, agora, subirão a seu derradeiro e consagrador ato final.”

POR QUESTÃO DE COERÊNCIA E JUSTIÇA, PRECISA-SE DE PROVAS PARA COMPROVAÇÃO DE TAIS CIRCUNSTÂNCIAS. A VERDADE ACIMA DE TUDO. OS INDÍCIOS E A FAMA DE AMBOS SÃO FORTES. CADA UM FORME PREVIAMENTE SUAS OPINIÕES.

FIO DE AÇO NO RN. E VOCÊ CONCORDA?

Manifestação neste sábado promete impactar críticas em relação ao governo Rosalba

No Rio Grande do Norte, a crise sem fim na saúde pública vai ganhar hoje, patrocinada por entidades médicas do estado, uma marcha de protesto. É a “Marcha do Fio de Aço”, que ganhou tal nome por conta de uma gravação feita pelo presidente do Conselho Regional de Medicina, Jeancarlo Cavalcanti, durante uma cirurgia em um hospital público, mostrando que até o fio de aço para concluir o procedimento estava faltando. Médica por formação, a governadora Rosalba Ciarlini terá que engolir a manifestação sem piscar e nem pestanejar. Há tempos ela anda no fio da navalha, mostrando e reiterando incompetência em serviços básicos e essenciais.

ONDE ESTARÁ JOSÉ AGRIPINO? CADÊ AQUELA VALENTIA? PRESTEM ATENÇÃO EM QUEM OS PREFEITOS VÃO APOIAR, CAROS LEITORES. ISSO É IMPORTANTE TAMBÉM. OS BONS SE ACHAM E OS ERRÔNEOS TAMBÉM.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

AMOSTRAS DO GOVERNO QUE FAZ

ANEEL divulga tabela de reduções
A ANEEL aprovou hoje, 24 de janeiro, em reunião extraordinária, as novas tarifas que reduzirão a conta de energia elétrica. O efeito médio de redução será de 20,2%. Para os consumidores residenciais, a redução mínima será de 18% (veja tabela). Para os consumidores de alta tensão, o desconto pode chegar a 32%. As novas tarifas entram em vigor a partir de hoje. A redução é resultado da Lei nº 12.783/2013, que promoveu a renovação das concessões de transmissão e geração de energia que venciam até 2017, e das medidas provisórias 591/2012 e 605/2013. As principais alterações que permitiram a redução da conta foram:
Alocação de cotas de energia, resultantes das geradoras com concessão renovadas, a um preço médio de R$ 32,81/ MWh
- Redução dos custos de transmissão
- Redução dos encargos setoriais
Retirada de subsídios da estrutura da tarifa, com aporte direto do Tesouro Nacional

Redução e reajustes. O efeito dessa redução é estrutural, ou seja, promoverá uma mudança permanente no nível das tarifas, pois retira definitivamente custos que compunham as tarifas anteriores.

Tarifas diferentes. A ANEEL estabelece uma tarifa diferente para cada distribuidora – em função das peculiaridades de cada concessão. A tarifa de energia elétrica deve garantir o fornecimento de energia com qualidade e assegurar aos prestadores dos serviços receitas suficientes para cobrir custos operacionais eficientes e remunerar investimentos necessários para expandir a capacidade e garantir o atendimento. As datas de leitura dos relógios são distribuídas ao longo do mês: por isso, a redução do preço da energia elétrica só deve ser percebida integralmente pelo consumidor após um ciclo completo de cobrança com as novas tarifas. Ou seja, no primeiro mês de vigência das novas tarifas, dependendo da data de vencimento da conta, parte do consumo utilizará a tarifa antiga e outra parte a nova tarifa, reduzida. Como as novas tarifas valem a partir do dia 24 de janeiro, por exemplo, um consumidor que tem sua leitura feita no dia 10 de fevereiro, teria, em fevereiro, metade de sua energia faturada pela tarifa antiga e a outra metade pela nova tarifa. A partir de 25 de fevereiro todas as contas já perceberão os benefícios completos da tarifa reduzida. Classes de consumo.
 Outros fatores que fazem variar a conta de energia são as características de contratação de fornecimento. Os consumidores cativos residenciais e os de baixa renda – aqueles que só podem ser atendidos por uma distribuidora – têm uma tarifa única em sua concessionária. As variações também ocorrem de acordo com o nível de tensão em que os consumidores são atendidos, que é a tensão disponibilizada no sistema elétrico da concessionária e que varia entre valores inferiores a 2,3 kV (como as tensões de 110 e 220 volts) e valores superiores a 2,3 kV. Essa variação divide os consumidores nos grupos A (superiores a 2,3 kV, por exemplo as indústrias e grandes comércios) e B (inferiores a 2,3 kV – no qual se incluem os consumidores residenciais e os de baixa renda). Os consumidores do grupo A têm tarifas definidas para energia e uso de rede, para horários de ponta e fora de ponta. Os consumidores livres possuem características diferentes, pois podem contratar energia de outros fornecedores, em condições especiais. Saiba mais. A ANEEL disponibiliza em seu portal na internet cartilhas, publicações e conteúdos que explicam a composição da conta de energia, os processos de reajuste e de revisão tarifárias e, também, apresentam dicas de uso racional e de economia de eletricidade. Acesse http://www.aneel.gov.br/ para mais informações.

OBS: COSERN DO RIO GRANDE DO NORTE: 18,00% É O VALOR DA REDUÇÃO DA TARIFA DE ENERGIA ELÉTRICA

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

CARA DE SANTO, SANTO É? LEIAM SOBRE ESTA AUTORIDADE E FORME VOCÊ MESMO A SUA OPINIÃO

Procurador geral suspeito. Quem investiga?
Em 2007, quando renunciou à presidência do Senado para salvar o mandato de senador, Renan Calheiros tornou-se protagonista de um inquérito. Envolve a suspeita de uso de papéis frios para simular renda. Repassado há dois anos ao procurador-geral da República Roberto Gurgel, o processo estacionou. O chefe do Ministério Público Federal nem apresentou denúncia nem arquivou o caso. Por quê? Gurgel mandou a assessoria dizer que o inquérito é gordo (43 volumes) e seu tempo, tomado pelo julgamento do mensalão, era magro. Agora, mais liberado, diz que decidirá o que fazer “nos próximos dias”. Não é a primeira vez que Gurgel senta em cima de processo rumoroso. Reteve por três anos a Operação Vegas, na qual a voz de Demóstenes Torres soara pela primeira vez nos grampos da PF. Só se mexeu depois que foram penduradas nas manchetes as escutas da Monte Carlo, a segunda operação aberta contra Carlinhos Cachoeira e os sócios do ‘clube Nextel’. Se tiver algo a informar ao STF contra Renan, é bom que Gurgel fale logo. Do contrário, pode casar-se com uma encrenca. Dentro de nove dias, o plenário do Senado se reúne para escolher o substituto de José Sarney. Sem dizer que é candidato, Renan é tido como favorito até pelas carpas que nadam no espelho d’água cavado defronte do prédio de Niemeyer. Há cinco anos, Renan abdicou do trono do Senado depois que se descobriu que um lobista da empreiteira Mendes Júnior repassava R$ 12 mil por mês à jornalista Mônica Veloso, com que o senador tivera uma filha. No esforço para provar-se inocente, Renan alegou que dispunha de renda para bancar a pensão da ex-amante. Levou à vitrine um papelório que supostamente atestaria a venda de cabeças de gado. Em relatório da época, a PF apontara indícios de inidoneidade dos documentos. Sem o título de presidente, Renan reteve o mandato. Mas a investigação policial seguiu seu curso… Súbito, sobreveio o dique de Gurgel. O doutor ainda não se deu conta. Mas seu tempo não passa. Já passou.



JP UNIDA: UM ESPAÇO PARA O CONTRADITÓRIO, PARA A LEITURA NAS ENTRELINHAS, PARA VERSÕES NÃO PROTOCOLARES E PARA A SEMPRE VERDADE QUE VOCÊ SÓ LER AQUI

ALÔ, ALÔ, ELEITORES ENGANADOS DA ROSA

RN é destaque todos os dias em matérias nacionais sobre o abandono da saúde pública

Os médicos fizeram fotos de um parto feito no último dia 13, no Hospital Santa Catarina, o segundo maior do Rio Grande do Norte. Por falta de macas, a paciente foi atendida no chão. No Walfredo Gurgel, o principal hospital de urgência e emergência do estado, oficialmente existem 284 leitos e mais 120 macas com pacientes atendidos precariamente nos corredores. Em imagens feitas por um médico, o próprio doente está bombeando a ventilação mecânica. Além de leitos, faltam medicamentos e materiais básicos. Na semana passada, um médico teve de parar uma cirurgia cardíaca no meio. O procedimento só terminou no dia seguinte, depois que o hospital conseguiu fio de aço emprestado. O chefe do setor de queimados reclama da falta de medicamentos. “É uma pomada que se usa no curativo dos queimados, que não tendo essa pomada o índice de infecção aumenta muito”, explica Edilson Carlos de Souza, chefe do Setor de Queimados. Até nas unidades de terapia intensiva UTIs faltam medicamentos.”Tem faltado antibióticos, alguns materiais para punção venosa”, conta Hylana Lopes, enfermeira da UTI. Na farmácia central, os espaços vazios nas prateleiras atestam o desabastecimento. Hoje a farmácia que atende todo Walfredo Gurgel opera com menos de 50% dos itens indispensáveis para a rotina do maior hospital de urgência e emergência do estado. Cerca de dez tipos de antibióticos estão em falta. Nesta quinta-feira, o hospital estava sem soro fisiológico. “A gente já solicitou empréstimo a outros hospitais até o nosso chegar. Assim a gente vive”, diz Carla Magalhães, gerente da Divisão de Farmácia. De acordo com Carla Magalhães, chefe do setor de farmácia, hoje ainda faltam 18 tipos de antibióticos no hospital.


ESSA MATÉRIA PASSOU EM VÁRIOS VEÍCULOS DE COMUNICAÇÃO EM NÍVEL NACIONAL. É O DESTAQUE DO NOSSO ESTADO. NINGUÉM FAZ NADA

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

ESSA, SIM, É MULHER DE RESPEITO. DIZ, CUMPRE E FAZ


Em pronunciamento, Dilma amplia e antecipa redução da conta de luz

Em pronunciamento em rede nacional, no rádio e na televisão, a presidenta Dilma Rousseff anunciou na noite desta quarta-feira (23) que decidiu ampliar a redução das contas de luz e também antecipar o início do desconto. Segundo afirmou a presidente, a partir desta quinta as contas residenciais ficarão 18% mais baratas, ao contrário dos 16,2% anunciados inicialmente. No caso da indústria, agricultura, comércio e serviços, a redução será de até 32%. A promessa inicial era reduzir as tarifas a partir do dia 5 de fevereiro. "Acabo de assinar o ato que coloca em vigor a partir de amanhã uma forte redução na conta de luz de todos os brasileiros. Além de estarmos antecipando a entrada em vigor das novas tarifas, estamos dando um índice de redução maior que o previsto e já anunciado", afirmou Dilma no pronunciamento. O anúncio serviu também para a presidente responder a críticas feitas à política econômica de seu governo e assegurar que não haverá racionamento de energia no Brasil. 
Mulher de palavra: promete e cumpre além do prometido

 A redução das tarifas vem, portanto, desse conjunto de renovações mais "baratas" e da redução e eliminação de encargos federais nas tarifas. Durante o pronunciamento, Dilma garantiu que os consumidores das concessionárias que não aderiram ao plano do governo também pagarão menos. Elétricas de Estados comandados pelo PSDB --São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Goiás - ficaram de fora do programa de prorrogação de concessão em troca de redução das tarifas. O PSDB acusou a presidenta de quebrar contratos e intervir no setor, o que já era esperado visto o compromisso da oposição com seus ainda fieis patrocinadores de campanha. O governo reagiu para defender o povo, a indústria e o comécio alegando que o partido adversário preferiu defender os interesses de algumas geradoras no lugar de privilegiar o consumidor. Para garantir uma redução média superior a 20% em todo o país, como prometido, Dilma prometeu bancar sozinha a diferença com recursos do Tesouro Nacional. "Aproveito para esclarecer que o cidadãos atendidos pelas concessionárias que não aderiram ao nosso esforço terão ainda assim a conta de luz reduzida como todos os brasileiros. Espero que em breve até mesmo aqueles que foram contrários à redução da tarifa venham a concordar com o que estou dizendo", afirmou a presidenta. 

IBGE: ESTUDOS E NOVIDADES DO BRASIL

IBGE atualiza área oficial de municípios, estados e regiões
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) publicou nesta quarta-feira no Diário Oficial da União uma série de tabelas com a área atualizada de todos os municípios, Estados e regiões brasileiras, valores que, em alguns casos foram ajustados nos últimos anos. De acordo com a portaria, o Brasil tem 8.515.767,049 quilômetros quadrados. Com sua extensão, é o quinto maior País do mundo em área territorial. O tamanho é cerca de metade dos 17 milhões de quilômetros quadrados da Rússia, o maior, e mais de 19 milhões de vezes superior à área do Vaticano, o menor. Algumas das alterações trazidas pela portaria do IBGE são a nova área da Bahia, que aumentou para 564.733,177 quilômetros quadrados, por ter incorporado a área insular do Arquipélago de Abrolhos, que faz parte do município de Caravelas. Santa Catarina conta agora com as águas internas da baía sul e da baía norte, entre o continente e a Ilha de Santa Catarina. O maior Estado brasileiro continua sendo o Amazonas, com 1.559.159,148 quilômetros quadrados, que supera em território as regiões Sul e Sudeste somadas. Com sua área, o Amazonas seria maior que os países da América do Sul e da Europa, com exceção da Argentina e da Rússia, além do Brasil. Se fosse um país, o Estado seria um dos 20 maiores do mundo em extensão territorial. O Estado de menor extensão territorial, Sergipe, com 21.915,116 quilômetros quadrados, é cerca de 71 vezes menor. Se o Amazonas tivesse sido escolhido para ceder espaço ao Distrito Federal, poderia comportar 269 vezes a capital, que tem apenas 5.779,999 quilômetros quadrados.
IBGE atualiza área oficial de municípios, Estados e regiões

O maior município brasileiro, no entanto, fica no Pará. Altamira tem 159.533,730 quilômetros quadrados, o que o faz maior do que dez Estados brasileiros e até do que alguns países, como Portugal, Coreia do Sul e Grécia. O município mineiro de Santa Cruz de Minas, com área de 3,565 quilômetros quadrados, é o menor do País. Sua área é ainda menor que a da Ilha de Fernando de Noronha, distrito estadual de Pernambuco, que tem 17,017 quilômetros quadrados. Poá, em São Paulo, tem somente 17,263 quilômetros. Entre as regiões, a Norte, com 3.853.676,948 de quilômetros quadrados, é a maior, e a Sul, com 576.774,310, é a menor. Enquanto a primeira é maior que a Índia, o sétimo maior país do mundo, a região Sul supera a extensão da França, o 47º.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

EITA. A ROSA COMEÇA A FICAR SÓ. JÁ VI ESSA FITA COM A COR VERDE

Diretora do Walfredo Gurgel não aguenta descaso do governo do estado e pede exoneração
A diretora do Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, Maria de Fátima Pereira Pinheiro, pediu exoneração do cargo nesta terça-feira (22). A informação foi confirmada pelo secretário de Saúde do Estado, Isaú Gerino. "Ela alegou problemas pessoais, não foi de cunho administrativo", explicou o secretário. Apesar do pedido, a médica Maria de Fátima Pereira Pinheiro permanecerá como diretora da maior unidade pública de saúde do Rio Grande do Norte até a definição de um novo nome para a função, segundo explicou Isaú Gerino à imprensa. O secretário explicou que não foi pego de surpresa com o pedido de exoneração. O nome da nova diretora será publicado no Diário Oficial do Estado junto ao pedido de exoneração da secretária. Enquanto isso, Maria de Fátima Pinheiro permanece no cargo.

SABEMOS QUE OS MOTIVOS REAIS SÃO A INCOMPETÊNCIA, O DESCASO, O DESMANDO E A CORRUPÇÃO DO GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE. PONTO

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

A VERDADE ACIMA DE TUDO

Equívoco em matéria deste blog é retificado

Alguns equívocos em termos de interpretação levaram alguns blogs da cidade de José da Penha (inclusive este) a anunciar, com alegria, a aprovação da jovem Karyne do Sítio Emas, em nossa cidade, no curso de Direito da UFRN. Contudo, talvez pela inexperiência do primeiro ENEM, a jovem deixou de atender a alguns requisitos básicos e a consequentes frustrações quanto aos resultados ora anunciados. Desejamos sorte e dedicação a esta jovem  e a todos que querem depender apenas do próprio esforço e intelecto para que em outros desafios os êxitos venham novamente. 

JOSÉ DA PENHA UNIDA:
 NENHUM ESPAÇO PARA MENTIRAS

OLHA QUEM É O RELATOR. A VERDADE É UMA SÓ

Plano nacional de educação será votado até junho no senado

O Plano Nacional de Educação (PNE) deve ser votado pelo Senado Federal até junho deste ano. A expectativa é do senador José Pimentel (PT-CE), relator do projeto. Em 2012 a votação foi adiada pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) da casa, que terminou o ano sem um parecer definitivo. "Espero que até o final de junho a gente conclua a votação no Senado. O projeto então volta à Câmara. Trabalhamos no sentido de aprovar toda essa matéria no ano de 2013", disse em debate no 14º Conselho Nacional de Entidades de Base (Coneb) da União Nacional dos Estudantes (UNE). O PNE estabelece 20 metas educacionais que o país deverá atingir no prazo de dez anos. O projeto ficou cerca de um ano e meio em tramitação na Câmara e um mês e meio no Senado. Somente neste último, já foram apresentadas 80 emendas ao plano. Até o final do ano passado foi mantido o ponto que mais gerou polêmica na Câmara: a ampliação do percentual de investimentos do Produto Interno Bruto (PIB) em educação para 10% ao ano. O governo federal defendia que a implementação do Plano Nacional de Educação dependia integralmente dos repasses de recursos dos royalties de petróleo e que não seria possível retirar os recursos do PIB. O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, apresentou aos parlamentares, em novembro do ano passado, dados demonstrando que para o investimento de 10% no setor, como previsto no PNE, deveria haver um acréscimo de R$ 200 bilhões. Pimentel explica, no entanto, que o governo cedeu aos 10% e que a porcentagem deve ser mantida no plano aprovado. O senador destacou também a presença dos estudantes em toda a tramitação do PNE. Segundo ele, neste ano o acompanhamento dos movimentos estudantis será fundamental para a agilidade da votação. O 14º Coneb acontece no Recife (PE) até segunda-feira (21). Este ano foram mais de 3,5 mil inscrições de entidades de todas as regiões do país. Sob o tema "A Luta pela Reforma Universitária: do Manifesto de Córdoba aos Nossos Dias", o Coneb oferece debates e grupos de discussão sobre temas ligados às universidades e ao Brasil. Ao final, os delegados vão decidir os rumos e posicionamentos da UNE para 2013. O evento antecede a Bienal da UNE, espaço de diálogo de estudantes e movimentos culturais que, este ano, está em sua 8ª edição.