terça-feira, 26 de junho de 2012

BOA NOTÍCIA


Câmara aprova Plano Nacional de Educação com destinação de 10% do PIB

Proposta foi aprovada por unanimidade; esse era o ponto mais polêmico do plano


Após 18 meses de tramitação, a Câmara aprovou o Plano Nacional de Educação (PNE). A proposta, aprovada por unanimidade, inclui uma meta de investimento de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) em educação, a ser alcançado no prazo de dez anos. Esse era o ponto mais polêmico do projeto, após muitas negociações o relator apresentou um índice de 8% do PIB, acordado com o governo. Mas parlamentares ligados à educação e movimentos sociais pressionavam pelo patamar de 10%. O relator da matéria, Ângelo Vanhoni (PT-PR), acatou um destaque do deputado Paulo Rubem Santiago (PDT-PE) que aumentava o patamar de 8% do PIB proposto pelo governo para 10%. Conforme o texto aprovado, a determinação é que se amplie os recursos para educação dos atuais 5,1% do PIB para 7%, no prazo de cinco anos, até atingir os 10% ao fim de vigência do plano. A proposta agora segue para o Senado. O PNE estabelece 20 metas educacionais que o país deverá atingir no prazo de dez anos. Além do aumento no investimento em educação pública, o plano prevê a ampliação das vagas em creches, a equiparação da remuneração dos professores com a de outros profissionais com formação superior, a erradicação do analfabetismo e a oferta do ensino em tempo integral em pelo menos 50% das escolas públicas. Todos esses objetivos deverão ser alcançados no prazo de dez anos a partir da sanção presidencial. A conclusão da votação do PNE, adiada diversas vezes, se deu em parte pela pressão dos estudantes que lotaram o plenário da comissão. Uma caravana da União Nacional dos Estudantes (UNE) e da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), com cerca de 200 alunos dos ensinos médio e superior, permaneceram na comissão durante toda a reunião pedindo a aprovação do projeto. “Nós soubemos que havia uma tentativa de adiar essa votação para depois das eleições, então nos entendemos que era fundamental ocupar o plenário para constranger e impedir que isso fosse feito”, explicou o presidente da UNE, Daniel Iliescu. Vanhoni disse que foi uma negociação difícil com o governo ao longo de toda a tramitação do plano, principalmente com a área econômica. A primeira versão apresentada pelo Ministério da Educação (MEC) previa um índice de investimento de 7% do PIB que posteriormente foi revisto para 7,5% até ser elevado para 8% na semana passada. “Quando recebi essa tarefa [de ser relator do PNE] pensei que não estivesse a altura, mas procurei conhecer profundamente todos os problemas da educação. Persegui construir um plano que pensasse desde o nascimento da criança até a formação dos doutores. Um PNE que não deixasse nenhuma criança fora da escola, mas que fosse uma escola diferente que pudesse cumprir um papel social de transformar as pessoas. O governo mandou um texto que não correspondia, na nossa visão, às necessidades do nosso país”, disse o deputado. A bandeira dos 10% do PIB para área é causa antiga dos movimentos da área e foi comemorado por estudantes e outros movimentos que acompanharam a votação. “Para nós os 10% [do PIB para a educação] é o piso para que o Brasil tome a decisão de concentrar investimento em educação. Vem uma década chave aí pela frente de oportunidades para o país com Copa do Mundo, Olimpíadas, pré-sal”, disse o presidente da UNE. A aprovação também foi comemorada pela Campanha Nacional pelo Direito à Educação, entidade que congrega vários movimentos da área e sempre defendeu que a proposta de 8% do PIB apresentada pelo governo era insuficiente. “A diferença entre os 8% e os 10% está basicamente no padrão de qualidade. É possível expandir as matrículas com 8% do PIB, a diferença está na qualidade do ensino que será oferecida que não fica garantida com o patamar defendido anteriormente”, comparou o coordenador-geral da entidade, Daniel Cara.

PARA MELHORAR O SALÁRIO DOS PROFESSORES O DINHEIRO TEM QUE CAIR DIRETO NA CONTA DO EDUCADOR SENÃO BRASIL A FORA: PROPRIEDADES, TERRAS, ROUPAS CARAS, TROCA TROCA DE CARROS. ESTÁ NAS MÃOS DO POVO SEMPRE.


VOCÊ ACREDITA QUE ELE DEVOLVE?

Ex-governador é condenado a devolver mais de16 milhões de reais

O ex-governador Fernando Freire foi condenado a pagar mais de R$ 16 milhões aos cofres públicos. No processo 0026971-17.2005.8.20.0001 o juiz Ibanez Monteiro, titular da 2ª Vara da Fazenda Pública, julgou procedente a denúncia feita pelo Ministério Público do pagamento ilegal de gratificações feitas pela Vice-Governadoria no período de 1999 a 2002. A sentença foi publicada hoje no Diário da Justiça Eletrônico, edição 1.112, no espaço destinado a 2ª Vara da Fazenda Pública. Fernando Freire pagará R$ 11 milhões como ressarcimento integral ao erário e ainda R$ 5,5 milhões como multa. Além disso, o ex-governador também foi condenado a perda dos direitos políticos pelo prazo de oito anos e está proibido de contratar com o Poder Público pelo prazo de cinco anos. Maria do Socorro Dias de Oliveira, também ré no processo, foi condenada a perda da função pública, suspensão dos direitos políticos e proibir de contratar com a administração pelo prazo de cinco anos. Na sentença, o juiz confirmou a decisão liminar que decretou a indisponibilidade dos bens de Fernando Freire. O magistrado excluiu da listagem dos imóveis um apartamento no Rio de Janeiro e uma casa em Petrópolis, no Estado carioca, que já haviam sido adquiridiso como execução de um título extrajudicial no ano 2000, portanto antes da Justiça ter decretado a indisponibilidade dos bens. “Nos casos narrados nos presentes autos, foram concedidas gratificações de gabinete a pessoas supostamente lotadas na Vice-Governadoria e, posteriormente, no Gabinete Civil da Governadoria do Estado, sem que as mesmas sequer soubessem de tal fato e sem que, portanto, tenham prestado qualquer serviço público efetivo mediante o desempenho de função pública, atribuída por lei. Tampouco ficaram à disposição do órgão concedente de dita vantagem, até porque sequer sabiam que seus nomes haviam sido utilizados para tanto”, escreveu na sentença o juiz Ibanez Monteiro. Ele destacou que funcionários das residências do ex-governador e dos filhos, Fernanda e Fernando Filho, eram pagas como se fossem servidores do Estado. “Pessoas que trabalhavam nas residências de Fernando Antônio da Câmara Freire, Vice-Governador e posteriormente Governador, e de seus filhos foram remuneradas com verbas públicas, como se exercessem cargo ou função no Administração Pública estadual. Tudo isso além da apropriação desses valores em benefício próprio. Há, de fato, prova da prática de atos de improbidade administrativa”, destacou na sentença. O juiz observou ainda que o ex-governador “ em nenhum momento de sua defesa, negou a ocorrência dos fatos, nem apresentou alguma prova capaz de excluir sua responsabilidade”. O magistrado ressaltou ainda que a responsabilidade para conceder gratificações era de Fernando Freire. “Não havendo como negar a existência de provas suficientes para lhe impor a responsabilidade pelos atos que praticou, pois, de acordo com o conjunto probatório encartado no caderno processual, restou evidente a prática de atos de improbidade administrativa que provocaram lesão ao erário, configurados pela atribuição de verbas de gabinete a pessoas estranhas aos quadros do funcionalismo público”, escreveu na sentença.
PRESTEM ATENÇÃO: ESSE INDIVÍDUO PODERIA SER GOVERNADOR, JÁ IMAGINOU? A HORA DE ANALISAR E REFLETIR É ANTES DE VOTAR PORQUE DEPOIS ELES PEGAM O NOSSO DINHEIRO E COMPRAM ROUPAS CARAS, VIAGENS CARAS, APARTAMENTOS, TERRAS, GADO, MOTEIS, CORPO DE MULHERES E VOCÊ FICA SE HUMILHANDO POR UM DIREITO SEU. VIVA A DEMOCRACIA

CADÊ A VERDADE DA 'VEJA'?

Justiça de SP arquiva investigação de lavagem de dinheiro de Pallocci por falta de provas
promotoria afirma que não há provas, nem indícios


O Tribunal de Justiça de São Paulo confirmou nesta terça-feira (26) que foi arquivado no último dia 21 de junho a investigação criminal que apurava a participação do ex-ministro da Casa Civil Antonio Palocci em suposto esquema de lavagem de dinheiro no apartamento onde morava, em Moema, na Zona Sul de São Paulo. O Tribunal de Justiça não divulgou outras informações sobre o inquérito, que está sob segredo de justiça. O promotor Joel Carlos Moreira da Silva,  do Grupo Especial de Delitos Econômicos (Gedec) do Ministério Público Estadual, disse por meio de sua assessoria que pediu à Justiça o arquivamento porque não havia provas contra o ex-ministro. O procedimento foi aberto no dia 29 de setembro a partir de uma representação protocolada pelo deputado estadual Pedro Tobias (PSDB-SP). A representação ligava Palocci a um suposto esquema de lavagem de dinheiro em um apartamento localizado no Parque do Ibirapuera, avaliado em R$ 4 milhões. De acordo com a representação que deu origem à abertura da investigação, Palocci pagava aluguel de R$ 15 mil do imóvel ao proprietário e sócio, Gesmo Siqueira do Santos, acusado de ser o laranja do esquema. Na época, o advogado José Roberto Batochio, que defende Palocci, negou qualquer envolvimento de seu cliente no suposto esquema de lavagem de dinheiro. Ele afirmou que o ministro escolheu uma imobiliária aleatoriamente, no bairro do Parque do Ibirapuera, e que jamais conheceu o proprietário do apartamento.

JÁ PRESTARAM ATENÇÃO? QUANDO É 'DEM' E 'PSDB' TEM FILMAGENS, GRAVAÇÕES LEGAIS E O ESCAMBAU. QUANDO É O PT TEM A PALAVRA DE UM CORRUPTO E CANALHA CHAMADO ROBERTO JÉFERSON OU A DENÚNCIA DE UM TUCANO PARASITA SEM PROVAS. COMO DIZ LULA: PELO MENOS MAIS 20 ANOS DE GOVERNABILIDADE POPULAR ATRAVÉS DO PT E ALIADOS.

VEJA QUEM É QUEM NO BANHO DE 'CACHOEIRA'


Perillo mentiu sobre transação de compra de casa, diz relator de CPI

O relator da CPI do Cachoeira, deputado Odair Cunha (PT-MG), disse que o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), mentiu ao explicar a transação de compra de um imóvel na capital goiana. Para o relator, Perillo montou uma "história" para que não ficasse evidenciada a relação do tucano com o empresário Carlos Cachoeira, preso desde o último dia 29 de fevereiro, acusado de comandar um esquema de jogos ilegais. "Com certeza [mentiu]. A história da casa foi para negar a relação do senhor governador com o senhor Carlos Cachoeira", afirmou Cunha após depoimento do arquiteto Alexandre Milhomen, contratado para realizar uma reforma no imóvel. Perillo afirma que a casa foi vendida por R$ 1,4 milhão ao empresário Walter Paulo Santiago. A Polícia Federal suspeita que Santiago tenha servido como laranja de Cachoeira, que foi preso neste mesmo imóvel. Santiago nega. "O que fica evidenciado é que quem contratou o arquiteto foi o senhor Carlos Cachoeira para decorar a casa que lhe pertencia e que comprou do senhor Marconi Perillo", afirmou o petista. No depoimento, Milhomen confirmou que foi contratado no fim de fevereiro por Cachoeira e Andressa para fazer o projeto de uma nova casa, que seria construída futuramente. Para esse serviço, o arquiteto afirma ter cobrado R$ 50 mil, a serem pagos em cinco parcelas de R$ 10 mil. Os áudios interceptados pela Polícia Federal indicam exatamente esse valor, mas não deixam claro qual era o serviço. Milhomem diz que depois disso, por volta de abril, Cachoeira e Andressa lhe disseram para interromper o projeto da nova casa. Como o serviço inicialmente contratado, segundo ele, não foi concluído, o arquiteto afirma que os clientes ficaram com crédito e que, com isso, os serviços de decoração interna em uma outra casa --a vendida por Perillo-- foram cobertos pelos mesmos R$ 50 mil inicialmente acertados. Integrantes do partido de Perillo na CPI contestam a condução das investigações feitas pelo relator. "Tenho a firme convicção que ele está sendo orientado pelo ex-presidente Lula, pelo PT. Ele não quer investigar nada que envolva recursos da Delta, do Dnit, que envolva repasses de recursos para o partido. Ele que saber onde foi comprado o papel de parede para a casa do governador que foi vendida", afirmou o deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP). Durante a sessão, alguns integrantes da CPI chegaram a levantar a hipótese de a comissão continuar os trabalhos durante o recesso previsto para iniciar no próximo dia 18 de julho. Cunha, no entanto, descartou essa possibilidade. "Tem que haver convocação do Congresso Nacional, não creio que em um período eleitoral nós teremos uma convocação para manter a CPI", disse o petista.

MORADOR DO RN VOCÊ ESTÁ SEM GOVERNADORA


Mais 11 presos fogem da penitenciária de Alcaçuz

Segundo diretor da penitenciária, presos escavaram dois túneis e fugiram por um setor que estava sem guariteiro. Ontem em Mossoró sete já haviam fugido


O agente penitenciário Cleber Galindo, diretor da penitenciária estadual Alcaçuz, em Nísia Floresta, confirmou há pouco a fuga de pelo menos 11 presos esta madrugada (26). “Ainda estamos fazendo uma recontagem dos presos, até agora já constatamos que onze presos fugiram, mas esse número pode aumentar”. Segundo o diretor os presos escavaram dois túneis e fugiram por um setor que estava sem guariteiro. “Eles cavaram um túnel do pavilhão 3 para fora do pavilhão e outro para saírem da penitenciária”. A Polícia Militar intensificou o patrulhamento nas proximidades da penitenciária, mas até o momento nenhum dos fugitivos foi recapturado.

ISSO É RESULTADO DO SEU VOTO

segunda-feira, 25 de junho de 2012

A DESMORALIZAÇÃO É TÃO GRANDE QUE...


Luiz Almir não será candidato à Prefeitura de Natal


O radialista e ex-deputado estadual Luiz Almir não será candidato a prefeito de Natal nas eleições deste ano. O nome dele surgiu como provável indicação do Partido Verde (PV) à sucessão de Micarla de Sousa após a prefeita anunciar na sexta-feira (22) que não vai concorrer à reeleição. "Recebi o convite para concorrer à Prefeitura na sexta-feira e tive o fim de semana todo para pensar nisso. Conversei bastante com minha família e com meus amigos e decidi que entre a razão e a vaidade, o melhor para mim seria ficar com a razão", falou Luiz Almir. O ex-deputado estadual deverá concorrer a uma das 28 cadeiras na Câmara Municipal de Natal. "O convite para brigar pela Prefeitura é muito honroso, mas não tenho condições financeiras para bancar essa luta. Além do mais, já fui candidato a prefeito de Natal em 2004 [pelo PSDB] e aprendi muita coisa sobre essa disputa, que sempre é injusta e agressiva. Diante disso, devo lançar meu nome para vereador". Luiz Almir disse que desde a noite deste domingo (24) vem tentando comunicar a decisão que tomou. "Liguei para ela algumas vezes e ainda estou tentando. Espero que Micarla me receba em reunião nesta segunda para eu poder explicá-la minha postura e que ela compreenda", falou. O radialista, que era vereador de Natal antes de ser deputado estadual, disse ainda não saber quem o PV vai indicar para concorrer à Prefeitura. "O partido tem bons nomes para isso. O senador Paulo Davim, a meu ver, é um excelente candidato. Temos também o presidente da Câmara, Edivan Martins. Fora isso, o PV pode apoiar algum coligado, como é o caso do atual vice-prefeito Paulinho Freire, do PP [Partido Progressista]. Mas isso ainda será discutido internamente". Caso se confirme a candidatura de Luiz Almir a uma cadeira na Câmara Municipal, ele terá que deixar os programas que apresenta na 96 FM e na SimTV! no próximo fim de semana, prazo estabelecido pela lei eleitoral.

MAIS UMA VEZ, ERA LULA QUEM TINHA RAZÃO

SERÁ QUE NÃO SOBRA UM?


Grampo flagra assessor de senador

Um assessor do senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), presidente da CPI do Cachoeira, foi flagrado conversando com um integrante do grupo do bicheiro Carlinhos Cachoeira. Escuta telefônica feita pela Polícia Federal com autorização judicial mostra o assessor, identificado como Rui, marcando encontro com Francisco Marcelo Queiroga, que atuava junto à quadrilha de Cachoeira. Ele tinha os telefones grampeados e é irmão de José Olímpio Queiroga, um dos braços-direitos de Cachoeira. Foram registradas pelo menos duas conversas, a primeira em 13 de fevereiro deste ano, antes do início da CPI e da Operação Monte Carlo da PF. Rui pergunta se Marcelo ligou para seu celular:


— Quando estou lá, não posso atender, não.



Marcelo cobra, então, pagamentos do assessor de Vital:



— Vamos fazer o seguinte: fica bom para mim, fica bom para você. Vê para mim quando você quer pagar isso aí. Você me dá dois cheques, acabou. Tenho um cheque seu, eu já te passo. É tão pouco agora.



O assessor pede que Marcelo o encontre no gabinete onde trabalha, no Senado. Este, que diz circular sempre pela Casa, pergunta a que gabinete deve ir:



— Vital do Rêgo.



— Ricardo Rego?



— Vital do Rêgo. Mas você não precisa dizer que está indo para lá. Fala que está indo falar com funcionário e dá meu nome.



No dia seguinte, a PF gravou nova conversa. Rui diz que chegou tarde e pede para marcar outro encontro. Os dois ficam de conversar após o carnaval. Vital do Rêgo disse que hoje vai saber se o funcionário citado nas gravações é o mesmo Rui que trabalha para ele.



— Se for, vou perguntar do que se trata essa conversa. O Rui que eu conheço me presta bons serviços, mas nunca me falou nada disso — disse Vital.



Rui Brito Souza, assessor do senador, reconheceu ontem à noite ao Globo que é amigo de Marcelo, mas que não sabia da ligação dele com Cachoeira. Afirmou que pediu dinheiro emprestado e, por isso, falam na conversa em “descontar cheques”. Rui disse que tem “outras atividades fora” do Senado, como consultor em rádio e TV.



— Ele (Marcelo) é meu amigo pessoal e chegou a comentar comigo que o irmão tinha sido preso, mas contou que tudo ia ser resolvido. Não comentei com o senador porque minha vida pessoal diz respeito a mim — afirmou.



O senador contou que Rui acompanha tramitação de projetos na área de telecomunicações e já trabalhava para o senador que o antecedeu. Ontem, Marcelo disse não se lembrar dessa conversa, nem de Rui. Indagado sobre com quem costuma se relacionar no Senado, disse que tem amigos por lá, com os quais pratica esportes. Nas gravações, Marcelo demonstra ter o controle do jogo, atividade que evita citar nos diálogos. Em 28 de fevereiro, dia em que Cachoeira foi preso, numa conversa às 19h52m, ele parece discutir a atividade e diz que o dia não foi bom na banca:



— Tá devagar. Voltando dos campos, mas tá devagar. É geral.



No Espírito Santo, Marcelo e Olímpio foram acusados, em 2004, de matar uma pessoa, que, cinco anos antes, teria roubado objetos da casa dos Queiroga em Vila Velha. Marcelo chegou a ser preso, em Vitória, acusado de desviar recursos do Banestes, que teria sido usado para incrementar seu bingo.

domingo, 24 de junho de 2012

NA SUA CIDADE TEM ISSO?


Sarney é homenageado como pioneiro do nepotismo sustentável

SÃO LUÍS - Reconhecido internacionalmente pelo comprometimento com parentes em cargos públicos, José Sarney foi condecorado com a ordem de Senador Orgânico Sustentável numa cerimônia realizada na Rio+20. "Divido essa homenagem com meu povo. Sinto-me estimulado a fixar metas para que todos os órgãos públicos tenham, pelo menos, 12 parentes de deputados e senadores até 2015", explicou, cofiando o bigode acaju. Convidado para palestrar na mesa "Da fisiologia Verde à Verdinha: Perspectivas", Sarney elencou 193 maneiras de se reciclar no poder. "É preciso saber dosar as emissões de verbas entre a base de apoio e os currais eleitorais", vaticinou, enquanto empregava dois parentes distantes em uma tribo Yanomami. Elogiado pela preservação das tradições populares em seu Estado, o Amapá, Sarney aproveitou a oportunidade para anunciar uma conferência no Maranhão. "O evento debaterá o nepotismo sustentável e se chamará Sarney+200", explicou o senador, enquanto empregava 47 parentes na Cúpula dos Povos. A governadora Roseana Sarney participará hoje da mesa "Bigodes reciclávies: como preservar a tradição sem depredar o meio-ambiente".

SE VOCÊ NÃO MUDA, SUA VIDA TAMBÉM NÃO MUDA

PRESTEM ATENÇÃO: AINDA HÁ POLÍTICOS QUE PRESTAM

Senado: Paulo Paim, que é do PT, enfatiza necessidade de se acabar com o voto secreto no congresso



A tendência, no Senado Federal, é aprovar um texto que acabe de vez com o voto secreto na aprovação de matérias. O senador Paulo Paim (PT/RS) é autor da Proposta de Emenda a Constituição (PEC 50) que acaba com o voto secreto no parlamento. Segundo o senador, a aprovação da PEC dará transparência e a população saberá como cada deputado ou senador votou determinado assunto. “Não dá pra ter meio termo, a minha PEC, PEC 50, que eu vou torcer muito para que o Congresso vote, acaba com o voto secreto,  ela tira da Constituição a palavra voto secreto e nem uma votação para mim deveria ter o voto secreto, cada parlamentar tem que assumir sua posição”. Ele explicou ainda que a matéria está pronta para ser votada e que não vê razões para que ela não seja aprovada e justificou dizendo… “Se eu vou votar com o governo ele tem que saber como eu votei e se eu tiver uma divergência ele também que saber”.


VOCÊ VAI VOTAR EM QUEM?


No Rio Grande do Norte, o crime compensa


Esta semana fez exatamente um mês. 

O que você acha que aconteceria caso uma das principais lideranças políticas do estado fosse flagrado em escutas telefônicas combinando o uso da conta pessoal de um tesoureiro de campanha para transferir dinheiro a fim de comprar apoio político de dois vereadores da capital? Se esse líder político fosse o marido da governadora do estado e um dos vereadores a serem comprados fosse o presidente da Câmara Municipal da capital?  Se esse mesmo líder, marido da governadora, em outra ligação, ao conversar sobre a defecção de dois deputados estaduais da campanha da mulher, dissesse literalmente que tinha “um dinheirinho para mandar” na tentativa de reverter a mudança de voto dos dois deputados? E se um desses dois deputados fosse o presidente da Assembleia Legislativa? E se você ouvisse que seriam depositados R$ 100 mil na conta de campanha de um deputado federal mas que esse dinheiro não era dele? Ou seja, que o grupo político teria que inventar recibos e notas fiscais frios para retirar esse dinheiro da conta do deputado para uso na campanha ao senado. E se essa candidata ao senado, eleita, fosse a atual governadora do estado? E se você ouvisse diversas gravações mostrando as articulações para uso de notas fiscais frias para justificar gastos de campanha na prestação de contas? Você não veria nisso um escândalo político sem igual na história do estado em questão? Você não esperaria ver o tema estampado em todos os jornais locais e, inclusive, em veículos nacionais?  Você não gostaria de ver uma ação enérgica do Procurador Geral da República para investigar e punir exemplarmente os envolvidos - cujos crimes supostos prescreverão apenas em 2018? Por que, então, o #Caixa2doDEMnoRN, com raras exceções, não foi destaque dos veículos convencionais de imprensa? Por que sequer revistas como a CartaCapital não lhe deram espaço? Por que apenas o jornal O Globo se interessou e, ainda assim, foi silenciado pela ação do líder do PMDB na Câmara Federal? E por que ninguém se indignou com essa afronta à liberdade de imprensa? Por que ninguém se indigna com a incapacidade da Procuradoria Geral da República em responder, há praticamente um mês, sobre o que foi feito de uma investigação que recebeu há três anos?  Por que essa enorme inação, silenciamento, sufocamento histórico? Porque, parece, no RN o crime compensa. Para os poderosos. Mesmo que tantos elementos e indícios claros tenham sido levantados e deixem perplexos o que os lêem e ouvem, os poderosos têm o direito de não serem incomodados até que os seus supostos crimes prescrevam. 

E tudo com a anuência, parece, do espreguiçador geral, Roberto Gurgel. 

Vamos deixar, como sociedade, que crimes tão evidentes restem, ao fim, impunes? Vamos deixar que aqueles que fazem o meio campo entre a comunidade e os fatos prossigam omitindo fatos dessa gravidade? Quantos outros ainda serão sonegados? Quantos criminosos restarão impunes e aparecerão como éticos e perfeitos políticos? Probos. 

sábado, 23 de junho de 2012

MELHOR VOTAR BEM DO QUE LER NOTÍCIAS ASSIM



“Desviaram mais de R$ 1 milhão”

Dois ex-dirigentes do PFL, hoje DEM, denunciam o desvio de dinheiro público do partido na Bahia e no Acre

ACUSAÇÃO Chagas Freitas (acima) e Saulo Queiroz (abaixo). Eles denunciam gastos proibidos por lei, cheques voadores e desvios do fundo partidário (Foto: arquivo pessoal)
Em agosto de 2005, o assistente de chancelaria do Itamaraty Francisco Chagas da Costa Freitas se filiou ao então PFL, hoje DEM. No mês seguinte, assumiu a presidência do diretório regional do partido no Acre com dupla incumbência. Primeiro, reorganizar a legenda no Estado. Depois, preparar sua candidatura ao Senado para as eleições de 2006. A primeira tarefa se mostrou mais complexa que a segunda. Chagas Freitas, como ele se apresenta (homônimo do governador biônico do Rio de Janeiro na década de 1970), deparou com um quadro de descalabro: salários de funcionários e aluguéis de imóveis atrasados, disputas trabalhistas e uma série de cheques sem fundos emitidos pela gestão anterior. Eram tantos cheques voando na praça que o Banco Central encerrara a conta do PFL acriano. Orientado pela direção nacional pefelista, ele abriu uma nova conta para movimentar o dinheiro do partido. Começava ali uma longa briga que culmina hoje com uma denúncia grave envolvendo vários dirigentes e ex-caciques do PFL (ou DEM). Com a palavra, Chagas Freitas: “O Saulo Queiroz, que hoje é o braço direito do Kassab, me disse: ‘Chagas, não se preocupe. Nós estamos com um rolo muito grande na Bahia. Na Bahia, houve desvio de mais de R$ 1 milhão. O partido terá de resolver essa questão da Bahia, porque lá tem o ACM e todos esses caras que são importantes no partido. E, depois que a gente resolver o caso da Bahia, vamos resolver o caso do Acre’. Quem me disse isso foi o Saulo Queiroz, com a anuência do Bornhausen”. São tantos os caciques políticos citados numa única denúncia que é necessário colocar legendas. Ei-las:
 - Saulo Queiroz era na época tesoureiro nacional do PFL/DEM. Hoje é secretário-geral do PSD;
 - Gilberto Kassab é prefeito de São Paulo. Liderou uma dissidência no DEM e criou, em 2011, o PSD, do qual é presidente;
 - Antônio Carlos Magalhães (ACM) era um dos nomes de maior expressão no PFL/DEM. Morto em 2007, foi governador e senador pela Bahia;
 - Jorge Bornhausen, político catarinense, foi presidente do PFL/DEM até 2007. Hoje está fora da política.
Depois de assinar uma série de cheques para pagar as despesas do diretório regional, Chagas Freitas, como qualquer outro dirigente partidário, teve de prestar contas à Justiça Eleitoral. Os partidos precisam justificar anualmente seus gastos, entre outras razões, porque recebem recursos da União por meio de um dispositivo conhecido como Fundo Partidário, abastecido com dinheiro público. Em 2006, o Tribunal Regional Eleitoral do Acre rejeitou as contas do PFL local, sob o comando de Chagas Freitas, que perdera a disputa por uma cadeira no Senado naquele ano. O TRE apontou aplicações irregulares de dinheiro do Fundo Partidário. Como se trata de dinheiro público, o caso foi remetido ao Tribunal de Contas da União (TCU), que condenou Chagas Freitas e o tesoureiro do PFL do Acre, Raimundo Aragão, a ressarcir o Tesouro Nacional em mais de R$ 115 mil (hoje o débito está em mais de R$ 200 mil, devido à correção monetária e aos juros). Desde então, Chagas Freitas luta para que o partido assuma o pagamento dessa dívida. O comando nacional do DEM se recusa. Seria, então, a acusação de Chagas Freitas contra o DEM da Bahia uma denúncia infundada, uma chantagem? O próprio Saulo Queiroz reconhece uma sucessão de problemas no PFL baiano entre 2005 e 2006. Ele não admite que houve desvio, mas conta que a Justiça Eleitoral bloqueou o Fundo Partidário do PFL na Bahia depois de detectar vários gastos proibidos por lei, despesas que não poderiam ser pagas com recursos públicos. No caso do Acre, Queiroz afirma que houve mesmo roubo de dinheiro do Fundo Partidário:
– O que aconteceu no Acre? Eles não tinham comprovantes dos gastos. Emitiram cheques sem pagar nenhuma conta do partido. Para onde foi o dinheiro, não faço ideia. Não tínhamos, naquele momento, como resolver. Havia um indício muito forte de desvio. Que, a bem da verdade, não foi feito por Chagas Freitas. Ele tinha um tesoureiro que não era uma pessoa muito honesta. Confiou no cara, o indivíduo saiu sacando dinheiro e botando no bolso. Infelizmente, sobrou para ele. Mas tem 80% de culpa, porque foi ele quem colocou esse tesoureiro lá. E assinava os cheques como se fossem em branco.
E o que ocorreu na Bahia? Eis o que afirma Queiroz, na qualidade de tesoureiro-geral do partido na época:
– Houve um problema na Bahia, mas não era igual a esse do Acre. Prestações sucessivas de contas com problemas. Não caracterizando desvio, mas utilização indevida de recursos do Fundo Partidário, aplicado em coisas que a lei vedava. O que fizemos? Se não me engano, adiantamos seis cotas do Fundo Partidário para a Bahia, para que eles pudessem resolver o problema no Tribunal. Em outra conta, para recebimento de doações, depositamos mais recursos para a sobrevivência do diretório, porque também estavam impedidos de receber dinheiro do Fundo Partidário.
Queiroz diz não lembrar o valor exato aplicado irregularmente pelo PFL da Bahia, mas acredita que seria algo em torno de R$ 600 mil – e não mais de R$ 1 milhão, como diz Chagas Freitas. Segundo Queiroz, a crise na Bahia foi tão grave que a direção nacional do partido teve de intervir no diretório local. Chagas Freitas diz que Queiroz é comedido ao falar em aplicação irregular de dinheiro na Bahia. “Foi desvio de recursos mesmo. Não havia notas fiscais para os gastos”, afirma. Ele diz que não houve roubo no Acre em relação às contas de 2005, como afirmou Queiroz, mas sim o entendimento do TCU de que cheques do Fundo Partidário foram usados de forma irregular. Ele entrou com um recurso no Supremo Tribunal Federal contra a decisão. Na quarta-feira passada, o ministro Ricardo Lewandowski concedeu uma liminar em favor de Chagas Freitas, suspendendo em caráter temporário a cobrança do TCU. Ele também mandou citar o diretório nacional do DEM, para que o partido se manifeste sobre o assunto. “Temos a comprovação de todos os gastos do diretório do Acre. Somente fiz pagamentos por ordem do diretório nacional do partido. Como o partido quer que eu assuma essa responsabilidade? Sou economista e trabalho há mais de 30 anos no Itamaraty. Já cuidei das contas de várias embaixadas. Nunca sofri uma acusação sequer de qualquer tipo de desvio nesses anos todos”, diz Chagas Freitas. Nos últimos meses, ele mandou várias cartas ao atual presidente do DEM, senador Agripino Maia (RN), cobrando posição do partido. Agripino afirma que o departamento jurídico do DEM entendeu que não há o que fazer. “Esse rapaz nos procurou. Eu disse a ele: ‘Quem te prometeu ajuda foi o Saulo? Então é o Saulo que tem de tratar desse assunto com você’. O partido não pode se responsabilizar por situações da pessoa física”, diz. Agripino e o atual tesoureiro nacional do DEM, Romero Azevedo, disseram que, se houve erros na Bahia, eles não sabem do que se trata, pois os fatos ocorreram antes de seus mandatos no comando do partido. “A responsabilidade pela aplicação dos recursos é da Bahia, não nossa”, diz Agripino.
  



OPOSIÇÃO DE JOSÉ DA PENHA FORMALIZA PRÉ-CANDIDATURAS

Na manhã deste sábado, 23/06 formalizou-se as pré-candidaturas a prefeito, vice-prefeito e vereadores pelo bloco de oposição em José da Penha. Carlos José Pinheiro Maia foi o escolhido para encabeçar a chapa majoritária, juntamente com Chiquinho, vice-prefeito, além de nomes para a Câmara Municipal, como Valkíria Maia Fontes (PDT), Jonas Monte (PDT), Manoel Lemos (PT), Rogério da Igreja (PT) e Irmão Alberto (PC do B). O evento contou com lideranças de várias ideologias como o deputado Getúlio Rêgo (DEM), o prefeito de Pau dos Ferros, Leonardo Rêgo (DEM), o suplente de deputado Dr. Pio X Fernandes (PSB), Dra Antônia, ex-vice prefeita de Luis Gomes, além de parte da população e filhos ausentes da cidade. Como percebe-se facilmente, o bloco de oposição tem um time requintado de talentos, vida proba, capacidade técnica e intelectual, além de exemplos morais para ofertar ao eleitor. Cabe à maioria decidir republicanamente se querem continuar do jeito que estar ou se querem um novo modelo para José da Penha.

ESSE É O SERRA QUE QUERIA SER PRESIDENTE


O homem é impossível. Serra é um mitômano incorrigível. Ele se diz engenheiro, mas não prova. Também se diz economista, e também não prova. Em campanha, já afirmou ser o pai dos genéricos (que foi Jamil Haddad). Afirmou também ser o criador do programa anti-Aids do governo federal, quando os criadores foram a doutora Lair Guerra de Macedo Rodrigues e o professor, médico e ex-ministro Adib JateneAgora, com a cara de pau que lhe é peculiar, o homem dos escândalos das Operações Sanguessugas e Vampiro, o homem das ambulâncias superfaturadas, o homem que desistiu de um processo contra o jurista Bierrenbach, quando este solicitou exceção de verdade para provar o que dissera ("José Serra entrou pobre na Secretaria de Planejamento do Governo Montoro e saiu rico… Ele usa o poder de forma cruel, corrupta e prepotente... Poucos o conhecem. Engana muita gente. Chama-se José Serra. Fez uma campanha para deputado federal miliardária. Prejudicou a muitos dos seus companheiros...[Ele e Maluf] têm ambição sem limites. Uma sede de poder sem nenhum freio. E pelo poder eles são capazes de tudo")...

Pois, agora, esse mesmo José Serra se apropria do slogan da campanha de Dilma em 2010 ("Para o Brasil seguir mudando") e o transforma em "Para São Paulo seguir avançando", que é o desta sua campanha para a prefeitura de São Paulo. Só que o Datafolha mostra que 80% dos paulistanos querem um novo governo. O paulistano não quer seguir, quer um governo diferente do atual Serra-Kassab, quer mudar. Por isso, o mitômano vai continuar na fila, à espera de uma próxima eleição.

O PARAGUAI QUE NÃO PASSA DE UM PARAGUAI


Impeachment, não: golpe no Paraguai

Que impeachment, que nada...

O que houve no Paraguai, ontem, foi um golpe de Estado, um atentado à democracia, uma volta ao passado recente de repúblicas de banana na América do Sul. E os governos sul-americanos não perdoaram. A mensagem dos presidentes sul-americanos ao colega - ou ex-colega - paraguaio Fernando Lugo não dá margem a dúvidas: na avaliação da União das Nações Sul-Americanas (Unasul), o que ocorreu no Paraguai, onde o presidente Fernando Lugo sofreu impeachment após um processo político relâmpago, foi golpe. As mensagens dos chefes de estado diferem apenas em estilo, mas o conteúdo é consensualmente de condenação. De Dilma Roussef, a presidenta brasileira: “Dar valor à democracia é algo muito importante”. Do presidente boliviano Evo Morales: “A Bolívia não reconhecerá um governo que não surja das urnas e do mandato do povo”. Do equatoriano Rafael Correa: “Foi um golpe ilegítimo do poder legislativo, em tempo recorde”. Cristina Kirchner, da Argentina: “A situação em Assunção (capital paraguaia) é inaceitável”. Do presidente venezuelano, Hugo Chávez: “Não reconhecemos esse ilegal e ilegítimo governo em Assunção, um golpe da burguesia paraguaia”. Antes, seu partido, o PSUV, já havia dado o sinal: “Convocamos todos os movimentos e partidos políticos da região a apoiar o presidente Fernando Lugo”. Inicialmente, às primeiras notícias sobre a votação pró-impeachment no Paraguai, os líderes sul-americanos mostraram temor quanto a uma onde de violência no país. A maioria estava no Brasil, participando da Rio+20. A avaliação é que, de estalo, era mais difícil falar em golpe, já que a dissolução havia partido após votação pelos deputados paraguaios. Menos de um dia depois, contudo, o tom predominante nos discursos e recomendações aos diplomatas de cada governo passou a ser de condenação, sobretudo pela rapidez com que a retirada de Lugo do poder foi executada. Na quinta-feira, um dia antes da consolidação da destituição, os chefes de estado da Unasul, reunidos no Rio, optaram por enviar uma missão diplomática a Assunção para evitar um golpe de estado. Como não obtiveram êxito, veio a condenação. Participaram da decisão Dilma, Correa, Morales, Juan Manuel Santos (Colômbia), Sebastian Piñera (Chile) e José Mujica (Uruguai). Na sexta-feira à noite, o presidente venezuelano informou que conversara com Dilma, Cristina e Mujica. Segundo ele, todos consideram o que houve no Paraguai um atentado à democracia.

SINÔNIMO DE PARAGUAI: TRÁFICO, CONTRABANDO, PIRATARIA, POBREZA EXTREMA, PRODUTOS FALSIFICADOS E MUITA, MUITA CORRUPÇÃO. A CULPA DISSO TUDO: DOS POLÍTICOS DE DIREITA QUE ROUBAM O DINHEIRO PARA PROVEITO PRÓPRIO E DEIXAM O POVO À MINGUA. ALGUMA SEMELHANÇA COM ALGUMA CIDADE DO BRASIL? SIM,VOCÊ É INTELIGENTE....

A VERGONHA E A COVARDIA DA IMCOMPETÊNCIA


PV troca Micarla por Luiz Almir; Sérgio Pinheiro será o vice

Chapa Carlos Eduardo/Wilma foi o fator decisivo que levou o PV a rever candidatura da atual prefeita de Natal.


O Partido Verde não resistiu à chapa apresentada hoje pela oposição, encabeçada pelo ex-prefeito Carlos Eduardo (PDT), tendo a ex-governadora Wilma de Faria (PSB) como vice, e mudou os rumos na eleição deste ano. De significativo, a desistência da prefeita Micarla de Sousa (PV) do pleito. Os verdes, agora serão representados pelo ex-deputado estadual Luiz Almir, que terá como vice Sérgio Pinheiro (PTN). A decisão dos verdes será anunciada na segunda-feira, após as conversas que tentam fechar o palanque de apoio ao projeto da legenda terem sido encerradas. Além da chapa oposicionista, a prefeita Micarla de Sousa reconsiderou o pedido feito pela família para que se afaste da política e trate sua saúde. A chapa será apresentada em coletiva de imprensa na segunda-feira à tarde. 

OBRIGADO JAJÁ, OBRIGADO ROSALBA, OBRIGADO ROBINSON! VOCÊS SÃO OS RESPONSÁVEIS POR ISSO. MAIS UMA VEZ, LULA TINHA RAZÃO. ERA FÁTIMA A MELHOR ESCOLHA EM 2008. PENA PARA O ELEITOR DE NATAL.